quarta-feira, abril 19, 2006

"Matando a Sede nas Fontes de Fátima", de Rodrigo Emílio


O livro é uma admirável sequência poética mariana, e conta por epígrafe com um extraordinário Elóquio. O autor deste, António Manuel Couto Viana, assevera que os versos de Rodrigo Emílio "refervem de emoção sentida" e "evocam a prece de uma multidão anónima que, cada dia 13, a partir de Maio a Outubro, assiste à «cerimónia do adeus», quando, entre um agitar vibrante de lenços brancos, a imagem da Senhora de Fátima abandona a Basílica para recolher à capela das aparições".

No posfácio da obra, Silva Resende escreve: "Desde Moreira das Neves que nenhum outro escritor baptizava com tão filial delicadeza as suas musas na água lustral de Fátima."

Pedir por correio electrónico a Antília Editora, ou encomendar em www.rodrigoemilio.com. À venda também nas livrarias habituais. Preço - € 9,45.

JSarto

quinta-feira, abril 13, 2006

Páscoa


Nadie es capaz de resucitar de la muerte; por eso el Único que podía decir que iba a morir y que iba a resucitar por sus proprios y exclusivos medios es Cristo nuestro Señor porque es el Dios Encarnado, el Dios hecho carne, el Dios hecho hombre, verdadero Dios y verdadero hombre.

Toda su personalidad, su persona, es divina, es la Segunda Persona de la Santísima Trinidad la que se ha encarnado y, por eso, no obstante el estar muerto como hombre, separándose su alma de su cuerpo, Él es y sigue siendo el Dios vivo, porque ese cuerpo muerto, humanamente muerto, sin alma, no obstante, era sustentado por la persona divina, por eso no era un cadáver como acontece con nosostros, no era un cuerpo en estado de putrefacción sino que en ese cuerpo estaba presente la divinidad aún en la tumba durante los tres días, y por eso su alma también estaba sustentada en su existir por el Verbo; y si bajó a los infiernos, es decir, al seno de Abraham, allí donde iban los justos del Antiguo Testamento para abrirle las puertas del cielo que estaban cerradas, su alma tenía la presencia de la divinidad la Segunda Persona de la Santísima Trinidad, un misterio que no entendemos, pero que conocemos por la revelación, por la fe.

Y por eso en el día de Domingo de Resurrección, que es el día más importante de la semana por la Resurrección de nuestro Señor justamente y por eso se llama al Domingo día del Señor, porque fue el día que Él resuscitó, se reúne su alma nuevamente con su cuerpo, con la manifestación y el esplendor de cuerpo glorioso.


Padre Basílio Meramo, SSPX - Extracto do livro "La Verdad os hará libres - Sermones 2000 - 2003" - Sermão de Domingo de Páscoa - 20 de Abril de 2003

Música para o tempo de Páscoa



Obra-prima datada de 1787, resultado de uma encomenda feita pelo deão da Catedral de Cádiz a Joseph Haydn, num tempo em que o bom gosto musical ainda imperava no seio da Igreja.

JSarto

A imigração ilegal, o México, os Estados Unidos, e os Cristeros





Nos Estados Unidos, mesmo nos meios católicos tradicionais, tem gerado forte polémica a reforma das leis da imigração presentemente em discussão, a qual afecta sobretudo os imigrantes hispânicos, na maior parte originários do México. A este respeito, manifesto a minha concordância com o autor de "Dappled Things" quando sustenta que não há seres humanos ilegais, mas acrescento - e isso sim - que existem comportamentos humanos ilegais, e que a imigração em infracção às leis de entrada e permanência em determinado Estado é obviamente um deles, configurando uma postura errada, excessiva e abusiva, para mais quando assume uma matriz irredentista em relação ao país hospedeiro.

Sobre esta matéria, convém recordar o ensinamento oficial da Igreja, plasmado no Catecismo aprovado pelo Papa João Paulo II, em 11 de Outubro de 1992:

"§2241 As nações mais favorecidas devem acolher, na medida do possível, o estrangeiro em busca da segurança e dos recursos vitais que não pode encontrar em seu país de origem. Os poderes públicos zelarão pelo respeito do direito natural que põe o hóspede sob a protecção daqueles que o recebem.

