segunda-feira, agosto 24, 2009

Os novos desenvolvimentos da Reforma da Reforma Litúrgica


Pretendia que este espaço fosse o primeiro blogue católico tradicional português a fazer eco das recentes, importantes e excelentes notícias sobre os novos desenvolvimentos da reforma da reforma litúrgica do Papa Bento XVI. O meu amigo Afonso Miguel, d'"A Tribuna", antecipou-se. Para a sua leitura remeto agora integralmente.

Um bispo contra os sacerdotes artistas do palco litúrgico...

… e em defesa da celebração "ad orientem": Monsenhor Edward Slattery, Bispo de Tulsa, Oklahoma, Estados Unidos. Porque a liturgia não é uma conversa sobre Deus, mas antes culto prestado a Deus. Um artigo imprescindível comentado pelo Padre Z no seu blogue.

quinta-feira, agosto 20, 2009

Sete minutos no reino do "novus ordo"

No passado dia 9 de Agosto, Domingo, estando bem a Norte de Portugal, e portanto distante de qualquer local de celebração da Missa Tradicional (em Braga não havia nada), lembrei-me de verificar se a reforma da reforma litúrgica estaria porventura a ser objecto de alguma receptividade no nosso país. Em mau momento o fiz. Eram onze horas da manhã, enchi-me de coragem (para este efeito preciso mesmo de muita) e dirigi-me a uma igreja onde se ia oficiar a Missa segundo o rito de Paulo VI. Reparei que à porta desta se fazia menção ao horário da Eucaristia e não da Missa. Sintomático. Entrei e notei que o altar não tinha qualquer arranjo beneditino. Sintomático, de novo. Depois surgiu o sacerdote - ou deveria dizer antes o presidente da assembleia litúrgica? - para iniciar a celebração, paramentado com a característica albarda que os modernistas supõem erradamente ser uma casula gótica. Confesso que já não me recordo se começou dizendo "Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", se "Muito bom dia a todos!". Mas tenho bem presente que ele era aquilo a que Monsenhor Nicola Bux chama de sacerdote vedeta ou sacerdote artista, isto é, aquele sacerdote que por força da posição de oração litúrgica "versus populum" se pretende tornar à força o centro das atenções dos fiéis, olvidando-se de que a liturgia não é dele nem para as suas excentricidades, mas antes de Cristo e para prestar culto a Deus. E no caso, o mesmo, após a saudação inicial, em vez de oficiar segundo as rubricas prescritas, optou por proferir, a partir do altar, uma extemporânea homília com considerações porventura oportunas noutro contexto, mas ali, naquele momento, totalmente descabidas. De modo notório, perorava à maneira de um pastor num serviço religioso protestante, muito longe de pretender fazer o que a Igreja sempre fez. Atacado pelo nervosismo que se começava a manifestar através de sudação abundante, levantei-me e abandonei a igreja. O meu relógio marcava onze e horas e sete minutos. Pensei para comigo aquilo que sinto e sei há muito: o "novus ordo" é ele próprio o primeiro e principal abuso litúrgico anticatólico. Em consciência não o consigo suportar! Não posso! É impossível!

Em tempo de férias gostei muito

Em tempo de férias gostei muito de ler esta nova e notável entrevista de Monsenhor Domenico Bartolucci, a que outros blogues amigos já fizeram referência. Que falar tão claro e directo! Prouvera que todos os homens de Igreja tivessem o sentido de tradição que aquele tem e que já revelou anteriormente!

Em tempo de férias não gostei nada

Em tempo de férias não gostei nada da posição hipócrita daqueles que acham que quem hasteia uma bandeira da monarquia liberal (a minha bandeira é outra…) na varanda da Câmara Municipal de Lisboa deve ser processado criminalmente com toda a severidade, sem que contudo defendam idêntico rigor para com todos os que assassinam crianças inocentes e indefesas no seio do próprio ventre materno através da prática abjecta do aborto a simples pedido.

sábado, agosto 08, 2009

Más persecución anticatólica en España

La Agencia FARO nos envía el siguiente comentario que estimamos necesario reproducir a continuación.
Que sepan nuestros lectores que la persecución anticatólica ya ha tomado curso legal en España; con abierta dejación de las autoridades (que posiblemente miren con simpatía estos ataques a la Iglesia y a los católicos). Y que sepan, también, que estos comienzos presagian una persecución a más escala en el gran antro de ingeniería social en que España se ha convertido. Tengo para mí que España es el experimento más avanzado de disolución moral y social del mundo como Gran Bretaña es el banco de pruebas de ingeniería social más destacado en temas de control de población.
Es muy interesante ver cómo el sistema capitaliza a grupos de ultraizquierda para estos menesteres. En efecto, la Revolución siempre precisa de sans-culottes.

