sexta-feira, abril 08, 2011

O que sucedeu a Portugal?


O Padre Nuno Serras Pereira dá-nos a melhor resposta neste “O Termo Adequado”. A ler também, num “Rorate-Caeli” sempre bem informado acerca da realidade portuguesa, este “Papal Reminder”. Os dois artigos completam-se.

sábado, março 26, 2011

Um homem digno de recordação



No vigésimo aniversário da morte de Monsenhor Marcel Lefebvre, o maior santo da segunda metade do século XX - “A man worthy of remembrance”, no “Rorate-Caeli”.

terça-feira, março 22, 2011

Reconhecer os falsos profetas à distância


Cumprindo o que havia prometido no início deste ano, aqui deixo publicado mais um actualíssimo trecho do livro “Trojan Horse in the City of God - The Catholic Crisis Explained”, da autoria de Dietrich von Hildebrand, no qual o grande filósofo católico alemão denuncia a “quinta coluna” de infiltrados do mundo - os falsos profetas - no interior da Igreja, expondo em simultâneo os tiques característicos destes. Os destaques são meus.

***

It is sad enough when people lose their faith and leave the Church; but it is much worse when those who in reality have lost their faith remain within the Church and try - like termites - to undermine Christian faith with their claim that they are giving to Christian revelation the interpretation that suits “modern man”.

I wish to conclude (…) with an appeal to all those whose faith is not corroded to beware of these false prophets who want to extradite Christ to the secular city in a way analogous to Judas’ betrayal of Jesus into the hands of His prosecutors.

Let us recall the marks of these false prophets. He is a false prophet who denies original sin and mankind’s need of redemption and thereby undermines the meaning of Christ’s death on the Cross. He is not a true Christian who no longer sees that redemption of the world through Christ is the source of true happiness and that nothing can be compared to this one glorious fact.

He is a false prophet who no longer accepts the absolute primacy of the first commandment of Christ - to love God above all things - and who claims that our love of God can manifest itself exclusively in our love of neighbor. He is a false prophet who no longer understands that to long for the I-Thou union with Christ and for transformation in Christ is the very meaning of our life. He is a false prophet who claims that morality reveals itself not primarily in man’s relationship with God, but in those things that concern human welfare. And he has fallen prey to the teaching of false prophets who only sees in the wrong done our neighbor our injury to him and remains blind to the offense against God that this wrong implies.

He who no longer sees the radical difference that exists between charity and humanitarian benevolence has become deaf to the message of Christ.

He who is more impressed and thrilled by “cosmic processes”, “evolution”, and the speculations of science than by the reflection of Christ’s Sacred Humanity in a saint and by the victory over the world that the very existence of a saint embodies, is no longer filled with the Christian spirit. He who cares more for the earthly welfare of humanity than for its sanctification has lost the Christian view of the universe.

(…)

Beware of false prophets who ignore the repeated warnings of our Holy Father (…), as well as the Holy See’s clear formulation of the various heresies and misconceptions pervading the world today. Beware of those who try to drown the voice of the Vicar of Christ in noisy propaganda.

Nevertheless (…), if my heart bleeds from seeing the ravages done in the vineyard of the Lord and from seeing the defilement of the sanctuary of the Church, I am yet full of hope, because our Lord has said: “The gates of Hell shall not prevail against it”.

Without a trace of optimism, but full of hope and love for the Holy Church, for the Mystical Body of Christ, for the City of God, and in spirit of deep devotion and obedience to our Holy Father (…), let me conclude with the words of [the] credo: I believe in one, holy, catholic and apostolic Church.

O ataque maciço contra o "Summorum Pontificum"...



… e a reacção em defesa do mesmo comentada por Michael Voris.

Leitura aconselhada

Os bispos gnósticos de Coimbra e de Lisboa, no “Espectivas”.