Em vista do bem comum de que estão encarregadas, as autoridades políticas podem subordinar o exercício do direito de imigração a diversas condições jurídicas, principalmente com respeito aos deveres dos migrantes para com o país de adopção. O migrante é obrigado a respeitar com gratidão o património material e espiritual do país que o acolhe, a obedecer às suas leis e a dar sua contribuição financeira"
(destaques meus).

Sem prejuízo, cabe perguntar: por que motivo numa nação como o México, com receitas petrolíferas superiores às do Koweit, e rendimentos turísticos maiores do que os de Espanha, grande parte da sua população continua a viver miseravelmente, e a ser compelida à necessidade de imigrar? Reside aqui o busílis da questão, na natureza do regime de inspiração jacobina, marxista e anticristã que governou ininterruptamente o México entre 1917 e 2000, primeiro responsável pela criação de estrutura tentacular profundamente ineficaz e corrupta que continua a oprimir com resultados ruinosos a quase totalidade da vida administrativa e económica mexicana, uma vez que o actual Presidente Vicente Fox não a conseguiu reformar.

Ora, tão longa duração da oligarquia jacobina mexicana no poder não teria sido possível sem o contributo decisivo dos Estados Unidos para esse efeito, uma vez que tanto a Norte como a Sul do Rio Grande, quem dita boa parte da chuva e o bom tempo, a partir da penumbra em que se costuma mover tanto em Washington como na Cidade do México, é a sociedade discreta do costume… Convém relembrar que a insurreição "Cristera" de 1926 - 1929 (ver segunda fotografia) levantamento católico e patriótico do povo mexicano contra aqueles que o oprimiam no mais profundo das suas convicções, e que, sob a constante invocação de Cristo-Rei e Nossa Senhora de Guadalupe (ver primeira fotografia), chegou a controlar militarmente 3/4 do total do território mexicano - com os federais jacobinos cingidos à Cidade do México, algumas capitais estaduais e pouco mais… -, não conseguiu triunfar totalmente apenas devido ao maciço e vital apoio militar que o regime anticristão, então encarnado sucessivamente pelas figuras dos Presidentes Plutarco Elias Calles, e Fortes Gil, recebeu dos… Estados Unidos da América, secundado pela estranha leniência que outrossim conseguiu alcançar junto de Roma, esta última fruto de um misto de grave ingenuidade política e do obrar do vírus modernista, o qual começava de novo a infiltrar-se ao mais alto nível. Ficou perdida a oportunidade de se erguer um Estado organizado socialmente segundo os princípios da doutrina tradicional cristã, à imagem do que sucederia mais tarde na Espanha de Franco, e que teria seguramente tornado o México num país mais próspero material e espiritualmente, bem diferente daquilo que é hoje. Quanto aos Estados Unidos, afinal, recolhem tão-só as tempestades dos ventos que semearam há muito. De facto, os "yankees" nunca aprendem, e não apenas na questão mexicana…

Duas notas finais: tão tarde quanto 1977, o regime mexicano recusou a entrada no país a Monsenhor Marcel Lefebvre, devido às infames pressões efectuadas pelo episcopado local, então na sua quase totalidade rendido às teses modernistas e progressistas. Quatro anos depois, corria 1981, o arcebispo tradicionalista conseguiu finalmente entrar em território mexicano, tendo então sido vigorosamente aclamado pela população mais pobre e humilde de origem indígena - "Marcel Lefebvre, el hombre justo" - (ver terceira e quarta fotografias), como jamais o foram quaisquer dos fautores da perversa "Teologia da Libertação", recordando o lema proclamado por São Pio X de que os tradicionalistas são os melhores amigos do povo.

JSarto

domingo, abril 09, 2006

Historia de España en dos folios (para una americana de Iowa)