RCS

“Poco a poco, espoleada por el Gobierno (de ocupación) de España, por los medios de información del sistema, por la ubicua y difusa izquierda radical (perfectamente relacionada con la izquierda oficial, en la que por supuesto se incluye el PP) y, forzoso es reconocerlo, con la colaboración de no pocos eclesiásticos, la hostilidad hacia la Iglesia y el odio contra el cristianismo se van manifestando más abiertamente.
Así, en el transcurso de las dos últimas semanas se han multiplicado los ataques contra templos. Limitados casi siempre a pequeños desperfectos y pintadas en el exterior, acompañadas de símbolos anarquistas, comunistas y ‘antifascistas’, empiezan a revestir una llamativa unidad en el mensaje: el lema preferido es ‘La única iglesia que ilumina es la que arde’ (o ‘la ke arde’, en grafía típicamente ‘antifa’) que, como recordarán los lectores de FARO, fue también el escogido por las feministas que apoyaron al barco abortista holandés de ‘Women on Waves’ el pasado octubre en Valencia. Sólo en la ciudad de Barcelona, veinte iglesias han sufrido estos ataques en los últimos días, en siniestra conmemoración del centenario de la Semana Trágica. Al otro lado de la Península, en Béjar (provincia de Salamanca) lo mismo le ha pasado a la iglesia de Los Pinos. Son sólo unos pocos ejemplos. En Madrid empieza a ser habitual; a la salida de algunos templos de Lavapiés y de la zona de Embajadores, grupos de guarros (creciente grupo de elementos antisociales, próximos a los antifas) arrojan a veces globos con pintura a los fieles, principalmente ancianos, sin que la Policía tome medidas eficaces para impedirlo. A veces entran durante el culto e insultan a los presentes. FARO informó en mayo pasado de casos similares en Sevilla.
En el actual clima de falsa ‘memoria histórica’, nostálgica de la persecución religiosa llevada a cabo por la II República y el Frente Popular, se sigue avanzando. El pasado domingo 12 de julio, en plena celebración de la misa de las 11:30, se intentó quemar con gasolina la parroquia provisional de Santa Genoveva Torres, en Majadahonda (provincia de Madrid). La misma había sufrido antes ataques ‘de baja intensidad’, similares a los arriba reseñados.
Se hace necesaria (es necesaria desde hace mucho tiempo) una verdadera reacción católica. Reacción que en España está representada en el lema Dios, Patria, Fueros y Rey legítimo.”

Agencia FARO

(RCS)

Olvidando la Doctrina Social de la Iglesia

No se pierdan, por favor, este comentario salido en El Brigante.
Tiene mucha miga. ¡Muchísima!

Rafael Castela Santos

quarta-feira, agosto 05, 2009

A Reforma Litúrgica de Bento XVI


Acabei a leitura de "La reforma de Benedicto XVI - La liturgia entre la innovación y la tradición", de Monsenhor Nicola Bux. Trata-se de um livro fundamental que permite compreender na íntegra o pensamento e as intenções do Santo Padre em matéria litúrgica. A tese sustentada pelo autor não constitui uma surpresa de maior, pelo menos para quem já conheça "O Espírito da Liturgia", escrito pelo então ainda Cardeal Ratzinger. Segundo o que Nicola Bux argúi fundamentadamente, para o actual Papa Bento XVI, a reforma litúrgica pós-conciliar, nos moldes em que foi efectuada, provocou num enorme número de fiéis não só a perda da noção do fim do culto, mas também do próprio sentido de sagrado. Para recuperar destes efeitos desastrosos, e no âmbito da prossecução da reforma da reforma litúrgica, o rito tradicional latino-gregoriano (para Bento XVI, a forma extraordinário do rito romano) tem um papel fulcral a desempenhar: pela sacralidade, reverência, elevação espiritual e beleza que o caracterizam, ele há-de servir de modelo à consecução daquela reforma do rito paulino (para Bento XVI, a forma ordinária do rito romano). Pretende, assim, o Santo Padre laminar os excessos da reforma inicial de 1969 e reconduzi-la aos objectivos visados na Constituição sobre a Sagrada Liturgia, aprovada pelo Concílio Vaticano II: tal passa pela recuperação do latim como língua litúrgica nas partes da Missa não dirigidas ao povo; pela adopção da posição de celebração "versus Deum"; pela centralização da acção litúrgica na Cruz; pela recitação da fórmula de consagração tradicional; pela redescoberta do canto gregoriano; em suma, tal passa pela tridentinização do rito paulino, tornando-o conforme e compatível com a tradição litúrgica da Igreja.

Ora, caso o Papa Bento XVI obtenha sucesso nesta tarefa hercúlea - e Deus o permita! -, fará então sentido falar-se de uma forma ordinária e outra extraordinária do mesmo rito romano, sendo certo que as diferenças entre ambas ter-se-ão esbatido determinantemente.

***
Estarei de férias na durante uma semana, razão por que só voltarei a actualizar o blogue depois de dia 12.

terça-feira, agosto 04, 2009

A liturgia reformada pós-conciliar: um produto fabricado e banal


Do prefácio da edição francesa de "La Reforme Liturgique en question", de Monsenhor Klaus Gamber, obra de que já publiquei neste espaço a respectiva nota de leitura. Destaques meus.

