quarta-feira, janeiro 11, 2006

Belloc and more Belloc

In his approach to skepticism Hilaire Belloc talks about “skepticism of intelligence” and “skepticism of stupidity”. The former is respectable, the latter is, by definition, stupid. I just wonder if the genuinely skeptic ones are risking extinction for the time being.
Following this thread I am led to think that not only the average quality of Catholics has dropped. It is also the quality of the enemies of the Church or, at least, of those who do not share the Holy Mother’s ethos. It is not just the decrease of the Catholics in their Faith. The Protestants are even in worse shape. If one compares attendance to Protestant Services and Masses in the UK, for example, the Catholics still perform considerably better.
Let’s take it from another angle. It is not just the holiness, but the sin as well. Definitely our times are not just the times of shrunk holiness. They are moments of buffed sin … for the worst! Before people used to sin, let’s say, quite often as a consequence of a “biological excess” or an “uncontrolled drive”, so to speak. At the very least there was the decency of not making a banner of it. Nowadays it is just looking for the limelight which seems to be the driving force. Modern society rejoices in public sin. I will even contend that there are more sins for defect than for excess these days. Cowardice is a suitable example, a sin far more prevalent today than its opposite sin, imprudence.
And this wee post was written in English in remembrance of our conversations in Tolkien’s language with O Corcunda, another (former) “Oxfordian” like myself, whose posts I kept missing when his “bloguctivity” was considerably reduced in recent times. I am certainly inclined to adscribe both O Corcunda and myself to the “Inklings” variety of Oxfordians. Indeed we frequented a certain pub …
And for those two English-speaking friends, who in spite of their struggling with their Spanish and their Portuguese, still make the effort or reading us. Thanks, folks!

Rafael Castela Santos

domingo, janeiro 08, 2006

Os bispos portugueses e a Missa de rito latino-gregoriano


Mau-grado a injusta excomunhão que proferiu contra Monsenhor Lefebvre, e que por mais de uma vez já reputei neste espaço como sendo um dos actos menos felizes do seu longo pontificado, nem por isso o Papa João Paulo II deixou de determinar no Motu Proprio "Ecclesia Dei" que os bispos do mundo inteiro permitissem de modo amplo e generoso, nas suas respectivas dioceses, a celebração da Missa de rito latino-gregoriano.

Ora, a nível interno, o episcopado português ignorou e continua a ignorar olimpicamente a vontade papal, numa situação sem precedentes noutro país europeu com uma população vasta de católicos: em nações com tal característica, Portugal é caso triste e de excepção no que concerne ao facto de a Missa de rito latino-gregoriano não ser oficiada em qualquer uma das suas dioceses pelo respectivo clero local. É um absurdo este estado de coisas, apenas minimizado pela existência dos priorados da Fraternidade Sacerdotal de São Pio X! A título comparativo, saliente-se que em Espanha, a Missa tradicional é rezada nas dioceses de Madrid, Toledo, Barcelona e Pamplona, como se pode verificar aqui e aqui. E tal absurdo atinge o nível de escândalo puro no Santuário de Fátima: apesar de visitado anualmente por milhões de peregrinos, boa parte deles simpatizantes da tradição católica, é impossível assistir-se aí ao celebrar de qualquer Missa de rito latino-gregoriano, tanto na Basílica, como na Capelinha das Aparições. Em alternativa, o reitor modernista do Santuário, Monsenhor Luciano Guerra, prefere servir uma aberrante salada russa que apelida pomposamente de Missa Internacional, em detrimento da Missa Universal que é a Missa da Tradição, decretada perpétua e irrevogavelmente em vigor por São Pio V, e inabalável garantia da unidade do culto católico… Outrossim, estranha-se que o Bispo de Leiria-Fátima nunca tenha feito um convite à Fraternidade de São Pedro ou ao Instituto do Cristo-Rei para desenvolverem o seu apostolado na diocese de que é responsável...

É certo que a este respeito poderia arguir-se não haver qualquer preocupação entre os católicos portugueses relativamente à sobrevivência da Missa rezada segundo o único rito que conheceram durante os primeiros oitocentos e vinte e nove anos de existência do seu País, ao invés do que sucede noutras latitudes, reflectindo os bispos essa circunstância. Porém, isto não corresponde à realidade, já que sei pessoalmente do caso de um sacerdote católico português que oficia a Missa tradicional às escondidas do seu bispo, escudado na Bula "Quo Primum", qual pária no seio da sua própria Igreja… E tenho também conhecimento de duas petições feitas por fiéis católicos a um bispo que presentemente continua em funções numa diocese nacional, com a finalidade de o mesmo autorizar a celebração da Missa tradicional, e que dele obtiveram tão-só um silêncio de desprezo.

Porquê esta hostilidade dos bispos portugueses ao rito quinze vezes secular da Igreja do Ocidente? Por muito estranho que isto possa parecer a alguns fiéis católicos bem intencionados mas pouco alertados, no episcopado nacional, sob uma aparência de conservadorismo, esconde-se um modernismo extremo e radical, frio, reflexivo, astuto, a roçar o cinismo puro, e por isso muito mais pernicioso e eficaz no transmitir da sua mensagem de abominação a tudo o que é verdadeiramente católico do que o modernismo exuberante e radical, misto de imoralidades chocantes e momices apalhaçadas, dos bispos do Norte da Europa e dos Estados Unidos.