“España nace cuando entra en el escenario de la Historia que representaban entonces Grecia y, sobre todo, Roma para colonizarla. España fue la primera expansión colonizadora romana, como consecuencia de su enfrentamiento con Cartago para la dominación de la cuenca mediterránea. Aquella Hispania poblada hoy por desconocidos indígenas, iberos y celtas después, que se relacionaban formando una diversidad en la que los historiadores y geógrafos vieron una cierta unidad, que denominaron Hispania.
La dominación romana supone la incorporación a la cultura greco-latina, la romanización, condensación del mundo clásico; el gran legado a la civilización occidental. Tan romanizada fue Hispania, que de sus familias salieron poetas, filósofos e incluso emperadores. En este período Hispania fue también cristianizada. Se aporta la romanización y la cristianización: los factores culturales básicos.
Después, los movimientos de los pueblos germánicos, al instalarse en los territorios del Imperio romano, dieron lugar al nacimiento de las Monarquías medievales. Y los visigodos, instalados en Hispania, al replegarse tras su derrota frente a los francos, crearon el primer Reino independiente del Imperio romano.
La Monarquía visigoda, que, por excesivamente romanizada quizá, llevaba en su seno la descomposición, desapareció por las diferencias internas, que condujeron a reclamar como aliados para sus luchas a los pujantes islámicos. Desapareció el Reino visigodo, y, en las zonas que los musulmanes no habían ocupado, surgió un movimiento para recuperar las tierras ocupadas por ellos. Fue una forjadora lucha de ocho siglos, que se denomina Reconquista, aunque los musulmanes no habían conquistado. Fue un período importante en la forja de lo hispánico o, si se prefiere, de su manera de estar en la Historia, también por la aportación cultural judía y musulmana de entonces.
La recuperación de la perdida Hispania se hizo independientemente, y así surgieron los Reinos de León, Navarra, Castilla y Aragón después, que hicieron recordar la pluralidad pre-romana, pero que realmente parecen ser el origen de las "diversidades", cuerdas de la lira o huesos de una España invertebrada, que se dijo.
Las distintas Monarquías se unieron con el matrimonio de Isabel y Fernando; lo que vino a constituir una única Monarquía y unos Reinos. Terminada la recuperación del territorio peninsular, los españoles, quizá sobrados de fuerzas y afanes, no se contentaron con descubrir mundos, sino que los conquistaron; los más para mayor gloria de sus ideales, aunque el peonaje pensará más bien en enriquecerse.
España se había ido forjando de espaldas al Orbe cristiano medieval, pero en su expansión europea y por los matrimonios de la realeza se vio involucrada en el Imperio, y se desangró y se arruinó defendiendo el Catolicismo romano frente a la Reforma, primera manifestación de la modernidad. Y terminó vencida por los Estados nacidos de aquellas guerras confesionales. Pero sólo un hombre, Quevedo, parece haberse dado cuenta de aquella derrota. El español no se enteró de ser vencido, y, por ello, no pudo reflexionar acerca de las causas.
Mientras tanto, los españoles, buscando otros caminos de vuelta, habían descubierto nuevas tierras en el nuevo mar Pacífico, que también habían descubierto, a las que dieron nombres de Filipinas, Carolinas, Marianas, Correjidor, Guadalcanal, que hicieron imperecedero el nombre de España. Pero los españoles estimaron que el Nuevo Acontecimiento por ellos protagonizado era la aparición de nuevos espacios terrestres, cuando en realidad era la apertura de los espacios marítimos. Lo comprendieron, sí, sus enemigos desde la modernidad, que se preocuparon de la apropiación de los mares; mientras que los sabedores teólogos hispanos seguían defendiendo la libertad de ellos.
En el último acontecimiento configurador del Mundo cultural occidental, la Revolución francesa, España parece haber jugado un desafortunado papel. Las ideas superadoras del Ordo medieval, del vituperado feudalismo, fueron vencidas en la lucha contra el difusor Napoleón. Los españoles se consideraron vencedores, y siguieron "defendiéndose" contra las nuevas ideas. Vencedores, pero vencidos, continuaron siéndolo durante el siglo XIX, defendiendo aún dentro de casa las ideas tradicionales; mientras no veían que hasta las Américas se iban por desacuerdo de los criollos, precisamente. Pero se debe tener en cuenta que España no tenía tantos hombres; no podía repoblar tanto como sus evangelizadores y sus escasos constructores ambicionaban. Así, por eso quizá, quedaron sin repoblar Arizona, Nevada y Nuevo México; y así vendieron por dólares edificios maravillosos como Florida. Otros, como Tejas, fueron consecuencia de una acción que ya no es Historia de España; es ya, comienza a ser una triste Historia universal USA-céntrica. Y, sin quererlo ni imaginármelo siquiera, me he topado con los ‘gringos’.
No me son simpáticos, porque desde que irrumpieron en la Historia la han desencadenado; no han sabido ser katechon.”

