Por tudo isto, foi com enorme surpresa e maior alegria que encontrei este "Angel cautivo en el tiempo": um excelente blogue católico tradicional que tem como fonte condutora os trabalhos do notável pensador colombiano. Recomendo-o a todos os meus leitores. Vale mesmo a pena lê-lo!
quinta-feira, dezembro 24, 2009
De regresso a Nicolás Gómez Dávila
Por tudo isto, foi com enorme surpresa e maior alegria que encontrei este "Angel cautivo en el tiempo": um excelente blogue católico tradicional que tem como fonte condutora os trabalhos do notável pensador colombiano. Recomendo-o a todos os meus leitores. Vale mesmo a pena lê-lo!
segunda-feira, dezembro 21, 2009
O episcopado que o Papa vai encontrar em Maio próximo
- Algumas perguntas ao Bispo de Viseu;
- Justo pedido de esclarecimento.
Acrescentaria tão-só mais dois pontos.
Primeiro, é uma honra para os católicos tradicionais que esta gente levante todo o tipo de entraves à celebração da Missa de sempre, mostrando assim que a nossa religião nada tem a ver com as heresias deles.
Segundo, em relação ao caso patológico do Bispo de Viseu, insisto no que aqui já escrevi em tempos: Roma não tem outra alternativa que não seja a de reprovar os ensinamentos erróneos deste e exigir a sua retractação pública pelos escândalos que tem provocado. Caso tal retractação não aconteça, à mesma Roma não restará outra alternativa que não seja a de concluir que tal bispo deixou de ter condições para exercer publicamente o seu múnus episcopal e, em consequência, deverá destitui-lo de funções. Menos é impossível de exigir em coerência, face ao precedente aberto com a situação de Monsenhor Williamson.
Da Igreja militante em Portugal contra a Igreja claudicante
Ora, é neste contexto que merece os mais rasgados elogios o combate praticamente solitário que o ilustre sacerdote católico que é o Senhor Padre Nuno Serras Pereira tem vindo a travar em defesa da verdade cristã: sozinho faz mais por esta última do que toda a Conferência Episcopal Portuguesa em conjunto, permitindo que a Igreja militante continue a existir em Portugal! Comprovam-no a luta infatigável que move contra o crime do aborto e a aberração dos emparelhamentos homossexuais, plasmada nos corajosos artigos que publica regularmente no imprescindível "Logos" e que traduzem o pleno sentir de todos os católicos dignos desse nome (ainda que não - como é óbvio! - dos lobos com pele de cordeiro, católicos de letreiro e embaixadores do príncipe deste mundo no seio da Igreja, vulgarmente conhecidos por progressistas).
De tais artigos, destacaria, sugeriria e recomendaria a leitura dos que abaixo indico, face à recente ofensiva socialista contra a ordem natural que deve vigorar no casamento:
- Casamento entre homossexuais. É lá com eles?
- Casamento ou união civil?
- Também enganarão o Papa?
sábado, dezembro 05, 2009
Revolución sexual: ¿liberarse de qué?
.
En nuestras propias filas, las tradicionalistas –y también en algunas aledañas- se sigue combatiendo con furia y rigor una serie de enemigos declarados de la civilización cristiana, como el comunismo o el liberalismo, por ejemplo. Esta crítica es demoledora y bien fundada. Pero tendemos a olvidar que el enemigo requintado de nuestra época es el nihilismo. Contra el maldito nihilismo deberíamos descargar doble número de mandoblazos, al menos, que contra los enemigos “clásicos”. La quinta revolución, la nihilista, es la que está corroyendo todos nuestros fundamentos sin dejar nada en pie, es la más rabiosamente actual y, sin duda, es la más deletérea.
Me sorprendió ver una voz discordante sobre la revolución sexual en la prensa general, la cual recomiendo como lectura. Existen quienes hacen su particular camino de Damasco, y esto es siempre bueno: quien yerra debe reconocer su error. Si ha habido un vector pernicioso, perniciosísimo, de estos últimos tiempos ése ha sido la pinza conseguida por una combinación tan letal como exitosa de feminismo y pansexualismo, ambos epifenómenos nihilistas donde los haya. Sobre el feminismo hay mucho, y bueno, para leer, pero baste siquiera esta pincelada. Pero no nos ocupemos hoy del feminismo pues en A Casa de Sarto ya lo hemos hecho en anteriores y recientes ocasiones y en otras, y pretéritas, ocasiones, también. Asimismo, desde esta modesta tribuna, se ha denunciado el íntimo contubernio entre feminismo y asesinato de inocentes.