Ora, a verdade é que um destes dias, do alto da sua pesporrência, Suas Excelências Reverendíssimas são capazes de ter uma enorme surpresa

JSarto

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Epifanía del Señor

Sea este día una anticipación de ese otro último Domingo del Año Litúrgico, cuando celebramos a Cristo Rey.
Porque en verdad el Niño Jesús es adorado como Rey hoy por tres hombres sabios de todas las razas, según la Tradición. Los Tres Reyes Magos personifican el reconocimiento de Rey a quien se quiso encarnar en carne humana, a quien quiso pasar ya en su nacimiento por el aterido frío de Belén. Este Niño cuyo nacimiento hace tan sólo unos días celebrábamos es nuestro Salvador.
He aquí el Misterio y la sabiduría litúrgica de la Santa Madre Iglesia. Si en Navidad celebrábamos la Encarnación ya el 1 de Enero celebrábamos su característica de Salvador, es decir, una anticipación de su Pasión y Muerte. Hoy, en esta bellísima Festividad de la Epifanía, nos extasiamos ante el Rey, Señor y Dueño de todo lo creado. Es el anticipo de la Ascensión y de la Segunda Venida de Cristo, en Gloria y Majestad.
Pidámosle, como San Agustín, al que nos creó para Sí que nos dé la Gracia suficiente para volver a Él, pues nuestra alma nunca tiene reposo si no es en Él, el que ES.
Con mis mejores deseos, plenos de regales espirituales y temporales, para todos nuestros lectores,

Rafael Castela Santos

quarta-feira, janeiro 04, 2006

Uma bela surpresa

Cláudio Tellez, que também escreve n"O Insurgente", destaca este humilde espaço como um dos melhores blogues do ano de 2005. Pela nossa parte agradecemos com sincera alegria, dedicando tão honrosa distinção a todos os que do outro lado do Atlântico, do Brasil e da Argentina, chegam até à "Casa de Sarto", e que constituem já a maioria dos nossos visitantes.

A talhe de foice: o "Stat Veritas" incluiu-nos na sua lista de ligações. Definitivamente, internacionalizamo-nos, no bom sentido da palavra.

JSarto

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Crónica de la persecución a la Iglesia 1

Iniciamos aquí una nueva serie de entradas sobre este particular, que ya se ha abordado antes en A Casa de Sarto. Sin periodicidad fija empezaremos a denunciar la persecución a la Iglesia Católica, que sigue siendo martirizada.
Mártir significa en griego “testigo”. Estos testigos dan cuenta de la Fe de Cristo, equiparándose al Salvador. Honor y loa a todos ellos por su defensa y sufrimiento por el Cuerpo Místico de Cristo.
De entrada el número de misioneros católicos asesinados en el 2005 ha duplicado la cifra de los asesinados en el 2004.
Los comunistas, quienes gozan de salud de hierro y siguen sojuzgando a más de la cuarta parte de la humanidad, persisten en su persecución a la Iglesia: China se plantea cerrar todas las escuelas católicas de Hong-Kong.
En España el ser católico está ya perseguido a todos los niveles. Gracias al metimiento indebido de los políticos en todas las esferas de la vida incluso en el ámbito municipal más minúsculo los socialistas no dejan ni usar los locales públicos a una asociación por el mero hecho de ser católica.
La persecución islámica a los cristianos es de sobra conocida. Pero era preocupante que ni la Curia ni los Obispos se hicieran todo el eco de ella que debieran. Un Obispo canadiense denuncia sin paliativos la persecución mahometana de los cristianos.
Los coptos, egipcios cristianos, resumen en un sucinto artículo todas las suras del Corán contra ellos, “los infieles”. La religion islámica es tal que no tolera la disidencia. Al igual que el estado moderno la religion musulmana tiende a entrometerse en todo. No es pues extraño que comunistas e islamistas vayan juntos. Comparten una misma concepción.
Más sobre los moderados egipcios. Sus tribunales sancionan con impunidad la muerte de coptos cristianos a manos musulmanas. Al revés, por supuesto, tiene pena de muerte. Esto es el Islam.
En Arabia Saudita, el meramente hablar de cristianismo y judaísmo en público –aunque lo haga un musulmán- puede saldarse con 750 latigazos y tres años de cárcel. Ya se sabe que Arabia Saudita es otro país “moderado” árabe, según la terminología oficiosa occidental.
El pasado octubre tres adolescentes indonesias fueron decapitadas por el mero hecho de ser cristianas. Una noticia que fue injustamente silenciada. Indonesia, como bien saben los timorenses del este en propia carne, es un país donde la persecución religiosa contra los católicos no cesa.
En la India tampoco cesan las persecuciones a católicos. Los fundamentalistas hindúes quieren ahora derribar las casas de los cristianos.

Rafael Castela Santos

De novo, as Editions Saint-Remi





A Amazon francesa tem disponível a quase totalidade do extraordinário catálogo das Editions Saint-Rémi (para o consultar, digitar "Saint Remi" no campo "Editor" do seu motor de busca detalhada de livros), as quais se dedicam a reeditar obras há muito esgotadas de autores tradicionalistas, antimodernistas e contra-revolucionários. Antecedendo este escrito, mostro as capas dos exemplares que por lá encomendei recentemente, os quais, estou certo, fariam as delícias do Corcunda, do Rafael, do Misantropo e, até, do Manuel Azinhal. Como ainda hoje ouvi Monsenhor Richard Williamson, SSPX, afirmar em entrevista concedida à notabilíssima católica e argentina Rádio Cristiandad: os católicos têm de ler, ler, ler muitos e bons livros!

JSarto

A angústia de um católico tradicional no período natalício

Por a quadra festiva decorrer até ao próximo dia 6 de Janeiro, e mau-grado o Natal e Ano Novo já terem passado, como católico tradicional, e ainda que tardiamente, não posso deixar de deplorar o quanto me entristece o modo como o mundo moderno perverteu completamente o verdadeiro sentido deste tempo, sobretudo do período adventício. Um momento que deveria constituir uma pequena Quaresma, altura ideal de penitência, bem como de meditação nas Primeira (Encarnação) e Segunda (Juízo Final) Vindas de Cristo à Terra - não é por acaso que se lê último Domingo do tempo comum, no calendário litúrgico tradicional, o capítulo 24, versículos 15 a 44, do Evangelho de São Mateus; e no primeiro Domingo do Advento, o capítulo 21, versículos 25 a 36, do Evangelho de São Lucas -, transformou-se numa época de irreflexão, frenesi materialista, e alienação espiritual. Por esta razão, compreendo perfeitamente o desabafo do Bic Laranja e, acima de tudo, o sentimento de angústia que W. plasma no seu magnífico blogue "Traditio in Radice".

E, a talhe de foice, deixo aos meus leitores este trecho de um artigo de John Zmirak (recomendo a leitura integral), publicado na "American Conservative", dirigida superiormente por Pat Buchanan, e da qual tenho o legítimo prazer de ser assinante:

"Perhaps it’s just as well. The way things are going, by the time the Christmas season actually does begin—on Dec. 25—most of us are sick to death of it and ready to move on. Besides, we need time to prepare spiritually for New Year’s and Valentine’s Day.