Alfonso Otero

[Nota de RCS: ‘Katechon’ es una palabra empleada por San Pablo en las Sagradas Escrituras que se puede traducir como “obstáculo”. En los textos paulinos el último Apóstol utiliza este vocablo como el obstáculo que impide o detiene la aparición del Anticristo. San Pablo entiende que para la venida del Anticristo es preciso que el Katechon sea apartado. El Padre Leonardo Castellani habla de los Estados Unidos como “el último Imperio”, un Imperio destinado a allanar el camino al Anticristo. Para Castellani es la Fe pura, implícitamente expresada en una Liturgia y un Sacrificio puro e incontaminado, la materia prístina del Katechon. Eliminado este Katechon, quizás la tarea asignada al Vaticano II, el camino del Anticristo hacia su plena dominación está expedito. Cabe especular si esto es a lo que se refiere el Profeta Daniel cuando habla de “la abominación de la desolación en lugar santo”. ¿Qué lugar más santo que Roma?]

(RCS)

quarta-feira, abril 05, 2006

La muerte de un padre

(Con un fuerte abrazo a mi amigo y hermano en la Fe JSarto, y con quien quisiera estar cerca físicamente, ya que lo estoy de corazón, paseando con él por los alrededores de la Basílica de Fátima y rezando el Via Crucis en el lugar de las Apariciones para luego gozar de la compañía del silencio juntos en algún bosque cercano.)

No hay palabras para describir el dolor que nos produce la muerte de un padre. Por esperado que pueda ser el desenlace, las gargantas se secan y la lengua se pega al paladar. Es un dolor desgarrador que nace de la misma esencia de las entrañas que le dieron a uno vida. El padre representa eso: la paternidad. Es decir, un atributo de Dios Padre.
De igual manera que nuestras almas, que están hechas para Dios, no pueden descansar sino retornando a Dios, esa filiación divina y humana que se enlaza en la paternidad sólo encuentra el último y definitivo reposo en la reunión con Dios y con los seres queridos. En esta esperanza de la Patria celestial definitiva y eterna, del reencuentro y de la reunión para ya no volver a ser separados jamas por el tajo cortante de la muerte, para no volver a ser heridos por el aguijón de la Hermana Muerte Corporal –como la llamaba San Francisco-, en ese refrigerio y lugar de paz que es el seno de Dios Padre Omnipotente, es donde se cifran las esperanzas del cristiano. No es pues la muerte para el hombre veramente católico el final, sino un punto y seguido que tiene continuación eterna, en el más allá. Acá siempre nos queda la memoria y toda la virtud practicada. Allá nos aguarda el abrazo sin fin.
Sólo el lenguaje poético puede expresar ciertas cosas que a cualquier otra forma le están vedadas. Por eso quise traer hoy aquí las Coplas a la muerte de su padre, de Jorge Manrique, que allá por el siglo XV se enfrentó a lo mismo. Porque nuestras vidas, como él dijo en verso famoso, “nuestras vidas son los río /que van a dar en la mars”. De entre ellas, con la fuerza de aquel idioma castellano recio y viril de los primeros tiempos, entresaco algunos versos con los que me despido de Jsarto y de todos mis lectores por hoy.

“Este mundo bueno fue
si bien usásemos dél
como debemos,
porque, segund nuestra fe,
es para ganar aquél
que atendemos.
Aun aquel fijo de Dios
para sobirnos al cielo
descendió
a nescer acá entre nos,
y a vivir en este suelo
do murió.

[…]

Non se vos haga tan amarga
la batalla temerosa
qu'esperáis,
pues otra vida más larga
de la fama glorïosa
acá dexáis.
Aunqu'esta vida d'honor
tampoco no es eternal
ni verdadera;
mas, con todo, es muy mejor
que la otra temporal,
peresçedera.

[…]

Assí, con tal entender,
todos sentidos humanos
conservados,
cercado de su mujer
y de sus hijos e hermanos
e criados,
dio el alma a quien gela dio
(el cual la ponga en el cielo
en su gloria),
que aunque la vida perdió,
dexónos harto consuelo
su memoria.”