En el primer enlace de esta entrada se carga sobre el pansexualismo, sobre la tan traída y llevada revolución sexual. Revolución que empezara de manera oficial en los años contemporáneos de ese otro misil contra Iglesia, y por ende contra la civilización, llamado Vaticano II. Aunque en realidad esta revolución empezó en los años 20. El terreno ya había sido allanado por la hipócrita moral victoriana.
Que nadie se engañe: ni el feminismo ni la revolución sexual han sido gestadas por las mujeres. La mujer, por su propia esencia, tiene en el aspecto sexual un daño menos marcado del Pecado Original que el hombre. Hartos estamos a ver que el hombre disocia el sexo de las emociones y lazos afectivos, pero esto siempre es más difícil en la mujer, lo cual indica su menor daño en esta esfera por mor del Pecado Original. El feminismo y la revolución sexual han sido creados por los hombres con el objetivo innoble de tener “carne fresca” con la que regodearse (y regocijarse, claro está).
Es hora de que los hombres recuperen su nobleza de espíritu. Dicha nobleza está reñida con la promiscuidad. La mujer merece un respeto por su debilidad y mayor fragilidad física. Es propio de caballeros proteger al débil. La mujer merece un respeto y una protección en tanto en cuanto es un ser que es (o va a ser o fue) susceptible de llevar vida dentro de sí. A este privilegio de la maternidad, sublime en el caso de Nuestra Señora donde esto alcanza su perfección, todo hombre con un mínimo de nobleza de espíritu debería responder con la inclinación de la cabeza y hasta la rodilla en tierra.
El artículo primero que enlazábamos nos cuenta las cuitas de quien vivió esa revolución sexual y sufrió sus consecuencias. La promiscuidad y el sexo más o menos libre le hacen daño a todos, pero mucho más –si cabe- a la mujer.
Es hora de recuperar el espacio sagrado del sexo, que en Nuestra Santa Religión tiene su sello en el Matrimonio, elevado a la naturaleza sacramental. Es hora de recuperar por parte de los hombres el compromiso que implica el sexo, compromiso exclusivo con una mujer al que hay que amar como no se ama a ningún otro ser humano; compromiso indeleble extendido a unos hijos que están ahí o que pudieran venir. Es hora, también, de que las mujeres recuperen el respeto de sí mismas con las virtudes de la modestia, el pudor, el recato e incluso la inocencia, palabras ominosas a este mundo descristianizado de nuestros días. Si alguien no me cree, que mire alguna de las fotos, posiblemente bien petroleadas con alcohol (¡y ojalá sea sólo con alcohol!) del primer enlace que sugeríamos.
Pero, precisamente por ominosas al mundo contemporáneo, más necesarias que nunca.
Y para eso, y para comenzar, no estaría mal empezar no reduciendo lo sexual a lo meramente genital, justamente lo contrario de lo que hizo y hace la revolución sexual.
La revolución sexual no es una liberación. Es una esclavitud.
.
Rafael Castela Santos
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Vós sois a luz do mundo!