Un jeune prêtre me disait récemment: "Il nous faudrait aujourd'hui un nouveau mouvement liturgique." C'était là l'expression d'un souci que, de nos jours, seuls des esprits volontairement superficiels pourraient écarter. Ce qui importait à ce prêtre, ce n'était pas de conquérir de nouvelles et audacieuses libertès: quelle liberté ne s'est-on pas dejá arrogée? Il sentait que nous avions besoin d'un nouveau commencement issu de l'intime de la liturgie, comme l'avait voulu le mouvement liturgique lorsqu'il était à l'apogée de sa véritable nature, lorsqu'il ne s'agissait pas de fabriquer des textes, d'inventer des actions et des formes, mais de redécouvrir le centre vivant, de pénétrer dans le tissu proprement dit de la liturgie, pour que l'accomplissement de celle-ci soit issu de sa substance même. La réforme liturgique, dans sa réalisation concrète, s'est eloignée toujours davantage de cette origine. Le résultat n'a pas été une réanimation mais une dévastation. (...) on a une liturgie dégénérée en "show" où l'on essaie de rendre la religion intéressante à l'aide de bêtises à la mode et de maximes morales aguichantes, avec des succès momentanés dans le groupe des fabricants liturgiques, et une attitude de recul d'autant plus prononcée chez ceux qui cherchent dans la liturgie non pas le "showmaster" spirituel, mais le rencontre avec le Dieu vivant devant qui tout "faire" devient insignifiant, seule cette rencontre étant capable de nous faire accéder aux vraies richesses de l'être.

(...)

Il est difficile d'exprimer en peu de mots ce qui, dans la querelle des liturgistes, est vraiment essentiel et ce qui ne l'est pas. Peut-être que l'indication suivante pourrait être utile. J. A. Jungmann, l'un des vraiments grands liturgistes de notre siècle, avait défini en son temps la liturgie, telle qu'on l'entendait en Occident en se la représentant surtout à travers la recherche historique, comme une "liturgie fruit d'un développement"; probablement aussi par contraste avec la notion orientale qui ne voit pas dans la liturgie le devenir et la croissance historique, mais seulement le reflet de la liturgie éternelle, dont la lumière, à travers le déroulement sacré, éclaire notre temps changeant de sa beauté et de sa grandeur immuables. Les deux conceptions sont légitimes et ne sont en définitive pas inconciliables. Ce qui s'est passé après le Concile signifie tout autre chose: à la place de la liturgie fruit d'un développement continu, on a mis une liturgie fabriquée. On est sorti du processus vivant de croissance et de devenir pour entrer dans la fabrication. On n'a plus voulu continuer le devenir et la maturation organiques du vivant à travers les siècles, et on les a remplacés - à la manière de la production technique - par une fabrication, produit banal de l'instant.


Joseph, cardinal Ratzinger.

Foto: Catholic Church Conservation.

Em caso nenhum se admita a Comunhão na mão


Da "Circular sobre a Reverência aos Santos Sacramentos", datada de 21 de Novembro de 1970, de autoria de Dom António de Castro Mayer (foto supra), publicada quando o grande bispo brasileiro exercia em pleno as suas funções episcopais na diocese de Campos. Os destaques são de minha autoria.

Ajoelhar-se, sinal de fé na Eucaristia

Feita a observação de modo geral, queremos, hoje, salientar apenas e brevemente o que convém à Sagrada Comunhão. Será o suficiente como ilustração do que vem a ser um “aggiornamento” falso.

Sabemos, caríssimos Sacerdotes, que, no Santíssimo Sacramento do Altar, está real, verdadeira e substancialmente presente o mesmo Jesus Cristo, Deus e Homem, nosso adorável Salvador, de fé se faz com a inteligência e com os lábios; mas, de maneira mais viva e habitual, através de nosso procedimento da Comunhão.

Na Igreja Latina, a fé viva na Presença Real se ostenta mediante a genuflexão e a postura genuflexa, quando se passa diante ou quando se está em presença da Santa Hóstia Consagrada, ou solenemente exposta, ou em reserva no sacrário. Semelhante atitude baseia-se na Sagrada Escritura. Nela, de fato, lemos que tal atitude é, no fiel, o sinal da adoração. Assim, são louvados os milhares de judeus que “não curvaram os joelhos diante de Baal” (ROM. 11, 4); e, a respeito do Deus verdadeiro, diz o Senhor em Isaías, que “a Ele se curvará todo joelho” (44, 23 – cf. ROM. 14, 11). Mais diretamente a Jesus Cristo, declara o Apóstolo que ao seu nome “dobra-se todo joelho, no Céu, na terra e nos infernos” (Fil. 2, 10). Aliás, era a maneira como externavam sua fé no Salvador aqueles que Lhe pediam algum benefício (cf. Mat. 17, 14; Marc. 1, 40). Na Santa Igreja, o costume de dobrar os joelhos diante do Santíssimo Sacramento, além da adoração devida a tão excelso Senhor, tenciona, outrossim, manifestar reparação pelas injúrias com que a soldadesca infrene ludibriou do misericordioso Salvador, após a flagelação e coroação de espinhos: “de joelhos diante d’Ele, d’Ele zombavam” (Mat. 27, 29).