Rafael Castela Santos

Armas Femeninas

Leyendo hoy a San Buenaventura me di cuenta de que el hombre es moldeado desde la cuna por una mujer. Y que el verdadero católico tiene que ser devoto de la Santísima Virgen, porque ella, mujer, es la llave que abre las puertas del Cielo y el Corazón de su Divino Hijo: Nuestro Señor Jesucristo. Una buena esposa es un regalo del Cielo y la benéfica influencia que puede ejercer sobre un hombre, hasta el punto de salvarle su alma, nunca puede ser minusvalorada. La historia está llena de estos ejemplos. Es por esto que me quedo hoy con esta cita de San Crisóstomo traída por San Buenaventura:

«Nihil fortius muliere religiosa et prudente ad deliniendum virum et informandum ejus animum ad quodcumque voluerit.»

San Buenaventura, Pharetræ, 1. i. cap. Viii. t. vii., p. 252

Claro que, como la cita implica, esas armas pueden ser empleadas en sentido contrario si la mujer carece de religiosidad y prudencia.

Si la mujer no ejerce esa tarea educadora en pos de la virtud con sus hijos y hasta con su marido, el mundo se viene abajo. No en vano la Revolución ha tenido a la mujer como un objetivo prioritario de sus quehaceres: desquiciarla mediante el feminismo, esclavizarla al trabajo mediante la “liberación femenina” (trabajar para otros sin ser jamás reina de la casa, como antaño lo fue), alienarla a través del aborto y el divorcio, degradarla mediante la relajación de las costumbres y hacerla objeto a través de la publicidad y la moda.

El antídoto, como indica San Crisóstomo, es la mujer verdaderamente cristiana y prudente. La religiosidad como re-ligación al Padre Eterno, que eleva todas las tareas y quehaceres de la mujer –y primordialmente aquella de la educación y del cuidado de los demás- a Dios, y la prudencia como virtud primordial del bien común. Esa mujer forja hombres de verdad. Igual que para dar a luz a Cristo fue necesaria la colaboración de María Santísima, para dar lugar a hombres veros –“hechos y derechos”, como la expresión popular consagra-, es necesaria esa mujer fuerte de que hablan las Sagradas Escrituras: religiosa y prudente.

Sin tales mujeres, insisto, esto no resiste el empellón del Mal.

Rafael Castela Santos

Boas notícias - 1


Missal de São Pio V poderá retornar ao uso cotidiano.

JSarto

Recordando o Papa João Paulo II


A reler o artigo que escrevi há um ano, onde fiz o balanço do pontificado de Sua Santidade o Papa João Paulo II.

JSarto

(fotografia via "Dappled Photos")

terça-feira, março 28, 2006

La bitácora de Leonardo Castellani - 1


El Padre Leonardo Castellani, que es sin duda santo y seña de esta humilde Casa de Sarto en más de un aspecto, fue un precursor de los blogs. Me estoy percatando de ello al tiempo que leo su obra Un País de Jauja: Reflexiones políticas. Castellani dominaba a la perfección ese género, el que se denomina en argot periodístico “el corto”, y que ha encontrado su mejor acomodo en estos días en las bitácoras electrónicas. Comenzamos aquí una serie de extractos de sus “Periscopios”, colaboraciones que hizo a la revista argentina Jauja entre los años 1967-1969. Son tan profundamente hirientes, tan a pelo, esos comentarios que siguen siendo actuales porque son perennes. Su actualidad, empero, quema. Asimismo extractaremos párrafos selectos de sus “Directoriales”, los editoriales que escribió para la misma revista con el mismo objetivo.

Como quien les escribe colabora tanto en
A Casa de Sarto como en Nova Frente la ubicación de estas “bloguentradas” castellinianas será de igual modo que con el criterio habitual. Lo religioso y lo que tenga que ver directamente con lo religioso caerá del lado de la Casa de Sarto y aquellos con otra temática, con la venia de BOS, aparecerán en Nova Frente.

Y, sin más dilaciones, dejemos la pluma al genio del Padre Castellani, que a partir de ahora será colaborador frecuente de estos dos blogues. En algún caso nos permitiremos subrayar algún punto. No me cabe ninguna duda de que el Padre Castellani, que está en los Cielos, hubiera aprendido hoy día a blogar.

Damas y caballeros, desde el más allá argentino, y en rigurosa exclusiva para A Casa de Sarto y Nova Frente, con Vds. … ¡El Padre Leonardo Castellani!