A São Pedro disse Cristo: Tu es Petrus, et super hanc Petram aedificabo Ecclesiam meam (Mt. 16, 18); a D. Afonso disse Cristo: Volo in te, et in semine tuo, imperium mihi stabilire. A Pedro disse: Quero fundar em uma Igreja, não tua, senão minha, ecclesiam meam. A Afonso disse: Quero fundar em ti um império, não para ti, senão para mim: Imperium mihi. A Pedro, na instituição da Igreja, não disse in te et in semine tuo, porque, como o império da Igreja era universal sobre todas as nações do mundo, quis que todas as nações tivessem direito à eleição da tiara: o hebreu, como Pedro; o grego, como Anacleto; o romano, como Gregório; o alemão, como Victor; o francês, como Martinho; o espanhol, como Calisto; o português, como Dâmaso. Mas na instituição do Reino de Portugal disse Cristo: In te, et in semine tuo; porque como era reino particular de uma só nação, quis que fosse hereditário e não electivo, para que continuasse na sucessão e descendência do mesmo sangue. E porquê tudo isto, e para quê? Não para o fim político, que é comum a todos os reinos e a todas as nações, senão para o fim apostólico, que é particular deste reino e desta nação. O mesmo Cristo disse nas palavras com que o instituiu: Ut deferatur nomen meum in exteras gentes, para que por meio dos Portugueses seja levado meu nome às gentes estranhas. Ainda então não sabia o mundo que gentes estranhas fossem estas, mas a daí a 400 anos, quando também o mundo se conheceu a si mesmo, o soube. Vede se foi instituição apostólica. De São Pedro disse Cristo: Ut portet nomen meum coram gentibus (Act. 9, 15); e aos Portugueses disse o mesmo Cristo: Ut deferatur nomen meum in exteras gentes. Aos Apóstolos disse Cristo: Videte regiones, quia albae sunt ad messem (Lc. 14, 35); e aos Portugueses disse o mesmo Cristo: Ut sint messores mei in terris longinquis. E notai que disse nomeadamente messores, segadores, porque se havia de servir também do seu braço e do seu ferro. Quando Cristo apareceu a el-rei D. Afonso, estava ele na sua tenda lendo a história de Gedeão, não só com um, mas com dois mistérios: primeiro, para que o rei não desconfiasse da promessa, vendo que os seus portugueses eram poucos; segundo, para que os mesmos portugueses entendessem que, como soldados de Gedeão, em uma mão haviam de levar a trombeta e na outra mão a luz (Juízes 7, 20). A Pedro chamou-lhe Cristo Cephas (Jo. 1, 42), pedra, em significação do que havia de ser; os Portugueses primeiro se chamaram Tubales (de Tubal) que quer dizer mundanos e depois se chamaram lusitanos: lusitanos, para que trouxessem no nome a luz, mundanos para que trouxessem no nome o mundo, porque Deus os havia de escolher para luz do mundo: Vos estis lux mundi.
Padre António Vieira, S. J. - Do "Semão de Santo António", pregado na Igreja de Santo António dos Portugueses, em Roma, no ano de 1670.
segunda-feira, novembro 30, 2009
As ideias têm consequências
Reafirmando princípios fundamentais

Debater se o presidente da república deve andar com a cabeça descoberta, coberta por um chapéu de coco ou uma coroa é discussão que os monárquicos devem evitar, pois não lhes fica bem compartilhar um núcleo fundamental de ideias - da idolatria da vontade popular ao concomitante desprezo da soberania de Cristo - com o chefe dos pedreiros-livres. Por mim, que nunca militei nos velhos grupos monárquicos, e assim me poupei às figuras menos airosas feitas por muitos dos seus membros que tanto contribuíram para o descrédito da ideia de Monarquia em Portugal, prefiro compartilhar o destino da causa com a novíssima geração que surge agora no horizonte - e que em boa parte, um pouco por todo o mundo, é também uma das razões do grande vigor actual da tradição católica -, ademais de reflectir nas ideias propugnadas pelos grandes mestres de sempre, de São Tomás de Aquino até ao nosso António Sardinha.
Do uso dos chavões clerical e fundamentalista
Ora, compreende-se bem a razão de ser do recurso a estes chavões infames: através do seu uso, quem assim procede, intenta desumanizar e até diabolizar os que por eles são visados, ademais de tentar desacreditar os pontos de vista dos mesmos sem precisar de discuti-los ou contrariá-los. De permeio, procura ainda atingir um objectivo inconfessado: disfarçar o seu próprio clericalismo (jacobino), fundamentalismo (relativista, subjectivista e indiferentista) e fanatismo (ateísta), imputando tais características sectárias a terceiros.
De facto, como outrora havia quem invocasse o espectro do clericalismo, há hoje quem abane o do fundamentalismo islâmico e o associe com desprezível má fé aos católicos tradicionais. Desconhecem os analfabetos que assim procedem, como já escrevi aqui em tempos, que na cidade cristã da civilização ocidental sempre imperou a separação entre a esfera religiosa e a esfera civil. Bem distinto é o curto-circuito que estes últimos pretendem provocar, sob a aparência de defenderem tão-só tal separação: na verdade, almejam a cisão entre a lei natural e a lei positiva, com o consequentemente consagrar da soberania ilimitada da vontade humana, desiderato máximo do seu fanatismo ateísta que foi o primeiro e principal responsável por todas as barbáries totalitárias ocorridas ao longo do século XX.
terça-feira, novembro 24, 2009
Pensamiento sobre la muerte
.