Fixa-se assim numa Tradição Apostólica o hábito de manifestar, mediante a genuflexão e a postura ajoelhada, nossa fé viva na Divindade de Jesus Cristo, substancialmente presente no altar. Eis porque recebe o fiel a Sagrada Comunhão de joelhos. Não o faz o Sacerdote na Missa, porque ele aí está representando a pessoa de Jesus Cristo. “Agit in persona Christi”, faz as vezes de Cristo como sacrificador, ofício que de modo algum compete ao fiel. Fora da Missa, também o Sacerdote comunga de joelhos.

Não há por que deixar uso tão excelente

Não somente porque é um costume imemorial, com base na Bíblia Sagrada, como pela mesma natureza do ato, a genuflexão nos compenetra de humildade, leva-nos a reconhecer nossa pequenez de criaturas diante da transcendência inefável de Deus, e mais ainda, nossa condição de pecadores que só pela mortificação e a graça chegaremos a dominar nosso orgulho e demais paixões, e a viver como verdadeiros filhos adotivos de Deus, remidos pelo Sangue preciosíssimo de Jesus Cristo.

De onde, a substituição de semelhante costume piedoso por outro só poderia justificar-se, no caso de uma excelência superior tão grande que compensasse também o mal que há em toda mudança, como ensina Santo Tomás de Aquino (1.2.q.97,a.2) com relação aos hábitos que dão vida às leis. Fiel a esta doutrina do Aquinate, o II Concílio do Vaticano estabelece que não se devem introduzir modificações na Liturgia, a não ser quando verdadeiramente necessárias, e assim mesmo, manda que as novas fórmulas dimanem organicamente das já existentes (Const. “Sacrosanctum Concilium”, nº 23).

Ora, o novo modo de comungar não oferece a excelência que sua introdução está a pedir. De fato, comungar de pé é coisa que não apresenta a seu favor textos da Sagrada Escritura, não tem as vantagens espirituais que a postura de joelhos traz consigo, como acima observamos, e tem os inconvenientes de toda mudança, que relaxa em vez de afervorar os fiéis.

Por isso, deve-se conservar o hábito de comungar de joelhos. E no Bispado, comungar de joelhos foi sempre, e continua a ser determinação diocesana, que todos devem seguir. Tanto mais, que, interrogada a Sagrada Congregação para o Culto Divino, sobre se, com o novo “Ordo” se fazia obrigatória a Comunhão em pé, aquele Dicastério romano respondeu que, onde o costume é comungar de joelhos, esse costume “sem a menor dúvida” convém que seja conservado.

Em nenhum caso se admita a Comunhão na mão

Recomendamos, portanto, a todos os caríssimos Sacerdotes que exercem o ministério no nosso Bispado, que se atenham a esta disposição diocesana: só distribuam a Sagrada Comunhão aos fiéis ajoelhados, admitindo apenas exceções em casos pessoais, quando alguma enfermidade torna impossível, ou quase, o ajoelhar-se. Em caso nenhum se permite a Comunhão na mão.

sábado, agosto 01, 2009

De agente de bolsa a religioso

Hoy, en un periódico digital español muy leído, me encontré con la noticia de alguien que ha sido un alto ejecutivo en el mundo de las finanzas y la empresa y que cambia todo eso por la vida religiosa. Estas noticias no son frecuentes y todavía es menos frecuente que estas cosas sean publicadas, pero en el internet hay, todavía, cierta libertad ... al menos por el momento.
Como esto es para pensarlo dos veces, porque mucho es el sacrificio y la renuncia que implica el seguimiento a rajatabla de los consejos evangélicos -Pobreza, Castidad y Obediencia-, no me resisto a compartirlo con Vds.
Sea como fuere, mi enhorabuena a Alberto Núñez por haber "escogido la mejor parte", en palabras de Nuestro Señor Jesucristo.
No estaríamos aquí ninguno de nosotros sino fuera por esas mujeres que tras sus hábitos de monja son auténticos pararrayos divinos y esos hombres que luchan en el cenobio, en el Altar, en todos los sitios posibles, por el Reinado de Nuestro Señor Jesucristo.
Que Alberto Núñez, y todos los demás que como él abrazan y han abrazado la vida religiosa, recen por nosotros, que nos quedamos lidiando con el mundo y en el mundo. En fin, el Cuerpo Místico de Nuestro Señor Jesucristo también tiene algunas tareas en el mundo. Pero sin sus oraciones y sacrificios, nuestras obras son vanas.
El original se puede encontrar aquí.