Rafael Castela Santos

“[La Revolución] es un ataque alevoso a la propiedad privada, que es puesta así a entera disposición de los politiqueros de turno. La ‘Revolución’ después de haber eliminado la Monarquía Cristiana se movilizó contra la Propiedad, con el Capitalismo y su hijo el Comunismo; esperando el tiempo de subyugar el Ejército y la Familia, las otras dos columnas del Orden Romano; y abrir las puertas al Anticristo.”

Leonardo Castellani, S.J.

Las tres "Ces" y Monseñor Lefebvre


La reunión del Santo Padre Benedicto XVI con el Colegio Cardenalicio que tuvo lugar el pasado 23 de Marzo está henchida de significado.

En primer lugar es la unilateralidad del Santo Padre. Esta reunión es su prerrogativa papal y lo que se ha comentado en ella no tiene nada que ver con ninguna petición específica de la Hermandad de San Pío X, de su Superior ni de ninguno de sus miembros más cualificados.

En segundo lugar no deja de ser significativo que Benedicto XVI dé al tema de las (supuestas) excomuniones un peso y prioridad en su gobierno de la Santa Madre Iglesia. Traer este tema a la orden del día en su reunión con el Colegio Cardenalicio subraya de una manera pública y notoria la importancia que el Santo Padre da a este tema.

En tercer lugar el Papa parece tener serias dudas sobre la validez de las excomuniones. La fundamentación del Santo Padre viene de lo que hemos titulado las tres “Ces”, como se lo ha hecho llegar al Colegio Cardenalicio. No hay culpa porque no hay intención subjetiva de separarse de la Iglesia, y el Código de Derecho Canónico es muy claro al respecto: aun si un Obispo consagrase otros Obispos sin permiso de Roma creyendo estar en estado de necesidad la sanción dista infinitamente de la excomunión. No hay cisma o, por bien decirlo, no hay intención cismática. La prueba es la veneración y la oración que tanto Pablo VI, Juan Pablo I, Juan Pablo II y Benedicto XVI han merecido por parte de los miembros de la Hermandad de San Pío X y que se manifiesta, por ejemplo, en su permanente adhesión a Roma, su asistencia al Vaticano cuantas veces han sido llamados, etc. Tampoco hay contumacia, porque no ha habido empecinamiento ni intento alguno siquiera de separarse de Roma. Es decir, ni culpa ni cisma ni contumacia. Ninguna de las tres “Ces” necesarias para que alguien sea reo de excomunión.

Ergo el Papa se plantea la invalidez plena de las excomuniones ya públicamente. Y esta noticia es muy buena.

Laus tibi, Christe!

Rafael Castela Santos

segunda-feira, março 27, 2006

A Fraternidade de São Pio X e Roma - 10


A ler, hoje:

- "The Traditionalist canonic package - Important", "Pre-consistory discussion on "the question of Abp. Lefebvre"", e "A man worthy of remembrance", todos do "Rorate Caeli";

- "On Rome and the SSPX", da autoria de Christopher Ferrara, publicado no "The Remant". Deste último artigo, destaco a seguinte passagem:

"If the situation of SSPX is not that of a formal schism, then a “deal” to regularize its situation could be effected by a simple Vatican declaration lifting the declared sentence of excommunication and leaving to further discussion the details of the canonical arrangement under which SSPX would operate with Vatican approval. Following the model of “ecumenical dialogue,” the palaver over those details could go on indefinitely. The important thing is to obtain the formal lifting of the disputed sentence of excommunication, which is only what SSPX itself has requested as precondition to further discussions.

Now if, in order to achieve this “deal,” Bishop Fellay would have to request that the sentence of excommunication be lifted (prescinding from the question whether there was an excommunication in fact), I can see no rational basis for counseling against such a move. Why not ask for a lifting of the sentence? Isn’t that what someone who considers himself to have been sentenced unjustly would be expected to do in any case? Would not such a request be the equivalent of a canonical appeal directly to the Pope followed by a sentence remitting any penalty for violation of c. 1382 while formally and officially recognizing the valid episcopal status of the SSPX bishops? How could the SSPX be anything but zealous for such an outcome if there are no strings attached to it?