Um artigo cuja leitura aconselho vivamente, a qual deve ser feita com plena consciência de que a responsabilidade do episcopado português no desastre socialista sofrido pelo país nos últimos quinze anos, e em especial nos seis mais recentes do consulado de Sócrates, é muito maior do que à primeira vista se poderia supor. Portugal só caiu até onde caiu, em parte nada desprezível, também devido às omissões, silêncios e cumplicidades da maioria do episcopado português.

E termino com a pergunta habitual: até quando Roma tolerará esta situação calamitosa?

segunda-feira, março 21, 2011

As estranhas conferências patrocinadas pelo Bispo de Coimbra

Através de correio electrónico da “Infovitae” e de alguns blogues amigos (ver aqui, aqui e aqui), tomo conhecimento de que em Coimbra, no próximo dia 9 de Abril, se irá realizar um conjunto de conferências promovido pelo Centro Universitário Manuel da Nóbrega, da outrora gloriosa Companhia de Jesus, subordinado ao tema genérico “Fé e Cultura: no centro ou nas margens?”, com o público patrocínio do Bispo local, D. Albino Cleto, circunstância que denota bem - como de imediato se vai ver - o estado de desnorte doutrinário a que a Igreja institucional portuguesa em geral e o seu episcopado em particular chegaram.

Sendo certo que da simples leitura do programa de tal ciclo de conferências resulta por si só evidente que os seus organizadores pactuam com a “hermenêutica da ruptura e o falso espírito do Vaticano II”, características tão próprias de um progressismo anticatólico que continua a ter influência nada despicienda na diocese conimbricense, duas das conferências previstas nesse ciclo fazem temer o pior dos piores: uma intitulada “Que Deus para hoje? O bispo, a feminista e o cientista”; a outra “Pensar a Igreja Plural - A freira, o homossexual e os recasados”.

Não é necessário ser-se adivinho para perceber o que irá sair delas: na primeira, ignorando-se a doutrina dogmática católica de que Deus é eterno, intemporal e imutável e portanto o mesmo ontem, hoje e sempre, entrar-se-á numa discussão inspirada pelos erros evolucionista e imanentista próprios da heresia modernista, tentando-se elaborar conceptualmente um “deus” que legitime e justifique todos os caprichos do homem contemporâneo, mesmo os mais perversos, divinizando-se assim subrepticiamente e afinal o próprio homem; em ambas as conferências, por outro lado, atacar-se-á obviamente o magistério constante da Igreja sobre a não-ordenação sacerdotal de mulheres, os fins primário e secundário da sexualidade e a indissolubilidade do matrimónio.

No meio disto tudo, é fácil imaginar qual será o discurso ambíguo de D. Albino Cleto, para delírio dos presentes, e em especial das megeras histéricas do tipo “Nós somos Igreja” que fazem sempre gala de comparecer a este género de eventos: o Bispo de Coimbra dirá mais ou menos que o amor humano se reveste de muitas formas e que o amor vivido entre recasados é digno de toda a consideração; que numa Igreja plural, os homossexuais também são chamados a viver a integralidade da mensagem evangélica cristã e que uma coisa é ser-se homossexual (o que em si mesmo não tem mal nenhum e é digno de respeito, desde que tal condição seja vivida num chamamento à castidade) e outra diferente é enveredar pela prática de actos homossexuais; e, enfim, que há que alargar e ampliar a participação das mulheres na vida da Igreja, e que não tendo talvez ainda chegado o momento certo para que estas possam aceder ao sacerdócio e presidirem às celebrações eucarísticas, talvez fosse bom ponderar desde já a sua ascensão ao diaconato. Perante estas palavras, espera-se tão-só que nenhuma das ditas megeras se entusiasme de tal maneira que, em manifestação pública das suas obsessões doentias, chegue ao ponto de perguntar despropositadamente ao Bispo de Coimbra se ele se masturba e com que frequência, à imagem do que em tempos vi suceder a um outro pobre bispo português (modernista do piorio) ainda vivo mas já afastado do exercício de funções pastorais devido ao limite de idade…

Ora, em face destes dados, não pode deixar de se estranhar a selectividade com que D. Albino Cleto defende uma Igreja plural, sendo certo que tal “pluralidade” é sempre e apenas a que favorece a heterodoxia, quando não a pura heresia, mas jamais a ortodoxia e a boa doutrina.