“En cada acción, en cada pensamiento, deberías comportarte como si tuvieras que morir hoy mismo; si tuvieras la conciencia recta, no tendrías miedo a morir. Sería mejor estar lejos del pecado que huir de la muerte. Si hoy no estás preparado para morir, ¿cómo lo estarías mañana?”
.
Imitación de Cristo (1, 23,1)
.
(RCS)
sexta-feira, novembro 20, 2009
Llamamiento al Papa a favor de la restauración del arte sacro
A través de Una Voce Sevilla nos llega este llamamiento al Santo Padre para la restauración del arte sacro. Una verdadera restauración católica tiene que tener en cuanta algunos elementos cruciales. Entre ellos destaca el arte sacro. El documento, que se lee muy bien, explica por qué hemos de defender esta parcela y recuperar la Tradición dentro de la misma. La sana antropología católica reclama que sea a través de los sentidos como se informa de Dios. Uno de los errores cabales, basados en una pésima antropología, de los modernistas es su esfuerzo panrracionalista. El Misterio, el Misterio de Dios, encuentra en el lenguaje artístico una avenida más adecuada de aproximación al mismo; harto distante de esa sequedad tan iconoclasta como aburrida ad nauseam de los textos modernistas.
Yo me pregunto si esta restauración del arte sacro no pasa, entre otras cosas, por la demolición hasta los cimientos de las extrañas construcciones de Fátima y su arte blasfemo contra Nuestro Señor Jesucristo. Una amiga ortodoxa que recientemente visitó el Santuario Mariano se escandalizó profundamente de ver en Fátima el deforme e insultante crucifijo que define esa novedosa construcción, tan ajena toda ella a cualquier parámetro católico, por laxo que éste sea.
Lo repugnante referido a Dios es sencillamente blasfemo. Y todo eso repugnante, como dice un añorado y admirado Prelado en su catalán nativo, sólo puede tener un destino: “a cremar-lo tot …”.
Pero todo. Absolutamente todo.
¡Cómo se echa de menos al Santo Ángel Exterminador!
Rafael Castela Santos
Educación sexual: de aquellos polvos vienen estos lodos
En España ahora quieren forzar una educación sexual a la que los padres se oponen. El gobierno evita, utilizando agentes sanitarios, el que el debate pueda quedar en el terreno educativo. Estos programas de educación sexual basados en el “sexo seguro” ya han demostrado sus resultados en Estados Unidos: una epidemia de enfermedades de transmisión sexual, incluido un repunte del SIDA. Amén de una pléyade de embarazos que han terminado en abortos asesinos, quirúrgicos y/o químicos.
Son refractarios hasta a la mismísima realidad, hasta a los resultados. ¿O más bien tienen una agenda que implementan sean cuales sean los resultados?
Agenda anticristiana siempre, of course.
Rafael Castela Santos
quarta-feira, novembro 18, 2009
Hitler y la Navidad
Los nazis intentaron erradicar la Navidad y, en sustitución, produjeron una parafernalia de símbolos, tarjetas navideñas, etc., que reemplazaban a las auténticas y tradicionales señas de identidad navideñas. Una vez más demostraban su auténtico cariz anticristiano.
¿Encuentran Vds., por casualidad, alguna concomitancia con las autoridades modernas, quienes intentan proscribir, descafeinar, vaciar y adulterar la Navidad? Lo que uno ve ahora por doquier son símbolos que, como mucho, sólo son tangencialmente navideños. Es decir, cristianos.
Rafael Castela Santos
terça-feira, novembro 10, 2009
El liberalismo económico: esa falacia
Este artículo de Brian McCall salido recientemente en The Remnant es una delicia. Llama la atención sobre aspectos fundamentales de la economía cuando se la enfoca desde la luz de la Fe o desde el Derecho Natural. Quizás incluso le sirva hasta a O Corcunda para incluirlo en su Revista de Teoría Política.