Some pious, dour Christians have started a countermovement, attempting to revive the original significance of Advent as a season of penance and prayer. Noting that in the early church people fasted three times a week throughout this season and treated it as a little Lent, these people refuse to throw holiday dinners before Dec. 24, skip office parties, and hold off on shopping and decorating their homes. They pile the kids into the minivan full of pro-life bumper stickers and take them to weekly Confession as a condition for attending those mid-December “holiday” festivities. They light their Advent wreaths in a darkened house.

This suits us curmudgeons just fine: we usually forget to decorate until it’s too late—when trees just happen to be half-price. We’ve always gone shopping on Christmas Eve, usually in one stop at Barnes & Noble, which stays open till midnight and gift-wraps for free. We don’t attend office parties either—the combination of free liquor, forced good cheer, randy co-workers, and thinly suppressed office politics make such events a great occasion for getting in a foolish fling or a fist-fight, then fired.

By insisting pedantically on the true meaning of Advent, you acquire a righteous excuse for skipping all this blather and playing Scrooge right up through Dec. 24—after which you can enjoy the holiday season all alone. Open a bottle of wine and unwrap those presents you bought yourself. A blessed Santaclaustide to one and all."

JSarto

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Carlistas en la Guerra de Agresión Yanqui (1861-1865)

Nuestro buen amigo Andrés Hermosa, de quien Pedro Guedes sigue esperando la prometida colaboración sobre la historia de la “vera derecha” española (a lo que sigue resistiéndose pese a nuestras admoniciones), nos envía vía postal un artículo sacado de la revista carlista “Ahora Información” (número 66, Nov-Dic 2003) que le agradecemos profundamente. El título es “Carlistas en la Guerra Civil americana”, 1861-1865, firmado por el historiador militar catalán David Odalric de Caixal i Mata.

Conexión profunda entre quienes defienden un orden tradicional
En este artículo se desempolva una historia no suficientemente conocida, pero que añade a lo que venimos sosteniendo desde A Casa de Sarto: que existe una ligazón entre los carlistas españoles, los miguelistas portugueses, los federales argentinos, los nobles combatientes vendeanos, los cristeros mexicanos, los sureños italianos (que resistieron a la canalla garibaldina), los cavaliers de la Guerra Civil inglesa, los Confederados norteamericanos y algún otro grupo que ahora me dejo en el tintero.

Causa última de todas las derrotas
El lector sagaz se habrá dado cuenta de que si hay un denominador común entre todos los grupos anteriormente citados éste es el de haber sido derrotados, con la notabilísima excepción de los carlistas españoles durante la Cruzada de 1936-1939.
La razón de ello la ha dado el Padre Leonardo Castellani, verdadero santo y seña de A Casa de Sarto. No es otra que la posición que ahora ocupamos en la historia, la Quinta Iglesia, a decir del Padre Castellani en su profunda obra sobre el Apokalypsis. A esta Iglesia, la actual, nos ha sido dado la consigna de “mantener lo que [nos] ha sido dado, aunque haya de morir”. Es decir, la defensa de la Tradición, pese a que en términos intramundanos suframos una derrota, una muerte. Estos son los tiempos donde al Padre de la Mentira se le ha dado un poder como nunca antes, donde las fuerzas del Maligno han sido liberadas. Misterio grande, como misterio fue que Job fuera tentado de la manera que fue en el bello libro veterotestamentario. El proceso revolucionario iniciado en el Renacimiento está alcanzando ya su clímax y bien pudiera ser que nos aproximáramos a una velocidad mucho mayor de la imaginada a los días de dominio del Anticristo.
Muerte aparente, porque hay Resurrección, como comentamos al final. Pero vayamos con estos carlistas reciclados en “Rebels”.

El Sur: más inclinado a lo tradicional en religión
En unos grupos a los que la Providencia ha favorecido por historia y por geografía, como a los carlistas, esta defensa de la Tradición acontece en un estado químicamente puro. En otros, más contaminados, como los Confederados, esto es quizás menos perceptible. Pero no dejaría de ser interesante el profundizar sobre los aspectos religiosos, tanto desde el punto de vista católico como del protestante, de la Guerra de Agresión Yanqui (mal llamada Guerra Civil).
La divisoria religiosa, perceptible incluso hoy día en las diferencias teológicas de denominaciones tales como los Southern Baptists o los United Methodists de Missouri, es patente: mientras en el Norte se lanzaron a un experimento sincretista y descafeinado (prueba de ello es el éxito de denominaciones tan apartadas como los Unitarios) al sur de la Mason-Dixon las denominaciones protestantes permanecieron más fieles a su ideario original, menos proclives al cambio permanente, marca de fábrica de la Revolución.
Otro tanto pudiera decirse de la veta modernista del campo católico. Por ejemplo las tesis de los protomodernistas Cardenal Gibbons y demás secuaces, que siempre alcanzaron más predicamento en el Norte, quintaesencialmente liberal y masón, que en el Sur; y aludiré como prueba la recepción en las distintas comunidades católicas, Norte versus Sur, del nefando Congreso de las Religiones de Chicago de 1870, verdadera zahúrda de Plutón.

Cifras y causas del apoyo carlista a la Confederación
Muchos carlistas, entre 4000 y 7000 según la bibliografía consultada, se unieron a las tropas confederadas al inicio de la Guerra de Agresión Yanqui. Es posible que esta cifra pudiera ser incluso superior, dado que otros contingentes se unieron mediada la contienda e incluso en los estadios finales de la Guerra de Agresión Yanqui.
Era lógica esta afinidad: defensa de un orden tradicional y agrario, defensa de los derechos de los estados, descentralización y subsidiariedad, reconocimiento de los cuerpos intermedios, rechazo a un experimento neognóstico universal que los federales y su maldito partido seccional –el republicano- han ejecutado a rajatabla y que el Padre Castellani no dudó en calificar como el “Último Imperio, el del Anticristo”, etc. Y que, además, no perseguía a los católicos, como tantas veces había ocurrido en esa sucursal del Infierno del noreste de los Estados Unidos.
Añádase a esto el interés que había –que se llegó a discutir en el Parlamento de la Confederación en Richmond, Virginia- en proclamar la Confederación como una República Cristiana, donde todas las leyes tendrían que estar en consonancia con los Mandamientos de la Ley de Dios.
Era pues lógico que los exiliados carlistas se sintieran proclives a abrazar esta causa.