Por exemplo, daria o bispo conimbricense o seu patrocínio a um ciclo de conferências que tivesse por fim promover a Missa Tradicional de rito latino-gregoriano, subordinado ao tema de “Summorum Pontificum: uma esperança para a Igreja em Portugal"? Creio bem que não (ver aqui e aqui) e, para sublinhar a sua recusa, provavelmente até defenderia ser tal Missa fautor de divisões entre os fiéis católicos portugueses. Portanto, por esta “lógica”, é mister concluir que uma Missa celebrada segundo um rito litúrgico quinze vezes secular da Igreja Católica, sempre válido e jamais revogado, será fautor de divisões entre fiéis; mas já não o serão conferências onde, com resguardo ou descaro, se põe em crise o magistério constante da Igreja acerca da sexualidade ou da indissolubilidade do matrimónio.

Estranha “lógica” esta. Estranha "lógica" esta...

Já basta!


Se em Outubro último aqui escrevi que José Sócrates era um primeiro-ministro com prazo de validade esgotado, o evoluir da situação política interna dos últimos dias confirmou em pleno esse meu juízo. Já basta de José Sócrates! Assim o exigem a dignidade nacional de um país com quase novecentos anos de existência, o respeito devido a todos os portugueses e a simples decência da vida pública nacional! Porque a política é a actividade moral que visa a prossecução do bem comum do todo social; não o expediente arrivista de sobreviver no poder a todo o custo e de qualquer maneira, em manifestação de uma personalidade patológica desprovida de elementar honestidade intelectual e desguarnecida de basilar probidade moral. Já basta de José Sócrates, pois!

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Nuvens negras sobre o "Summorum Pontificum"


Os rumores vindos recentemente a público de que estaria a ser preparada uma “Instrução” em Roma, a qual em termos práticos, ao invés de agilizar a aplicação do “Summorum Pontificum”, restringiria gravemente o alcance deste, são fonte de grave inquietação, perplexidade e descontentamento para todos os católicos fiéis à tradição e à Santa Missa de rito latino-gregoriano (ler aqui, aqui e aqui): a confirmarem-se aqueles rumores, estar-se-á perante uma grave involução do processo de superação da crise da Igreja e restauração da identidade católica que até agora tem caracterizado o pontificado do Papa Bento XVI, e de retorno a uma mentalidade progressista abertamente hostil à tradição, que - ao menos em Roma - se julgava ultrapassada.

Assim, e mau-grado os desmentidos já efectuados por pessoas bem informadas (ler aqui e aqui), não costumando haver fumo sem fogo, afigura-se passo imprescindível a dar nesta conjuntura a assinatura deste apelo internacional em defesa do “Summorum Pontificum” dirigido ao Santo Padre. E isto sem prejuízo de se escrever também pessoal e directamente a Bento XVI, à Congregação da Doutrina para a Fé, à Congregação do Culto Divino e à Comissão “Ecclesia Dei”, sempre respeitosamente mas com firme clareza, dando conta das graves preocupações provocadas pelos rumores em questão. Que os católicos fiéis à tradição - com o poderoso auxílio da arma da oração - saibam ser tão sagazes na defesa dos seus fins quanto o são os filhos deste mundo (em especial, os infiltrados na Igreja)!

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Ainda a liberdade de ensinar, de aprender e de escolher

Estando na ordem do dia a questão de saber em que moldes se deve processar a existência de um sistema público de ensino, é meu juízo, adoptando uma perspectiva eminentemente católica e respeitadora do princípio da subsidiariedade tão querido à Doutrina Social da Igreja, que o ponto fulcral de tal existência reside na possibilidade real de os pais poderem escolher livremente a escola onde pretendem que os seus filhos sejam educados. Esta escolha há-de ser feita sem intromissões abusivas e até totalitárias do Estado, porquanto a família - como sociedade natural que é - antecede esse Estado.