La economía es una ciencia que estudia las acciones humanas necesarias para proveer, para satisfacer, las necesidades humanas. En sí mismo este fin es un fin intermedio. Y esto es así porque para el católico el fin último es la visión beatífica de Dios y desde la Moral Natural el fin último es vivir virtuosamente en paz. Esto último está sacado de Aristóteles y conlleva profundas implicaciones tanto para la persona como para la sociedad.
El eje del trabajo de McCall es que esas acciones necesarias que estudia y lleva a cabo la economía implican decisiones. Y dondequiera que hay decisiones la Moral y la Ética se meten de por medio. Las decisiones económicas –lejos del liberalismo rampante que hoy padecemos- no tienen un fuero aparte que las libera de la Moral. Están sometidas a la Moral y, si no se ajustan a ella, son inmorales. La economía no es una ciencia ciega y determinista.
De todo lo anterior se colige que el fin del beneficio no es un fin último y, menos aún, un fin en sí mismo. El beneficio está limitado por muchos axiomas morales. A la búsqueda del beneficio de manera desordenada se le llama avaricia, se disfrace como se disfrace este pecado y este mal moral.
Lean, por favor, el trabajo sobre los liberales económicos de Brian McCall. ¿No creen que el mundo está lleno de avaricia después de leer este trabajo?
El liberalismo político resulta inaceptable para un católico. El liberalismo económico también.
Rafael Castela Santos
sábado, novembro 07, 2009
Eu também quero e apoio a criação da "Una Voce Portugal"!
Realço ainda que a "Una Voce" é eminentemente uma associação de leigos, urgindo, de uma vez por todas, que os católicos portugueses se reúnam e organizem em defesa dos direitos da Santa Missa na Terra de Santa Maria. E que melhor forma de fazê-lo, se não sob o nome de uma associação prestigiada ao mais alto nível, que libertada das amarras dos tempos do indulto, fala agora sem quaisquer constrangimentos em defesa de fé católica tradicional?
A lição de uma sentença infame
Sobre esta desgraçada decisão judicial, acrescentaria tão-só o seguinte: é ilógica e irracional, para além de desprovida do mais elementar senso comum. Sob uma pseudo defesa da liberdade de religião, bane do espaço público as manifestações concretas de religiosidade; sob uma pretensa salvaguarda dos direitos das minorias e da necessidade de preservá-las da exposição aos símbolos religiosos da maioria, calca os direitos da maioria e expõe directamente os membros desta aos símbolos - ou ausência deles - impostos por uma minoria radical facciosamente ateia, que faz progredir a sua ímpia agenda ideológica debaixo do disfarce da neutralidade religiosa.
Sem prejuízo, mesmo do mal é possível extrair o bem, não deixando de ser irónico que esta sentença tenha surgido precisamente durante o decurso das discussões doutrinárias entre Roma e a Fraternidade Sacerdotal de São Pio X. Ao ver as reacções dos membros da Igreja institucional ao aresto europeu, nomeadamente as dos Cardeal Bertone e do Padre Lombardi (bastante apatetada a deste último, por sinal), é impossível não concluir que Deus tem um sentido de humor assaz peculiar. É que a decisão em questão mais não é do que o corolário - porventura indesejado mas inevitável - do "laicismo saudável" defendido por Roma desde o Concílio Vaticano II. Quando se nega o Reinado Social de Cristo e se recusa instaurar tudo em Cristo, recebe-se na volta o Reinado Social do Príncipe deste Mundo e tudo instaurado em Satanás. Que tal lhes sirva de lição aprendida da pior forma possível!
quinta-feira, novembro 05, 2009
Repensando Taizé
Cuando murió el hermano Roger, asesinado, se hicieron muchos eulogios. A mi parecer estos fueron completamente inmerecidos. Repudiando esta muerte asesina, como la repudio, preferí guardar en aquellos primeros instantes para no herir sensibilidades. Siento decir empero que no tengo simpatía alguna por Taizé ni por lo que ello encarna. De hecho pienso que el hermano Roger sintetiza lo mucho que de nocivo tuvo el Vaticano II. Dejamos constancia de esto aquí y por mi parte todo comentario huelga.
Por su parte Dom Lourenço Fleichman apostillaba en un breve:
.