Falacia de la esclavitud como causa de la Guerra de Agresión Yanqui
Huelga decir que los carlistas, como buenos católicos, sentían profunda aversión por la institución de la esclavitud, “la oprobiosa institución” como los Papas la habían denominado secularmente.
Como aversión por la misma sentían el General Robert E. Lee o el Presidente Jefferson Davis, que habían dado libertad a sus esclavos en los años anteriores a la Guerra de Agresión Yanqui, a diferencia del inicuo individuo, por sobrenombre Abraham Lincoln, que dictaba la libertad de los negros esclavos en los territorios que no controlaba militarmente, pero no en la zona yanqui que él presidía. Tan adictos a la esclavitud eran algunos “protectores de los esclavos” que el alcohólico (al parecer luego rehabilitado) y criminal de guerra Ulysses Grant, General y luego Presidente de los Estados Unidos, seguía con sus esclavos particulares en 1866, cuando ya había sido dictada la liberación de todos los negros no sólo en el Sur ocupado, sino también en el Norte. A modo de inciso no es éste el único Presidente norteamericano que se ha caracterizado por sus problemas con el alcohol y se ha distinguido después como hopeado criminal de guerra.
Pero no es momento de detenernos en las falacias de la esclavitud y su propaganda, especialmente cuando casi la totalidad del comercio de esclavos de Norteamérica estaba centralizado en un estado como Rhode Island, que como todo el mundo “sabe”, era plenamente sureño y confederado, y el 100 % de los buques dedicados al comercio de esclavos estaban registrados en los estados de Nueva Inglaterra y en manos yanquis.

Paralelos y similitudes entre la Confederación y el Carlismo
El ethos confederado era demasiado cercano al ethos carlista, demasiado próximo como para resistirse a la llamada de defenderlo:

“The virtues more praised [in the Confederation] were not those of the world of commerce but those of the landed gentry of the Old World and the vanished age of chivalry -not efficiency, shrewdness, and aggressiveness but honor, generosity and good manners. By and large the leading Southerners found their models in the past, while the Northerners looked forward to a new age of business and boundless progress.” (Dumas Malone & Basil Rauch, Crisis of the Union)
Y si el Carlismo ya había señalado de largo con la fuerza de un Santo Tomás de Aquino que las virtudes pasivas eran superiores a las activas, y que la contemplación era la forma más elevada de actividad humana, los confederados habían descubierto algo similar vía derecho natural. Ambos preconizaban un modo de vida donde el eje no es la ganancia a ultranza:

“The life of the South was leisurely and unhurried for the planter, the yeoman, or the landless tenant. It was a way of life, not a routine of planting and reaping merely for gain.” (Frank L. Owsley & John C. Ransom, The Ideal of an Agrarian Society)

Tanto el Carlismo como la Confederación se hallaban harto distantes de esa corrupción por y de la usura, que tanto permeaba a los puritanos yanquis y que ha acabado por infectar todo el orbe gracias a la maquinaria de amplificación norteamericana. De ahí que en el más puro estilo platónico-aristotélico ambas concepciones daban gran importancia a sus sabios y a sus guerreros, a quien consideraban intrínsecamente superiores a los productores, como ocurre en toda sociedad sana:

“Southern aristocrats inherited an appreciation for the military spirit and a sense of chivalry from the authentic European nobility. Jaher writes: ‘Southern patricians shared with the European gentry and nobility an inclination for military training, a legacy of the age of chivalry notably absent in northern and western urban commercial elites ... In accord with the European aristocratic tradition, southerners constituted a majority of the cavalry officers.’” (Nobility and Analogous Traditional Elites)

Aquellos carlistas, perseguidos en su España natal hasta el punto del exilio, no cejaron en su empeño generoso por una causa justa. Y cuando la Confederación, después de más de 25 años, o incluso casi un siglo, de luchar por evitar la opresión, rapiña y usura del Norte centralista, jacobino, liberal y tirano desde todas las instancias políticas, como queda reflejado en autores como Patrick Henry, John Randolph of Roanoke o Calhouln, entre otros, se alzó en armas como único recurso para sobrevivir, los carlistas se unieron a las fuerzas confederadas.

España en los años previos a la Guerra de Agresión Yanqui
En aquel quinquenio maldito de 1858-1863 España cayó en manos de liberales, cuya proclividad hacia sociedades secretas enemigas declaradas de la Iglesia Católica y hacia la rapiña, era de sobra conocida y la historia de demostrar, como la Desamortización o sus matanzas de Sacerdotes en el Madrid del 1830.
Para muchos españoles carlistas, especialmente aquellos vascos y catalanes que habían luchado en la Segunda Guerra Carlista, conocida como “Guerra dels Matiners” en el Principado de Cataluña, la situación se hizo insostenible. De ahí que el contingente de carlistas emigrados a la Confederación fuera mayoritariamente catalán, valenciano, navarro y vascongado, regiones hispánicas donde esta guerra fue particularmente virulenta. Familias españolas enteras, incluyendo mujeres, niños y ancianos, volvieron a hollar los mismos territorios otrora del Imperio Español en Texas, Louisiana, Florida y otros estados sureños. Territorios y gentes que ya habían sido comprados a precio de sangre mártir española para nuestra Santa Religión y para la Iglesia, como la del Padre Juan Padilla a principios del siglo XVI y martirizado en lo que hoy día sería el estado de Kansas.