Rafael Castela Santos

"No ha sido fácil. He dudado a la hora de aceptar el ofrecimiento brindado por McCoy para dirigirme a los lectores de El Confidencial por el pudor que me produce hablar de mí mismo ante desconocidos. Parecíame que es inevitable hacerlo sin buscar, consciente o inconscientemente, el aplauso de los demás y esto es muy poco evangélico. Tras consultarlo, voy a intentar vencer estos escrúpulos con la máxima sencillez de la que sea capaz.
Unos breves datos biográficos para explicar quién soy. Me llamo Alberto Núñez y he sido (hasta ayer 31 de julio) el Director de Estrategia de Gas Natural, cargo que desempeño desde que hace más de cuatro años me incorporara a la compañía. Anteriormente, he trabajado como analista bursátil, primero en Société Générale y luego en BBVA, donde mi último puesto fue de responsable de análisis del sector energético español y paneuropeo. En total, 15 años de trabajo en el mundo empresarial y financiero, en su gran mayoría en el sector energético y en dos de las principales empresas españolas de las que ha sido un orgullo formar parte.
La decisión de abandonar el mundo profesional y empezar una vida religiosa tras todos estos años es, para mí, la suma de diversos factores que se van entrelazando hasta confluir en una misma dirección. Estos factores son de índole profesional, personal y familiar. Soy consciente de que todos nos hemos planteado en algún momento decisiones de cambio de vida. Al final estamos hechos de carne y espíritu (y el espíritu gime cuando la carne domina).
En mi caso, siempre he perseguido con ahínco realizar un buen trabajo, pero comprobaba que las más de las veces sus frutos son amargos: el predominio del corto plazo, el tener que cerrar muchas veces los ojos y el corazón ante las realidades de la vida y el no tener tiempo para nada ni para nadie distinto del trabajo. Partido entre fuerzas de distinto signo, hace unos pocos años me planteé que sólo tenía sentido trabajar en un proyecto en el que al final del camino profesional o vital uno pudiera pensar que la vida -la única que tenemos- ha merecido la pena. En paralelo, mi creencia en la existencia de un Dios que se realiza en el Amor ha ido creciendo poco a poco hasta convertirse en una certeza experimentada. Sí, todos tenemos dudas.
A todos nos atrae lo material. Pero cuando comprendemos que la ternura, la compasión son lo más auténticamente humano (más que la razón), entonces cambia nuestra vida. La muerte de mi hermano hace cinco años a causa de un cáncer ciertamente significó un antes y un después. A partir de entonces, empecé a buscar enriquecer mi actividad profesional con otras. Primero inicié un voluntariado una tarde a la semana en un centro psiquiátrico de San Juan de Dios. Luego, me matriculé en estudios nocturnos de teología en la U.P. Comillas. Finalmente, hace dos años, la Compañía de Jesús me ofreció mudarme al Pozo del Tío Raimundo donde, además de colaborar y vivir con jóvenes, empecé un proceso de discernimiento.
Y, por último, mi madre. A pesar de todo lo anterior no habría tomado esta decisión si ella no lo apoyase entusiastamente. Sin más hijos vivos que yo y sin marido, mi partida significa un sacrificio muy importante para ella, especialmente porque tiene una salud frágil. Un sacrificio que da sentido a su vida y que, por eso, acaba convirtiéndose en ganancia. En fin, no puedo explicar lo que ha pasado estos últimos meses y cómo todas las piezas del puzzle han ido encajando si no es desde el convencimiento de la existencia de que hay algo más de lo que captan nuestros sentidos exteriores. Con mucho respeto a quien lea estas líneas: está ahí, basta que empecemos a buscarlo; perdamos el miedo."

Alberto Núñez

(RCS)

quinta-feira, julho 30, 2009

Missa tradicional celebrada publicamente em Braga


Muito por força da determinação e tenacidade da Magdalia, possuidora de uma fé que faz mover montanhas, a Missa tradicional de rito latino-gregoriano foi ontem celebrada pela primeira vez e publicamente ao abrigo do Motu Proprio "Summorum Pontificum", na cidade de Braga. Por ora, num pequeno oratório privado. Em futuro breve, numa igreja central daquela urbe, a designar pela respectiva Arquidiocese. Lenta mas paulatinamente, a causa da Missa tradicional começa também a progredir em Portugal, tornando visível o resultado de muita oração persistente. Estão de parabéns a Magdalia, que vê concretizado um grande sonho seu; o Senhor Dom Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga, que, reconsiderando receios iniciais, deu agora pleno consentimento a todo este processo; e, enfim, os católicos portugueses fiéis da tradição que recebem a enorme graça de passarem a dispor de mais um local seguro de celebração da Santa Missa segundo o rito latino-gregoriano.

Por mim, acrescento tão-só com toda a sinceridade: que mais bispos portugueses ponham de lado temores infundados e sigam o exemplo dos seus pares de Leiria-Fátima e Braga, permitindo uma ampla difusão prática do "Summorum Pontificum" na Terra de Santa Maria!

terça-feira, julho 28, 2009

A comunhão na mão não tem fundamento na Tradição


Numa altura em que a "Pastoral da Saúde", sob o pretexto de prevenção da gripe A, tentou tornar obrigatório em Portugal o abuso da comunhão na mão, ainda que de um modo tão primário que o próprio Cardeal-Patriarca de Lisboa se viu forçado a contrariar tal desiderato, assume particular importância a entrevista concedida recentemente pelo sacerdote italiano Nicola Bux, eminente liturgista e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, ao sítio "Pontifex", de Bruno Volpe, de que se transcreve aqui, com a devida vénia, a tradução efectuada pelo blogue "La Buhardilla de Jerónimo". Os destaques feitos são da minha responsabilidade.

¿Cómo administrar dignamente el sacramento de la Comunión? Hemos hablado con Monseñor Nicola Bux, teólogo y apreciado liturgista. Podrá ser casualidad pero el modernismo y el descuido de ciertas interpretaciones post-conciliares han llevado a un menosprecio de este sacramento al cual ahora la gente se acerca de todos los modos posibles, hasta en estilo militar.