If that is all there is to the “deal,” the quid given by the SSPX would be a trifle compared to the quo that the Pope would provide: the instant “rehabilitation” of the four bishops and with it a total vindication of SSPX’s opposition to the post-conciliar aggiornamento. What could the Novus Ordo establishment say about “extreme traditionalists” once the excommunication was lifted and it could no longer be denied by anyone that SSPX adherents are Catholics in good standing? How could the Novus Ordo establishment continue to purvey with any credibility its ever-more-decadent substitute for Roman Catholicism if the leading worldwide organization dedicated to “extreme traditionalism”—i.e., the unaltered faith of our fathers—could no longer be dismissed as a band of ecclesiastical outcasts? I cannot see how the lifting of the excommunication could be anything but a stunning victory for the entire cause of Tradition, if not in fact the beginning of a latter-day Cluniac movement that will eventually restore the Church, whether or not that is the Vatican’s intention".

JSarto

O aniversário do "Pasquim da Reacção"



Como é meu (mau) hábito nestas ocasiões, felicito o amigo Corcunda pela passagem de mais um aniversário do "Pasquim da Reacção", espaço de eleição e visita obrigatória diária. E como a quem faz anos é hábito oferecer-se uma prenda, aqui fica este "The Catholic Church and the Confederate States of America" publicado na revista Angelus, de Junho de 2005.

JSarto

Não, não foram os taliban...



Apesar de as coisas terem aparentemente terminado bem desta vez, graças à indignação que o caso gerou à escala mundial, não deixa de ser muito estranho que num país tutelado militarmente pelos Estados Unidos e restantes parceiros da NATO, pretensamente invadido para o libertar da tirania obscurantista e supostamente democratizado na sequência de tal intervenção, seja possível um homem ser condenado à morte por se haver convertido do Islamismo ao Cristianismo… Afinal, a barbárie continua instalada no Afeganistão, desta vez já não praticada pelos taliban, mas disfarçada sob o véu pudico e hipócrita da democratização forçada à "yankee"! Porquê ?! Talvez porque os motivos da aventura bélica afegã não sejam tão altruístas como a propaganda oficial pretende, devendo-se antes às cínicas razões do realismo político que, em relação ao caso afegão, Ahmed Rahmi escalpelizou exemplarmente no seu magistral "Taliban: Islam, Oil and the New Great Game in Central Ásia".

JSarto

P.S. E o que continuam as fazer as tropas portuguesas no Afeganistão?...

A irresistível atracção pelo vermelho


Saborosíssimo artigo do Je Maintiendrai, onde se escalpeliza a incontinência verborreica do Ordinário Castrense D. Januário Torgal Ferreira, a qual o levou desta vez, e de modo muito pouco discreto, a clamar por… um barrete cardinalício! Suspeito que com Sua Santidade o Papa Bento XVI as hipóteses de obtê-lo serão mínimas…

(Fotografia via "Dappled Photos")

JSarto

Livraria Nueva Hispanidad





O sítio da Livraria Nueva Hispanidad foi completamente renovado, admitindo doravante pagamentos através do sistema "Pay-Pal", o que muito facilita a aquisição das obras de grande qualidade que a mesma coloca à disposição dos seus clientes. Em cima, deixo alguns exemplos do que digo: à atenção dos amigos Rafael Castela Santos, Pedro Guedes, Manuel Azinhal, Corcunda, Euro-Ultramarino e a quem mais interessar.

JSarto

quarta-feira, março 22, 2006

A Fraternidade de São Pio X e Roma - 8


Neste artigo, alude o Pedro Guedes a uma notícia publicada pelo "Expresso", na qual se dá conta da intenção do Papa Bento XVI de "integrar os adeptos de Lefebvre". Ora, tal como o meu amigo do "Último Reduto", confesso que desconheço o conteúdo daquela notícia, pois há já alguns anos que me libertei do terrível vício - para a carteira e o espírito - de adquirir o jornal em causa aos Sábados. Sem prejuízo, e do que me recordo dos tempos em que ainda o lia, tratar-se-á provavelmente de uma peça da autoria de Mário Robalo, o seu "especialista" em assuntos religiosos, bem conhecido pela heterodoxia modernista e pelo facciosismo progressista radical pretensamente cristão com que costuma imbuir todos os escritos de sua lavra, para além da prática habitual de os redigir com recurso a fontes informativas ultra-minoritárias, genérica e abusivamente identificadas como "os católicos", já que estas não são representativas, de todo em todo, do crer e sentir da esmagadora maioria dos mesmos católicos - outro juízo não é possível fazer do Ordinário Castrense, D. Januário Torgal Ferreira; do antigo Bispo de Setúbal, D. Manuel Martins; do teólogo progressista Anselmo Borges; do grupo extremista "Nós somos Igreja"; dos "submarinos vermelhos" da JOC (Juventude Operária Católica) e da LOC (Liga Operária Católica); bem como dos niilistas da Pastoral das Migrações.