Acciones de guerra de los carlistas en territorio norteamericano
David Odalric nos da cuenta prolija de uniformes y acciones de guerra, pero el dato más sorpresivo de su artículo es que muchos carlistas españoles combatieron con voluntarios franceses, hijos espirituales de los combatientes vendeanos, que emigraban a América dada la política oficial anticatólica de la revolucionaria y liberal III República. Esto recuerda la gesta de ese otro hispano transatlántico, el ilustre y muy católico Santiago de Liniers, de sangre vendeana, frente a la chusma liberal de los Ribadavia y Sarmiento de Argentina. Como la íntima unión entre Francia y Castilla en el Medioevo contra el secular enemigo musulmán. Esto prueba que Francia es un aliado formidable de España cuando el ethos común es inspirado por la Santa y Verdadera Religión Católica. Y un enemigo declarado cuando hace del proyecto nacional-galicanista y pro-musulmán el norte de su política.
Más aún muchos carlistas militaron en los archifamosos “Louisiana Tigers”, la división más condecorada, brava y valiente de la Guerra de Agresión Yanqui, compuesta en su gran mayoría por voluntarios irlandeses. De estos dijo el General Robert E. Lee con lágrimas el día de su rendición, y en frente de su propio Ejército de Northern Virginia, que si todos sus soldados hubieran sido como ellos, hace tiempo que la victoria hubiera caído del lado confederado. No es extraño esto, pues la herencia celta española es a menudo negada, y es sabido que irlandeses, escoceses, franceses del oeste y los pueblos celtíberos de la Península están entre los guerreros más fieros del mundo, al menos históricamente (ya no sé si este dictum es aplicable). De igual manera que la disciplina y capacidad de encajar sufrimiento de los soldados germanos los convierte de suyo en excelentes tropas.
Añade el autor:

“La participación heroica de los carlistas españoles con las tropas confederadas en la Guerra Civil americana llevó a que Jefferson Davis les concediera la ciudadanía norteamericana y el mando directo de Echegaray.”

El general español Echegaray mandó un cuerpo de tropas carlistas: los piquetes confederados de la Segunda División de Tennessee. La gesta de Echegaray venciendo a los federales en West Woods para a continuación morir en otra acción de campaña donde se enfrentaron gallardamente a fuerzas diez veces superiores en número, es recordada en los anales de la historia militar sureña.
Como es digno de reseñarse la impresión que dejaron los voluntarios carlistas que se unieron al Ejército de Northern Virginia. De éstos, muchos de ellos combatientes de la legendaria Brigada Zumalacárregui que a punto estuvo de derribar el gobierno liberal y anticatólico de Madrid, dijo el general confederado Ambrose Power Hill: “Mis toscos, harapientos y valerosos leones de la Providencia …”. Parece ser que estos antiguos y veteranos combatientes de las montañas españolas lucharon en tierras americanas llegando a tocar con sus boinas rojas el uniforme confederado que vestían. Estos herederos de la Brigada Zumalacárregui fueron los que consiguieron la toma épica de la colina de Malvern Hill, a partir de la cual los carlistas recibieron siempre un trato especial dentro del Ejército de la Confederación y estuvieron ya siempre al mando de un español, nunca más de un oficial extranjero.
Otro episodio de los carlistas españoles en suelo americano constituyó la defensa y freno de la Segunda División Federal, los Regimientos 89º de Illinois y los 32º y 39º de Indiana, al mando del general August Willich (criminal revolucionario del que algún día hablaremos) en Harpers Ferry. El Regimiento 35º de Tennessee de requetés –que ya había sido rebautizado con el imperial nombre de “Regimiento Nueva España”, como el Virreinato al que estos territorios pertenecieron en origen- frenó el avance de las tropas federales, permitiendo la marcha del 19º de Arkansas que permitió al General Lee, que mandaba también las tropas requetés, infligir una severa derrota al General McLellan. Las bajas de las tropas tradicionalistas españolas, especialmente de los fusileros de Navarra (el 41º de Tennessee), fueron altísimas.
En 1863 entró en combate otro Regimiento, los Húsares del Maestrazgo, que traían el eco lejano de la comarca castellonense donde los carlistas se habían batido con fiereza contra las tropas liberales y habían infligido contundentes derrotas al excremento liberal-masónico-anticatólico hasta el punto de generar en estas comarcas un estado paralelo y completamente autónomo que no precisaba del [des]gobierno liberal de Madrid para nada.
Pero, en fin, dejemos aquí la pluma para no ser demasiado exhaustivos. Nos quedan las hazañas en el puente de Burnside de los capitanes carlistas Uriarte, Puig y Alfaro. Como los plenos honores dispensados a los soldados y oficiales carlistas en el Cementerio Nacional de Antietam. Será en otra ocasión.

Confederación e Iglesia Católica
Anticipo a nuestros lectores que ya se ha descargado algún material reciente para elaborar una nueva entrada para A Casa de Sarto sobre la Confederación y la Iglesia Católica. El presente post, que demuestra la inequívoca lealtad de los carlistas hacia el Sur, como el otro que está urdiéndose, demuestran que la ortodoxia católica estaba mucho más cerca de la Confederación que de los asquerosos e inmundos yanquis.
No en vano el Santo Padre, Pío IX, profundo conocedor de la tragedia que se ceñía sobre la humanidad, calificó en su correspondencia privada a Lincoln de “tirano y usurpador”, como escribió a los Cardenales de Nueva York y Nueva Orleáns.

El pensamiento sureño: necesidad de su revisión y proyecto de futuro
Dios, que provee en su Infinita Misericordia, les ha dejado a los norteamericanos de hoy día lo que pueden ser las claves para su propia resurrección y enmienda. Evidentemente necesitan revisión, porque no es puro. Porque la fundación de los USA tiene errores digamos, estructurales, desde su fundación. Un país que es el primero que nace para dar la espalda a Dios evidentemente tiene fallas graves. Incluso autores modernos como Russell Kirk, otro norteño simpatizante del Sur quien fundamentaba el nacimiento de los Estados Unidos desde la óptica más benigna y tradicional posible, han sido criticados por autores neoconfederados como Mark Henrie:

“Kirk sostiene en efecto que América está bien-fundada porque no está realmente ‘fundada’, sino ‘crecida’ en los fértiles suelos de Jerusalén, Atenas y Roma. Pero, ¿a qué atribuir entonces las evidentes enfermedades que últimamente han crecido en nuestra sociedad? ... Queda pues la posibilidad de que el régimen norteamericano fuera mal-fundado. Si esto fuera así, la pietas conservadora hacia la Tradición requeriría impiedad selectiva hacia algunas tradiciones.” (Mark C. Henrie, Russell Kirk’s Unfounded America)

El Profesor Genovese, norteño convencido de la justa causa del Sur –auténtico “Copperhead” de los que tanto necesitamos en estos tiempos donde proliferan los “carpetbaggers” y los “scalawags”-, deja constancia de esas claves:

“The perspectives offered by southern conservatives ... remain alive: opposition to finance capitalism and, more broadly, to the attempt to substitute the market for society itself; opposition to the radical individualism that is today sweeping America; support for broad property ownership and a market economy subject to socially determined moral restraints; adherence to a Christian individualism that condemns personal license and demands submission to a moral consensus rooted in elementary piety; and an insistence that every people must develop its own genius, based upon special history, and must reject siren calls to an internationalism –or rather, a cosmopolitanism– that would eradicate local and national cultures and standards of personal conduct by reducing morals and all else to commodities.” (Eugene D. Genovese, The Southern Tradition)

Dado el actual grado de corrupción y caída es previsible que no serán capaces de levantarse sin una debacle previa que desperece sus almas. Un sano régimen de salubridad religiosa, filosófica y política sólo puede pasar por esas coordenadas que historiador norteamericano Newby sostiene y que plenamente suscribo:

“Only its religion had been wrong: the Old South had been Protestant when by everything in the Agrarian prescription it should have been Catholic. Protestantism was the religion of individualism and liberal capitalism, not traditionalism and authority, or as [Allen] Tate put it, ‘hardly a religion at all, but a result of secular ambition.’ The Old South had thus been an anomaly, ‘a feudal society without a feudal religion,’ which was one of the reasons its way of life had not survived military defeats … The Confederates were attempting an anomaly, a conservative revolution, a political change to prevent social and economical change. Unlike other modern movements for independence and nationhood, theirs was conservative and counterrevolutionary rather than radical and revolutionary.” (Idus A. Newby, The South: A History)

Epílogo
Lanzo aquí el guante a mi amigo O Corcunda, para que desde la siempre cabal atalaya de O Pasquim da Reacçao nos ilustre, Eric Voegelin en mano, acerca del por qué y cómo el Protestantismo, y el puritanismo en particular, desemboca por directo en la Revolución Francesa, en la Revolución Comunista y en esta quinta fase de la Revolución Nihilista que ahora padecemos.
Honor y Gloria, y una oración, para los caídos por cualesquiera causas justas.
Miremos ahora para adelante. Es nuestro cometido el transmitir lo que nos ha sido transmitido, lo de nuestros mayores, nuestros abuelos, bisabuelos, y así hasta tiempos inmemoriales. Para nosotros, los católicos, es la Tradición que se remonta a los Apóstoles y que hunde sus raíces en Cristo, Señor y Rey de la Creación y del Tiempo, de las naciones y de la historia. Es momento de resistir, de preservar, de expandir en pequeños círculos. Es momento de cooperar con Dios en ser parte de este Pusillus Grex al que todos estamos llamados. Estamos llamados a la lucha, y sobre ella no podemos invocar la corona de la Victoria, como bien nos recordaba Juan Donoso Cortés.
Ahora bien, poderoso es Dios, Padre Omnipotente, que a su debido tiempo trocará la derrota de los nuestros en Victoria y la muerte de los nuestros no habrá sido nunca en vano. Las batallas que hemos perdido en el campo de batalla –sean nuestras derrotas en las Guerras Carlistas o la derrota de la Guerra de Agresión Yanqui- hemos de ganarlas ahora más que nunca en el campo de las ideas. Y preservar las ideas, transmitirlas; o sea, defender la Tradición. Con ojos metahistóricos son batallas, y no guerras. Y esto es algo que debemos recordar, porque del lado de Cristo está la Victoria final y última de esta guerra que Satán lleva librando contra el Todopoderoso.
Anticipando ese momento, para el cual debemos disponernos –y para el cual debemos ya empezar a preparar los materiales para la re-edificación de la Ciudad de Dios, la Civitas Dei agustiniana-, de la formidable Restauración Católica que nos ha sido prometida, y al que llegaremos no sin innombrables sufrimientos y padecimientos, gritemos “the South will rise again” en defensa de todo lo bueno que la Confederación encarnaba y encarna; y en un tono tan hispánico como universal llenemos nuestras vidas con el grito de combate más noble y más tomista de todos: “¡Viva Cristo Rey!”.

Rafael Castela Santos

sábado, dezembro 24, 2005

Votos de um Santo e Feliz Natal!


Votos de um Santo e Feliz Natal, a todos os amigos e visitantes d"A Casa de Sarto"!

O Padre Leonardo Castellani e Monsenhor Marcel Lefebvre


Evocou o imprescindível Manuel Azinhal, a fundamental conferência proferida por Monsenhor Marcel Lefebvre, em Buenos Aires, no ano de 1981. A este propósito, recordei-me que em anterior visita que o arcebispo francês fez à Argentina, corria o ano de 1977, o Padre Leonardo Castellani saudou em vivos termos o seu combate tradicionalista, dedicando-lhe o livro que então havia acabado de publicar "El Ruiseñor Fusilado".

Sobre tal episódio, conta-nos o extraordinário sítio "Stat Veritas":

"Conforme a la consigna enunciada por el Padre Leonardo Castellani, Monseñor Marcel Lefebvre se levantó contra la destrucción de las instituciones cristianas. En 1977, el Padre Castellani le dedicó un libro emblemático, a sabiendas de su condición de "suspendido a divinis". Como fructuoso y meritorio paso por la Argentina, y tal como fuese profetizado, un cuarto de siglo después la Fraternidad Sacerdotal San Pío X cuenta en el país con un Seminario, un Noviciado, cinco Prioratos, dos Escuelas, numerosos centros de Misa y fecundas familias consagradas a los Corazones de Jesús y de María."

JSarto

O futebol como metáfora do cavalheirismo católico


O futebol como metáfora do cavalheirismo católico, assim se poderia intitular a tradução deste interessante artigo do blogue tradicionalista norte-americano "Fiddleback Fever", que dedico sucessivamente ao Pedro Guedes, ao FGSantos, ao Misantropo, ao Corcunda e, claro, ao Rafael. E porque a blogosfera da área nacional está demasiado carregada de tons encarnados e azuis de Belém, misturados com as tendências "hooliganescas" de um certo liberal, em 2006, irei começar a matizá-la de verde, que também é cor merecedora de defesa. Esforço, Dedicação, Glória! Que belíssimo lema, autêntico mote de toda a tradição!