Don Bux, ¿cuál es la forma más correcta de comulgar?

Diría que son dos. Está la posición de pie, recibiendo la partícula en la boca, o bien de rodillas. No veo una tercera vía.

Hablemos de la posición vertical...

Está bien, no tengo nada en contra de ella. Lo importante es que el fiel esté íntimamente consciente de lo que va a recibir, es decir, que no se acerque a la Comunión con una despreocupación que demuestra inmadurez y absoluta lejanía de Dios.

Comunión de pie... pero ¿qué es lo mejor?

Mire, incluso la Comunión de pie, si se hace con devoción, compunción y sentido de lo sagrado, no está mal. Sería bello y conveniente, sin duda, que la Comunión (incluso cuando es de pie) vaya precedida por un signo formal de reverencia, es decir, la cabeza cubierta para las mujeres, el signo de la cruz o una inclinación de amor.

Pero, ¿ por qué motivo con frecuencia la gente se acerca a la Comunión como si fuese un buffet?

Me gusta esta expresión y en parte es también cierta. Muchos se levantan mecánicamente y no saben, y ni siquiera imaginan, qué es lo que reciben. Se piensa que la participación en la Misa incluye automáticamente la Comunión, a la cual deben acercarse solamente aquellos que están realmente en gracia de Dios.

En los últimos meses, el Papa Benedicto XVI ha administrado la Comunión de rodillas...

Ha hecho muy bien. Considero que el arrodillarse para recibir la Comunión ayuda a recoger el espíritu y a comprender más el misterio. Arrodillarse delante del Cuerpo de Cristo es un acto de amor y de humildad agradable a Dios, que nos hace revalorar ese sentido de lo sagrado actualmente a la deriva y perdido o, al menos, disminuido.

En resumen, la Comunión de rodillas ayuda al espíritu...

Ciertamente, favorece el recogimiento y la espiritualidad. Considero que la posición de rodillas para recibir la Comunión es la que más responde al sentido del misterio y de lo sagrado.

¿Y la Comunión en la mano?

Lo lamento pero no existe ningún texto de la Tradición que la sustente. Ni siquiera el tomad y comed todos: no hay ninguna mención de la mano y, si se quiere, los apóstoles eran sacerdotes y tenían el derecho a la Comunión en la mano. Los orientales no la permiten.

En una iglesia de Roma, la del Caravita, generalmente muy concurrida en especial por la comunidad católica mexicana, un sacerdote jesuita[...]hace tomar personalmente la partícula a los fieles que la mojan en el cáliz. ¿Es correcto?

Se trata de un abuso gravísimo e intolerable del cual hace bien en avisarme y del cual el Obispo debe tomar conciencia y conocimiento. Los parágrafos 88 y 94 [de Redemptionis Sacramentum]afirman que no está permitido a los fieles tomar por sí mismos la hostia o pasarse el cáliz de mano en mano. Creo que la Comunión no es válida. Analizaré el problema pero estamos frente a un abuso inadmisible que debe ser reprimido cuanto antes.

segunda-feira, julho 20, 2009

Martin Mosebach e a heresia do informalismo litúrgico


Terminei a leitura do livro “The Heresy of Formlessness - The Roman Rite and its Enemy”, da autoria de Martin Mosebach (foto supra), que acaso tivesse uma tradução portuguesa se intitularia, mais ou menos, “A Heresia do Informalismo - O Adversário do Rito Romano”. Recomendo-o.

Trata-se de um trabalho simples, de leitura acessível, onde Mosebach plasma as suas impressões pessoais acerca do rito tradicional latino-gregoriano e da reforma litúrgica de Paulo VI. E fá-lo não na qualidade de teólogo ou especialista litúrgico que reconhece não ser (não se espere encontrar aqui uma análise sistemática crítica como acontece com o “Pope Paul’s New Mass”, de Michael Davies), mas antes na de simples leigo dotado de um enorme “sensus catholicus” que transmite através de uma prosa lânguida e melancólica, quase poética. No fundo, Mosebach assume-se como o porta-voz de todos os leigos que deploram profundamente a marginalização a que o rito tradicional continua a ser submetido no seio da Igreja Católica institucional, pondo em letra de forma tudo o que os mesmos sentem sobre esta questão. Para ele, este rito é sacralidade, reverência, elevação espiritual e beleza, em suma, é tudo aquilo que o novo rito de Paulo VI não consegue ser.

Duas notas finais, a título de curiosidade:

a) a presente edição em língua inglesa foi publicada pela “Ignatius”, uma editora jesuíta norte-americana que surpreendentemente simpatiza muitíssimo com a tradição católica;

b) Mosebach é um confesso admirador da obra de Nicolás Goméz Dávila e um dos seus grandes divulgadores na Europa; no livro ora analisado, cita por duas vezes o genial mestre colombiano.

domingo, julho 19, 2009

A Tribuna está de volta!