“Decididamente os critérios da Roma de Vaticano II não são mais católicos. Todo esse ambiente criado pelo Ecumenismo, ambiente de muitos abraços, amizades emocionais, sensações de união e, principalmente, de diminuição das verdades de fé católica, estabelece situações curiosas e dolorosas: penso na beatificação de Madre Tereza de Calcutá. Por mais que sua obra seja admirável do ponto de vista natural, não se pode conceder as honras dos altares para uma religiosa que fazia questão de não batizar as crianças e adultos que morriam nas suas casas, vindos de outra religião. É incalculável o número de almas que foram para o inferno, de crianças privadas da visão beatífica por causa de tal negligência e de tão falso princípio, contrário ao mandamento de Nosso Senhor: ‘Ide, batizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. O que crer e for batizado será salvo, o que não crer será condenado.’
Assim também para a união de fraternidade com os protestantes de Taizé, em particular um pobre coitado que morre sem preparação, sem arrependimento, sem ter sido ajudado por tantos amigos da alta hierarquia, que tinham por obrigação alertá-lo sobre a necessidade da Igreja Católica para se alcançar o céu. Nossas orações vão no sentido de que Nosso Senhor lhe tenha dado a chance, nos segundos que teve, de aderir à verdade que, em toda sua vida, nunca aceitou.”
.
Me pasa lo que a Dom Lourenço. Tampoco tengo mucha simpatía por el irenismo sincretista de la Madre Teresa, por más que admire su enorme caridad hacia el prójimo. Pero … ¿una caridad que pone sordina a la Verdad? ¿una caridad que pone las virtudes naturales por encima, y aún a costa, de las virtudes sobrenaturales? ¿una vida religiosa y una espiritualidad que coquetean con la herejía …?
La caridad, la verdadera Caridad, es lo que uno vive en la Santísima Trinidad. La filantropía pura, siendo loable, no es Caridad perfecta porque siempre será el palo vertical de la Cruz el que sostiene el brazo horizontal de la Cruz. Para que la Caridad hacia el prójimo sea óptima ésta tiene que insertarse en una vivencia en y por la Santísima Trinidad sin fisuras. Es decir, en una Fe sin compromisos.
Y la fe de Taizé tenía, y sigue teniendo, muchos compromisos, muchas fisuras y muchas resquebrajaduras.
.
Rafael Castela Santos
quarta-feira, novembro 04, 2009
¿Dónde está Dios? ("Por ái")
¿Dónde está Dios? Por ái. Está en los justos
y está en los pecadores
en los templos vetustos
y en la efímera pompa de unas flores.
Para que no lo adores
semanalmente sólo, a plazos justos
está en la noche insomne de disgustos
y en la aurora de férvidos colores.
Escondido en el fondo de tu fuerte
paciencia o tozudez y en esa frágil
tenue esperanza de vencer la muerte
y en esa atada inteligencia ágil
reina cautiva que conoce cierto
que hay una puerta y -no sé dónde- un Puerto.
...
¿Dónde está Dios?
¿Dónde está Dios? Me ha preguntado
no lo encuentro por ningún lado.
Lo busqué en la noche entre las estrellas
y lo busqué de día entre las flores bellas.
En la sonrisa de los niños y en su llanto
en el vuelo de los pájaros y en su canto
por todos lados lo he buscado
más no lo he encontrado.
¿Dónde estás Dios mío?
Hace tanto frío y no tengo abrigo
tengo tanta hambre. No he comido.
Se escuchó una voz:
"¡Despierta! ¡Despierta! ¿Estás dormido?
Abre tus ojos. Siempre estoy contigo”.
¿Dónde está Dios?
Dios te siento a mi lado
y me proteges y me cuidas
estás día a día
enseñándome en la vida.
No sólo te encuentro
en tu casa o en las misas
también te encuentro
en mis sueños, en mi risas.
Busco en mi corazón
sé que vos estarás
pase lo que pase siempre me querrás.
Si estoy solo y tengo miedo
me pongo a rezar
y sé que siempre me protegerás.