JSarto

A prenda do Corcunda


E porque estou em maré de agradecimentos, o meu muito obrigado também ao Corcunda pela excelente prenda de Natal que me ofereceu, prometendo-lhe que tão breve quanto possível me irei debruçar sobre ela. E isto porque, entretanto, tenho andado com a leitura ocupada por São Tomás de Aquino, e mais exactamente com este volume da sua obra magna.

JSarto

Melhor blogue sectorial - Religião

Com injusto atraso, agradeço ao Patrick Blease, de "Anjos e Demónios", a nomeação d"A Casa de Sarto" para melhor blogue no sector da religião. Num ano em que este espaço se tem pautado pela irregularidade, quer quanto à quantidade quer à qualidade do material publicado, é sempre agradável receber esta distinção, ainda que talvez imerecidamente. Pela minha parte, tudo farei para que no ano novo que se avizinha possa o mesmo estar à altura da distinção agora recebida.

JSarto

sexta-feira, dezembro 23, 2005

Oración de preparación a la Santa Misa y Feliz Navidad

Los sábados, día donde siempre recordamos a la Virgen María, me gusta rezar esta oración en preparación de la Santa Misa de mañana. Y mucho más mañana, que es Nochebuena. Y debo decir que por cualesquiera razones que sean, y que yo del todo no acierto a comprender, el Latín tiene siempre un sabor especial.
Es como si la plegaria aprovechara doble.

Oratio ad B. Mariam Virginem ante Missam
Indulgentia trium annorum. Pius Pp. XI, 3 Octobris 1936
O Mater pietatis et misericordiæ, beatissima Virgo Maria, ego miser et indignus peccator ad te confugio toto corde et affectu; et precor pietatem tuam, ut, sicut dulcissimo Filio tuo in Cruce pendenti astitisti, ita et mihi, misero peccatori, et sacerdotibus omnibus, hic et in tota sancta Ecclesia hodie offerentibus, clementer assistere digneris, ut, tua gratia adiuti, dignam et acceptabilem hostiam in conspectu summæ et individuæ Trinitatis offerre valeamus. Amen.

Y dicho esto quisiera, en nombre de JSarto y en el mío propio, el desearle unas muy Felices Navidades a todos nuestros lectores.
Que el Niño Dios nazca en nuestros corazones, en nuestras sociedades, y en nuestras naciones, especialmente en esa parte que fue siempre el hogar del que Nuestro Señor Jesucristo no fue nunca rechazado hasta épocas recientísimas: la Hispanidad, que tiene por cimientos a Portugal y a España.

Rafael Castela Santos

terça-feira, dezembro 20, 2005

Breves - 17

1) Ao que leio no sempre recomendável "Último Reduto", anda alguma direita embevecida com a candidatura presidencial de Manuel Alegre. Parece-me atitude completamente errada, própria de uma corrente política com notória vocação suicida. É verdade que Cavaco não é, nem nunca foi um homem de direita, denotando evidente desconforto no combate ideológico e na guerra cultural, facto no qual não se distingue em nada da média habitual no PSD, dos Borges aos Frasquilhos, dos Cadilhes aos Belezas, adversa a tudo o que ultrapasse os horizontes estritos de uma postura de guarda-livros requintado. Porém, não é com Manuel Alegre que a direita irá bem servida, pelo menos, aquela que se pretende séria, que da outra - a das comezainas, fados e touradas - não curo aqui. A verdade é que nenhuma direita de valores se pode rever e sentir representada nestes factos gravíssimos, de que dão conta o BOS e o Camisa Negra. Por mim, acrescento tão-só o seguinte: jamais ponderarei votar em alguém que reagiu com fúria desvairada contra o seu próprio grupo parlamentar, nos idos de 1997, em consequência da votação que reprovou o projecto de lei que intentava liberalizar o aborto em Portugal. E isto parece-me bem mais grave do que quaisquer tergiversações que Cavaco possa ter sobre a legalização das parelhas de homossexuais, por muito deploráveis que estas sejam..

2) Lendo este artigo do FGSantos, relembrei-me de uma frase do imorredoiro Padre Leonardo Castellani, ele mesmo um notável nacionalista argentino: "Nacionalista, como podes amar a Pátria que não vês, se não amas primeiro os teus compatriotas que vês?"

3) Já não me recordo quando foi a última vez que comprei um pasquim infame chamado "Expresso", verdadeiro ABC da canalhice pulhítica, mas sucedendo pôr-lhe gratuitamente a mão em cima, como me ocorreu no passado fim-de-semana em casa de familiar que ainda não se libertou de vício tão nefasto para a higiene mental, corroboro sistematicamente a opinião que de tal publicação tenho: em caso de aflição súbita e inesperada, e à falta de algo mais suave, sempre serve para limpar uma determinada região do corpo.

Posto isto, noto que o esquerdista José António Lima elogia em tal folha abjecta D. Jorge Ortiga, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, pela "postura moderada e racional", sem o "fanatismo dos sectores extremistas", com que esta abordou a questão da retirada dos crucifixos. Realmente, há elogios que são autênticos vitupérios para quem os recebe.

Quanto ao escrevinhador Lima, esse consabidamente é que não é nenhum fanático extremista do tolerantismo, do indiferentismo e do relativismo, em suma, do niilismo, pois claro que não…

4) Fala o Pedro Guedes, de Rui Mateus e de um projecto de ditadura disfarçada: é ideia que já vem de longe, como se pode comprovar pela leitura deste "Socialisme Maçonnique", um dos livros que tenho entre mãos neste momento, e que recomendo vivamente. Escrito sob pseudónimo - AG Michel - por um sacerdote católico em meados dos anos 30, nem por isso perdeu uma vírgula de actualidade.

5) A finalizar, para o Rafael: de nada, o prazer foi todo meu!