Deste modo, evita-se a antinomia demagógica entre a escola privada e a escola pública, que supõe mesquinhamente esta última destinada aos "pobres" e aquela primeira aos "ricos". Ao invés, há que efectivar um sistema de financiamento aos pais (mormente através da figura do sempre muito falado, mas nunca implementado, cheque-educação) que possibilite a concretização de uma verdadeira liberdade de ensinar e de aprender, a qual passa em primeiro plano pela livre escolha da escola (com independência de quaisquer constrangimentos de ordem monetária) onde aqueles pais desejam que os seus filhos sejam formados.

Ora, é lamentável que este sistema tarde a ser instaurado em Portugal, mau-grado as sucessivas promessas fitas nesse sentido pela direita tíbia representada pelo PSD e CDS. Da esquerda jacobina, intervencionista e estatizante, nem vale a pena falar, já que está à vista de todos a actual ofensiva governamental socialista contra a escola privada e muito em particular contra a escola confessional católica - a destinatária óbvia da agressão cobarde de um socratismo em fim de reinado e por isso cada vez mais niilista.

Por outro lado, conexa à questão da liberdade de escolha, e como seu reverso almejado pelo poder político vigente, surge a questão da consagração factual do monopólio de ensino da escola pública e laica - categoria eufemística usada para designar a escola ateia, de onde Deus e a Sua Igreja são banidos. Sendo certo que apesar de discordar profundamente da filosofia que preside a esta escola laica, se porventura a mesma se revestisse de uma natureza rigorosamente privada, nada teria contra a sua (triste) existência no âmbito de um sistema como o que supra referi: no desempenho da pátria potestade, caberia aos pais determinar se queriam que os seus filhos frequentassem um estabelecimento de educação orientado por tais moldes doutrinários. Porém, muito diversa é a pretensão socialista em estatizar o actual sistema público de ensino, pois, sob a aparência falaciosa de tentar solucionar problemas de ordem orçamental, não pode o Estado instaurar um sistema prático que compele os pais - por falta de alternativas - a entregarem-lhe os filhos, transformando estes últimos em cobaias formatadas pelos esquemas mentais preconceituosos, sectários e facciosos dos pedagogos gramscianos desse autêntico Ministério da Reforma Psicológica em que se transmutou o Ministério da Educação em Portugal.

A ler complementarmente: “A Crise na Educação e a Infidelidade à Constituição - Prof. Mário Pinto”, no “Logos”.

quinta-feira, fevereiro 03, 2011

Portugal e Espanha em bancarrota... moral

Mais um escândalo, simplesmente vergonhoso e bem demonstrativo do estado de degeneração moral a que Sócrates e Zapatero conduziram os seus respectivos países: Portugal e Espanha, ao nível da União Europeia, recusaram-se a condenar as perseguições às minorias cristãs nos estados islâmicos.

Até quando teremos de gramar também com estes dois? Até quando?!..

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Michael Voris fala acerca do episcopado português



A propósito dos Policarpos, Ortigas, Torgais, Ilídios, Azevedos e quejandos. Ou quase…

O episcopado português novamente na berlinda


Pelas piores razões, como de costume... A ler no "Rorate-Caeli": Until when will Rome let Portuguese Bishops get away with ignoring the motu proprio?

Até quando abusarão eles da nossa pacìência?...

Liberdade de ensinar, de aprender e de escolher

Interessante artigo, de que tomo conhecimento graças ao blogue ”Povo”. Os destaques são meus.