-
Leonardo Castellani (del Libro de las Oraciones, 1942)
-
(RCS)
sábado, outubro 31, 2009
La verdadera faz de Obama
De entre lo mucho que uno ha leído sobre Obama en tiempos recientes lo mejor de todo han sido estos artículos salidos de Christian Order que aquí enlazamos en su parte I y su parte II. No puedo por menos de compartirlos con todos Vds., nuestros lectores, y de recomendárselos muy fehacientemente.
El análisis exhaustivo del personaje que Christian Order realiza deja prácticamente irrelevantes todos los demás artículos sobre este San Juan Bautista del Anticristo que se sienta en el Trono de la potencia hegemónica de nuestros días: el Quinto Imperio, el de Satanás. Obama es mucho más siniestro de lo que aparenta.
Lógico, siendo quien es y sirviendo a quien sirve.
Rafael Castela Santos
sexta-feira, outubro 30, 2009
John Hepworth
Menos mal que por fin un Sacerdote católico, teólogo, pone el dedo en la llaga sobre los problemas de los anglicanos que se están viniendo a la Iglesia.
Hace años, muchos ya desde que me fui a vivir a Gran Bretaña, que tengo contactos con excelentes personas de la Anglican High Church y de los, autodenominados, anglocatólicos. Y mi admiración por algunos conversos del anglicanismo al catolicismo, como G.K. Chesterton o Evelyn Waugh, es grande y ellos dan fe de lo fecundo de esta conversión. Nada que objetar pues a esta nueva conversión a la Fe católica, que implicará la Ordenación (que no reordenación) de todos sus Sacerdotes y Obispos. Ya demostró León XIII la pérdida de la Sucesión Apostólica de la Iglesia Anglicana. En todo caso el experimento anglicano está acabado.
Sirva como muestra de la formidable fortaleza de estos anglicanos que quieren venir a la Iglesia Católica la Parroquia episcopaliana de St Clement’s, de Philadelphia. Ya quisiera uno ver el respeto y la devoción litúrgicas que ve en estos anglicanos en muchas de las parroquias del Novus Ordo. De hecho esta venida de los anglicanos tradicionales a la Fe Católica es una prueba más de que algo está cambiando en Roma y que la lucha por la defensa de la Liturgia Tradicional es crucial. Más aún, aunque ellos sigan conservando sus formas anglicanas, lo cierto es que entre estos grupos de anglicanos tradicionales la Liturgia está increíblemente más próxima a la Liturgia tradicional católica que al Novus Ordo o Forma Ordinaria.
Pero el problema son aquellos que intentan entrar “por la puerta de atrás”. Si ha habido una figura señera en la Traditional Anglican Communnion ésta ha sido, precisamente la de John Hepworth. Empero hay que saber la biografía de este antiguo Sacerdote católico que abandonó la Fe para casarse con una señora. Tras su boda con esta señora John Hepworth se dedica a vender coches. Luego se divorcia de ella y hay un periodo de su vida donde se dedica a vender seguros. Se vuelve a casar una segunda vez y se mete en la Universidad, donde escala rápidamente y acaba en los Episcopalianos. Se sale de estos últimos y da el coup d’etat de la Iglesia Anglicana.
En definitiva, virajes del Misal Romano al Common Prayer, de ahí al English Missal. Y vuelta a empezar. Un Sacerdote católico enfrascado en la vida laica, con dos matrimonios en su haber, con un episodio episcopaliano y luego un desemboque en la Traditional Anglican Communion. ¿Es esto aceptable?
No se puede confundir la conversión de los anglicanos tradicionales con la de su Arzobispo John Hepworth. Los primeros pueden entrar por la puerta grande. John Hepworth, el Padre John Hepworth, lo que tiene que hacer es regularizar su situación, que es enormemente irregular. Pero John Hepworth no es el único: hay más de uno en esta situación, algunos conocidos míos personales.
¿Se puede admitir a estos Sacerdotes por la puerta grande?
Creo que no se debe.
Rafael Castela Santos
quinta-feira, outubro 29, 2009
Una historia de amor preciosa
Lo cierto es que Azaña, que tanto persiguió a la Iglesia Católica, murió en los brazos de un Obispo, confesado y confortado con los últimos Sacramentos.
Léanla, por favor. Es una historia preciosa que encierra más Teología que un Tratado.
Dar la vida por los amigos es cosa grande. Ofrecerla por los enemigos es heroico.
Rafael Castela Santos