Afinal, as notícias do fim da "Tribuna" eram manifestamente exageradas! Para gáudio dos seus muitos admiradores, o Afonso Miguel está de volta em pleno às lides blogosféricas e logo com dois magníficos artigos: "Era o que mais faltava!", criticando o manhoso aproveitamento que a "Pastoral da Saúde" faz de uma pretensa prevenção da Gripe A para promover a infame prática da comunhão na mão; e "Da hipocrisia", denunciando a manifesta incoerência dos defensores dos chamados direitos dos animais, para quem um touro de lide possui maior dignidade e merece mais protecção jurídica do que um nascituro.

Um Beato chamado G. K. Chesterton?


E por que não? A merecer leitura a interessante entrevista concedida por Paolo Gulisano, biógrafo italiano de G. K. Chesterton, à Agência Zenit.

quinta-feira, julho 16, 2009

Persecución y martirio después del intermedio

Debo decir que la lectura de este artículo donde se habla de la persecución ya abierta contra la Tradición católica en Gran Bretaña no me sorprenden. Lo más mínimo. Ya en 1997 los servicios secretos británicos –como se especificaba en documentos que circulaban entre los SAS- ponían a la Hermandad de San Pío a la altura de enemigos del Estado, como el IRA. ¡Y con estas andábamos! ¿Unos señores que van a Misa en Latín el mismo peligro que una organización terrorista con cientos de muertos a sus espaldas (por cierto, menos muertos que los paramilitares protestantes, todo ha de decirse? ¿Dónde está la lógica?
Evidentemente lógica en ninguna parte. La conexión entre autoridades británicas y autoridades judías explicada en el hipervínculo anterior es, cuando menos, interesante. Lo que tenían es ganas encontrar una excusa para perseguir la Tradición. La pésima prudencia y nulo saber estar de Monseñor Williamson (amén de lo muy criticable de sus opiniones sobre la Shoa) han facilitado todo esto. Porque la preocupación del judaísmo secular por los asuntos de los católicos tradicionales es enfermiza. Y cualquier excusa es válida, ¿verdad … o las mentiras ya son verdades?
Vayamos por partes.
Monseñor Williamson no ha actuado como un Obispo católico al hacer comentarios sobre temas no pertenecientes a la Fe y la Moral, como le habían recomendado sus Superiores. Empero su status ha sido reducido a la nada, objetivamente hablando. Su apostolado como Obispo se ha acabado y ha perdido cualquier posición dentro de la Hermandad de San Pío X. El Superior de la Hermandad de San Pío X, Monseñor Fellay, así como el Superior del distrito teutón, el Padre Schmidberger –entre otros- se han desmarcado de las opiniones de Williamson y las han criticado. ¿Por qué atacan a la Hermandad cuando la propia institución no comparte el parecer de Monseñor Williamson? ¿Acaso no somos muchísimos los católicos tradicionalistas que rechazamos la mortal (y por millones), brutal y satánica persecución que los nazis desataron contra los judíos?
Lo terrible, de lo que nadie habla, pero ahora se debería empezar a hablar, es que tras esto subyace un trasfondo religioso. No se persigue a la Tradición por las opiniones espurias de uno de sus clérigos. Va más allá que todo eso. El Pueblo Elegido rechazó a Dios mismo encarnado en su propia raza y su propia sangre, al Mesías: Cristo Nuestro Señor y Salvador nuestro. Mencionar a Cristo a los judíos es anatema, y quien quiera que diga que los judíos también deben convertirse a la Verdad –evidentemente sin coacción alguna- es perseguido. Quien rechaza a Cristo conociéndole rechaza su propia salvación. San Pablo nos da la vara de medir: quien confiesa que Cristo Jesús crucificado es Dios, ése es salvo. Hoy día mantener la doctrina tradicional de la Iglesia al respecto de los judíos es correr peligro de muerte. Cuando menos de persecución legal y física. ¿No dice acaso la Biblia que “[P]ero antes de todo esto, os echarán manos y os perseguirán, entregándoos a las sinagogas y cárcelas y llevándoos ante reyes y gobernadores por mi nombre. Esto sucederá para que deis testimonio.” (Lc 21, 12-13)?
Existen algunos entre los judíos quienes odian a Cristo hasta el punto de odiar la Misa de siempre, la Misa Tradicional. Odian su liturgia y la Fe que expresa. Odian la expresión pura del Sacrificio, del Holocausto, de Cristo en la Cruz. En su negación de Cristo algunos de ellos tomaron el vericueto más peligroso, el inmanentista, y algunos de ellos llegan a afirmar que no hay otro Holocausto que el de los judíos durante la persecución nazi. En su locura estos judíos que así piensan –afortunada y ciertamente no todos, insisto- reniegan del Holocausto de Cristo. El peor de todos porque fue el ser más inocente y puro que ha existido y existirá. Y, sobre todo, porque era Dios. Judíos y romanos –dígase judíos y gentiles, porque aquí todos tienen arte y parte-, con un proceso judicial torticero, como demostraron los judíos conversos al catolicismo Augustin y Joseph Lémann. Se atreven a afirmar algunos de estos que el pueblo judío, y sólo y exclusivamente el pueblo judío, es la Víctima. En otras palabras: ellos mismos quieren ser, quieren reemplazar, la Misa. ¿Qué otra explicación alternativa a esto puede haber?
La persecución nazi hacia los judíos no fue sólo y exclusiva hacia ellos. Insisto: hubo más holocaustos. Hubo el holocausto de los católicos, por ejemplo. Y hubo el holocausto de los enfermos, no necesariamente discapacitados. Si alguien no cree esto último, que visite el museo de la epilepsia en Kehl. Fueron millares los sacrificados por el solo hecho de ser epilépticos. Hubo más holocaustos. Consecuencias de una ideología gnóstica y eugenésica, como era la nazi. Si millones de judíos inocentes murieron, también murieron otros en un Holocausto que ojalá jamás se repitiera; pero que mucho nos tememos que en un mundo apartado de Dios como el nuestro volverá a repetirse y de modo más cruel aún. Pues bien, todos estos Holocaustos son reflejos del Holocausto del Divino Redentor. ¿O es que los no-judíos no cuentan?
Lo cierto es que no dejan de sucederse noticias demostrando el odio y la persecución a los cristianos en Israel. Y, como demuestra este enlace, no sólo a manos de los musulmanes. Cavan su propia fosa al comportarse así. La historia demuestra una y otra vez que los judíos han sido protegidos por los cristianos y que la desaparición o atenuación de la influencia cristiana era un heraldo de la persecución hacia los judíos. Es más, eran los poderes religiosos cristianos los que protegían a los judíos frente a los poderes temporales, que a menudo los perseguían. Ejemplos a manta: lo sucedido durante la Reconquista en España, lo sucedido en la Rusia comunista, etc. Ningún (pseudo)cristiano más furibundamente antisemita que Lutero. Ahí están sus escritos pero … ¿acaso no era Lutero un hereje?
Bien. La lectura del hipervínculo primero de este post, firmado por el siempre cabal Martin Blackshaw, es demoledora. Es curioso que esta primera andanada, primera de muchas que se vienen en serie, venga de la esfera religiosa y de un Council of Churches mayoritariamente en manos de los judíos. ¿O no tan curioso?
La persecución está a la vuelta de la esquina. Nos llevarán a las sinagogas. A las sinagogas británicas … para ir abriendo boca.
Entretanto un día de estos, ahora que ando releyendo “Le salut par les Juifs”, de León Bloy, escribiré algo acerca de por qué los nazis perseguían in extremis no a los judíos, sino a Cristo mismo.
El intermedio, la media hora de paz de la que habla el Apokalypsis, ha acabado. Ahora toca pagar muchos pecados con sangre, sudor y lágrimas. Los cristianos somos responsables por nuestros pecados –nuestros pecados por los que no hemos hecho penitencia, oración y ayuno, nuestros pecados de los que no nos hemos arrepentido- de la persecución que sobre nosotros se cierne.
En cuanto a los judíos en el fondo sigue ese eco terrible del Profeta Miqueas resonando:“¿Qué te hice, Pueblo mío, o en qué te molesté? Respóndeme.” (Mq 6, 1).
Pero algún día los judíos se convertirán al Dios al que persiguieron, a Cristo, y la salvación del mundo vendrá por los judíos. Que nadie olvide esto.