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O ensino gratuito não existe

O Estado português gasta em média cinco mil euros por ano com cada aluno no ensino público. Significativamente mais do que aquilo que paga por cada aluno nas escolas com contrato de associação. Porquê então acabar com estes contratos? Por razões ideológicas. Aliás, em matéria de ensino, os governos portugueses optam quase invariavelmente pela ideologia, em detrimento da qualidade e da liberdade: para combater a Igreja Católica, a I República encerrou as melhores escolas de Portugal e prendeu e exilou os mais reputados professores da época, os jesuítas. O Estado Novo desconfiava politicamente das escolas privadas e não apenas das estrangeiras, como o Liceu Francês - basta pensar que só no fim dos anos 60 foi autorizada a criação da Universidade Católica em Portugal -, e menos ainda acreditava na qualidade do seu trabalho. De 1974 até agora o investimento no ensino tem sido sinónimo de investimento na rede pública. Não porque esta apresente melhores resultados ou saia mais barata, mas simplesmente porque os governos não abdicam das vantagens políticas do controlo sobre a imensa máquina que se estende a partir da 5 de Outubro.

Claro que, em contrapartida, cada governo já sabe que terá pela frente as guerras dos sindicatos e as idiossincrasias dos professores, mas tudo isso será compensado pela certeza de que, em milhares de salas de aula, milhares de crianças terão como matéria lectiva a última moda ideológica governamental e que haverá sempre espaço para colocar boys nas direcções regionais. Igualmente assegurada está a plateia infanto-juvenil para que a ministra do momento, à semelhança do que tem feito Isabel Alçada, use as visitas as escolas para fazer prelecções sobre as maldades da oposição.

Para aniquilar o ensino privado procura agora reduzir-se o número de pessoas que a ele recorrem, obrigando as famílias que fazem essa opção a pagar duas vezes: uma através dos impostos que mantêm de pé a rede pública onde alegadamente os seus filhos têm vaga e outra através das mensalidades no privado. Mas mesmo que todos os alunos que frequentam o privado tivessem vaga no ensino público, e não é verdade que tenham, o Estado não deve ter o direito de condicionar as famílias a optar pelo público ou pelo privado. Deve sim assegurar à escola escolhida pelas famílias a verba que disponibiliza em média por aluno. No fim ganharemos todos. No público e no privado, pois a qualidade é indissociável da liberdade de escolha. E como é óbvio em nenhum destes locais o ensino é gratuito. Antes pelo contrário em todos eles, públicos e privados, pagamo-lo e bem caro.

O que está em causa neste final de 2010, em que o Governo anuncia o fim dos contratos de associação com várias escolas privadas, é tão-só o seguinte: em Portugal existe escolaridade obrigatória ou obrigatoriedade de frequentar o ensino público? Para início de conversa tudo seria mais claro se as escolas públicas, tal como as privadas, entregassem a cada aluno um talão com o valor da respectiva mensalidade. É que a quimera do gratuito custa-nos muito dinheiro e gasta-nos a paciência.

Helena Matos, Público, 2010-12-09

Um escândalo em tempo de crise económica

Depois de ler este artigo do Orlando, apetece-me apenas fazer duas observações:

1ª) Realmente, começo a perceber para onde vão os impostos que pago e os cortes nos salários de muitos portugueses;

2ª) Quem quiser abortar (pecando grave e mortalmente), que assuma as suas responsabilidades e pague! Não me mande é a factura para casa, porque eu não tenho de pagar os abortos (com os quais não concordo) dos outros!

sábado, janeiro 22, 2011

Declaração de não-voto

Católico, que sou, não voto. Porque nenhum candidato defende a Vida e a Família - valores fundamentais do humanismo cristão e pilares tradicionais da nossa comunidade.

Patriota, que sou, não voto. Porque nenhum candidato dá garantias de defender a Nação Portuguesa contra os ataques materiais e espirituais vindos do exterior e do interior.

Realista, que sou, não voto. Porque este decadente regime republicano não pode continuar a ser legitimado; e, deve ser questionado, a partir de uma abstenção superior à votação.

Lida no espaço superiormente animado pelo João Marchante. Faço-a minha.