JSarto

sábado, dezembro 17, 2005

Profecías de San Nilo

San Nilo fue un Santo del siglo V que vivió como un monje cuasi-ermitaño en el Monte Sinaí. Casado y con dos hijos se convirtió en discípulo nada menos que de San Juan Crisóstomo, figura señera de la Patrística. En un momento dado pidió la dispensa de su Matrimonio y se fue al monte Sinaí junto con uno de sus hijos para convertirse en un monje. Curiosamente su esposa y su otro hijo terminaron abrazando la vida religiosa en Egipto. San Nilo destacó en su faceta exegética. El pasado 15 de Diciembre celebramos su Festividad en el nuevo calendario, aunque en el antiguo (al que procuro atenerme) es el 12 de Noviembre.
Recordé que hacía varios años había leído y guardado en mi disco duro la profecía que él realizó hace 1500 años sobre nuestros tiempos. Está reproducida a continuación. Léanla, y si les apetece dejen un comentario si es que encuentran algún lejano parecido entre lo que dice y los tiempos que actualmente vivimos.

Rafael Castela Santos


«Después del 1900, hacia mediados del siglo XX, las personas de ese tiempo se volverán irreconocibles. Cuando el tiempo del advenimiento del Anticristo se acerca, las mentes de las personas crecerán en confusión por las pasiones carnales, y el deshonor y la injusticia se volverán más fuertes. Entonces el mundo será irreconocible. La apariencia de las personas cambiará, y será imposible distinguir a los hombres de las mujeres debido a su inmodestia en el vestido y estilo de pelo. Estas personas serán crueles y serán como los animales salvajes debido a las tentaciones del Anticristo. No habrá respeto por padres ni superiores, el amor desaparecerá, y los pastores cristianos, Obispos y Sacerdotes se volverán hombres vanos, fallando completamente en distinguir el camino recto del errado. En ese momento, las morales y tradiciones de los cristianos y de la Iglesia cambiarán. Las personas abandonarán la modestia, y la dispersión reinará. La falsedad y la codicia alcanzarán grandes proporciones, y desgracias vendrán a aquéllos que amontonen tesoros. Lujuria, adulterio, homosexualidad, hechos secretos y asesinatos gobernarán en la sociedad.
En ese momento del futuro, debido al poder de tan grandes crímenes y libertinaje, se privarán las personas de la gracia del Espíritu Santo que recibieron en el Santo Bautismo e igualmente el remordimiento.
Las Iglesias de Dios serán privadas del temor de Dios y de pastores piadosos, y desgracia vendrá a los cristianos que permanezcan en el mundo en ese momento; ellos perderán su fe completamente porque les faltará la oportunidad de ver la luz del conocimiento en ninguna persona. Entonces se separarán del mundo e irán a santos refugios buscando aliviar sus sufrimientos espirituales, pero por todas partes encontrarán obstáculos y constreñimiento. Y todo esto resultará del hecho de que el Anticristo quiere ser Señor de todo y convertirse en gobernante del universo entero. Producirá milagros y señales fantásticas. Dará también sabiduría depravada a un infeliz para que descubra una manera de que el hombre pueda mantener una conversación con alguien de un extremo de la tierra al otro. En aquel tiempo, los hombres también volarán a través del aire como los pájaros y descenderán al fondo del mar como los peces. Y cuando hayan logrado todo eso, estas personas infelices gastarán sus vidas en medio del confort sin saber, pobres almas, que esto es un engaño del Anticristo. ¡Ay, el impío! Así completará la ciencia con la vanidad que se saldrá del camino correcto y guiará a las personas a perder la fe en la existencia de Dios en tres hipóstasis.
Entonces el bondadoso Dios verá la caída de la raza humana y acortará los días por causa de esos pocos que serán salvados, porque el enemigo quiere incluso llevar al escogido a la tentación, si eso es posible ... entonces la espada del castigo aparecerá de repente y matará a los pervertidores y a sus sirvientes.»

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Recensión de la biografía de Monseñor Lefebvre

La biografía realizada por Monseñor Tissier de Mallerais se encuentra reseñada en este punto de Catholic Family News. Es una buena recensión y uno de esos aperitivos que abre el apetito de la lectura de la biografía de este gran hombre, este San Atanasio de nuestros tiempos.
Catholic Family News suele rotar los archivos bastante frecuentemente, así que dense prisa en leer la recensión … y en comprar el libro.
Y en leerlo, claro.

Rafael Castela Santos

La Hermandad de San Pío X no es cismática

Lo dice quien preside la Comisión Ecclesia Dei. El Cardenal Castrillón Hoyos ya había hecho unas declaraciones similares a 30 Giorni, la revista del grupo Comunión y Liberación.
Es bueno que se diga esto porque si no son herejes y no son cismáticos, ¿cuál es el fundamento de la excomunióna a los cuatro Obispos de la Hermandad? ¿El no haber contado con la aprobación expresa de Roma cuando ellos creían estar en estado de necesidad, supuesto ya contemplado en el Código de Derecho Canónico y que en modo alguno se castiga con la excomunión?
Definitivamente algo se mueve en Roma. Esperemos que sigan por esta senda y que todos los Católicos podamos finalmente acabar en el redil de la Santa Tradición, de la que nunca debimos salir.
Recemos para que el Santo Padre consagre a Rusia al Inmaculado Corazón. Este acto espiritual puede atraer más bienes sobre la Iglesia que cualquiera otro.

Rafael Castela Santos

quarta-feira, dezembro 14, 2005

Com bispos destes...

Pronunciou-se a Conferência Episcopal Portuguesa sobre a polémica envolvendo a retirada dos crucifixos das salas de aulas das escolas primárias: conforme se pode ler nesta notícia, fê-lo em termos tão deploráveis que melhor teria sido manter o seu silêncio. Impressiona pela negativa a postura assumida pelos bispos portugueses, tal a frouxidão, tibieza e pusilanimidade que demonstram, próprias de quem no seu âmago até concorda com a medida governamental, mas que se envergonha assumir esse facto às claras, com o único fito de evitar o escândalo de fiéis bem intencionados, mas pouco esclarecidos, quanto à verdadeira natureza daqueles que os chefiam.

Esclareça-se que a preocupação dos bispos é só uma: salvaguardarem a qualquer custo os erros modernistas, por eles idolatrados, da falsa liberdade de religião e do ecumenismo consagrados pelo Concílio V2, razão pela qual optam por desprezar toda a tradição católica e renegar a Realeza Social de Cristo, tal como o Papa Pio XI a definiu na Encíclica "Quas Prima". É caso para dizer que com um episcopado desta jaez, em plena abjuração da fé, a Igreja não precisa de ter inimigos…

JSarto