De resto, o que são "adeptos de Monsenhor Lefebvre"? O arcebispo francês não fundou nenhuma associação, clube ou partido algum, muito menos uma nova religião; limitou-se a ser fiel à tradição católica, no cumprimento do seu dever episcopal, quando muitos outros bispos, em termos práticos, a negaram com soberba. Assim, não existem nenhuns "adeptos de Lefebvre" ou "lefebvristas", mas católicos que recusam negar a integralidade da sua fé! Apenas isso!

E passemos ao que interessa. Para os meus leitores, aqui deixo hoje mais três artigos do sempre bem informado "Rorate-Caeli", o qual inclui este espaço na sua lista de ligações:

- "SSPX: The Answer comes across the Pond";

- "News from Rome? Ne timeas";

- "Marini speaks - Outside the Liturgical Reform, there is no Church" - a leitura deste artigo é muito importante, pois demonstra o nervosismo crescente dos lobos modernistas com pele de cordeiro face aos mais recentes acontecimentos conduzidos por Sua Santidade o Papa Bento XVI, os quais deixam antever a plena regularização da Fraternidade de São Pio X no seio da Igreja Católica. À margem, acrescento que São Pio V ou São Pio X ficariam certamente "encantados" com a noção de Igreja do mestre-de-cerimónias papal, quase de certeza em vésperas de uma mais do que merecida reforma "tout court"…

Outrossim, recomendo também este outro artigo, de autoria de Monsenhor Ignacio Barreiro, sacerdote católico tradicional uruguaio, intitulado "A response to the Joint Statement of the Remnant and Catholic Family News, in regards to the possible regularization of the Society of St. Pius X", transcrito no "Le Forum Catholique".

JSarto

terça-feira, março 14, 2006

Horizonte


Nem sempre fica mal dar o dito por não dito. Afirmo-o a propósito de o meu amigo FSantos ter reconsiderado a sua intenção inicial de abandonar a blogosfera: morre o "Santos da Casa", mas nasce o "Horizonte". Ainda bem! E nem por isso deixo de compreender aquele seu primeiro desiderato, pois actualizar com regularidade um blogue, entre obrigações profissionais e familiares, e horas roubadas ao estudo, à leitura e até ao simples descanso, pode tornar-se uma autêntica tortura física e mental. Contudo, não é menos certo que estes espaços que animamos acabam por ganhar uma dinâmica que nos supera quase imperceptivelmente, adquirindo como que vida própria, e gerando um conjunto de elos entre autores e respectivos leitores que, em consciência, até pela confiança que estes últimos em nós depositaram, custa muito quebrar sem grave motivo. Por isso reitero: ainda bem que o FSantos reconsiderou!

JSarto

P.S. Peço desculpa ao meu amigo pela gracinha da fotografia.

"La Gran Conversación", de Sebastián Randle


À atenção das futuras deambulações do Rafael e do Euro-Ultramarino pelas magníficas livrarias porteñas, aqui fica a sugestão deste "La Gran Conversación", de Sebastián Randle:

Si existiera una posada sólo para amigos... Si en ella pudieran encontrarse dosde los más grandes pensadores de los últimos tiempos, y de todos los tiempos... Si pudieran conversar sin prisas... ¿Qué realidad, visible o invisible,sería indiferente a sus miradas? ¿Qué tema importante dejarían de lado?

Si supiéramos que van a cruzar palabras filosas sobre los momentos claves
e la historia humana, la realidad íntima de la Iglesia, la religión, el arte,los poetas, la ambición de poder, la tiranía universal, el fariseísmo,el Anticristo, el fin del tiempo y del mundo, ¿acaso nos resistiríamos a apoyar los codos en la ventana y escucharlos...?

Eso es lo que nos propone el autor de "Castellani 1899-1949",Sebastián Randle, en este nuevo libro, que es - queda dicho - una posada y una gran conversación.

JSarto

P.S. Não se preocupem comigo, pois já encomendei o meu exemplar.