Rafael Castela Santos

Intento de quema de iglesias en España

En relación a lo anteriormente comentado por J Sarto (aquí está la noticia) sólo añadir algunos comentarios.
1. España es junto a Gran Bretaña uno de los dos grandes laboratorios de ingeniería social a nivel mundial, pero los principios son esencialmente los mismos: volver a los viejos hábitos, retornar a la persecución.
2. Llama la atención el silencio me(r)diático.
3. Llama más todavía la atención la sordina con que la Iglesia se comporta. Una actitud vergonzante y humillante cuyo paralelo más claro es el que Roma ha tenido desde el Vaticano II en relación a la Iglesia perseguida.
4. No llama la atención, estando en manos de los sin-Dios en los que estamos, que no haya una investigación enérgica de todo esto, que de algún modo esté semi-tolerado todo esto. Ni llamaría la atención la impunidad con que serían tratados los perpetradores caso de ser encontrados.
5. La persecución se está empezando a volver física. Contar con el martirio como posibilidad es una realidad para todo cristiano. Debemos estar preparados -sobre todo con la oración- para todo ello.

Rafael Castela Santos

Os velhos hábitos que o extremismo radical de esquerda nunca esqueceu

No passado fim-de-semana, em Majadahonda, nos arredores de Madrid, um grupo de energúmenos tentou incendiar com gasolina a Igreja Paroquial de Santa Genoveva, no momento em que no interior desta terminava a celebração da Missa. A tragédia foi evitada tão-só graças à rápida reacção do pároco e de mais alguns fiéis (ler aqui, aqui e aqui). Comprova-se assim que há velhos hábitos que o extremismo radical de esquerda nunca esquece. Quanto ao autor moral desta tentativa criminosa, ele tem um nome - José Luís Rodríguez Zapatero, chefe do governo espanhol. Que, com o seu anticatolicismo desusado e revanchismo serôdio disfarçado de parcialíssima memória histórica, reabriu velhas feridas do passado que se julgavam saradas e criou o ambiente propício para que acontecimentos como este pudessem voltar a ocorrer em Espanha.