sexta-feira, setembro 10, 2004

Judios y Pio XII

Desde las entradas en A Casa de Sarto hemos hablado anteriormente de la vilificación a que está siendo sometida la figura del Papa Pío XII. Esta vilificación viene a menudo de las filas de judíos reformados (tan reformados que seguirán siendo hebreos racialmente, pero judíos ya ni lo parecen) a menudo profundamente y cínicamente anticatólicos. Esta forma del judaísmo reformado tiene mucho poder dentro de Israel. Son muchos de estos judíos, como Ben-Gurion, que no tenían vergüenza alguna en soltar diatribas anticatólicas, los mismos que impulsaron una política de machaque sistemático de los católicos en Israel. No está de más recordar que cuando Israel nació como estado en 1948 había más de 600.000 católicos en unas fronteras que eran incluso menores que las de hoy día. Los árabes cristianos en Israel han recibido bofetones y mucho más tanto de los judíos como de sus hermanos de raza, pero enemigos de religión, los palestinos musulmanes. La minoría cristiana ha acabado así por estar reducida hoy día a menos de 30.000 y el número va continuamente en descenso en Tierra Santa.
Empero sería injusto generalizar el abuso religioso de una minoría de judíos y culpabilizar a un grupo entero de gente. Entre los judíos, como en cualquier otro grupo humano, los hay justos y los hay que no. Jacobo San Miguel, a quien le doy las gracias por ello, tuvo a bien enviarme ayer la defensa que un Rabino Ortodoxo hace de Pío XII y que no puedo por menos de compartirla con Vds.
Rafael Castela Santos

segunda-feira, setembro 06, 2004

¡Éramos pocos y parió (¿o la matamos?) la abuela!

Tras el intento de manipulación de la opinión pública lusa con el barco holandés cargado de asesinos de niños, la revolución sigue ahora en España, similares objetivos: promover lo tanático, lo rebelde contra la razón y la Santa Religión.
Es curiosísima la noticia que da El Mundo
, al que dicen “de derechas”: El Gobierno apoyando públicamente a un cineasta que promueve la eutanasia. Lo que está claro es que este Des-gobierno español no tiene más horizonte que el divorcio-express, el aborto libre, el “matrimonio homosexual” (sic), la legalización de la eutanasia y ya así sólo le quedará poco más que la instauración de un orden luciférico totalmente opuesto a Dios y al Derecho Natural.
Exactamente igual que con el aborto empiezan por airear casos extremos de distanasia (de eutanasia nada, que “eu” significa bueno) para luego ir colando poco a poco aberraciones crecientes. Los holandeses, no contentos con las barbaridades de su sistema de “eutanasia”
, por el cual han asesinado a miles de personas ancianas que ni siquiera deseaban que las maten, ahora deciden ir un paso más allá y matar también niños ya nacidos. Así ya habrá cuerpo legal para matar al antojo del tirano - democrático o no - de turno y de paso hacer cuña para meter esta legislación en el resto de Europa. Es su último gran descubrimiento. Por cierto, ¿pensaría la Santísima Virgen en Holanda cuando dijo en Fátima que naciones enteras serían aniquiladas?
La otrora reserva espiritual de Occidente sigue cayendo a niveles ya cuasi-holandeses. Si las Tierras Bajas fueron y son más bajas que nunca con su pretensión de seguir asesinando niños, los españoles no van a la zaga con sus ancianos. Les recomiendo el atinado comentario de Carmelo López-Arias en El Semanal Digital
que acaba así: “Hay cosas que deben estar prohibidas para hacer posible la convivencia. Cuando ciertas formas de matarnos unos a otros (aborto, manipulación de embriones, eutanasia o "muerte digna") comienzan a estar bien vistas, el corazón de las personas normales se enfría y el de los canallas se envilece. A partir de ahí, todo es possible.”
Éramos pocos pero, qué más da, matemos a la abuela.
Y a quien se nos ponga por delante. Eso sí: democrática y civilizadamente.
Rafael Castela Santos

domingo, setembro 05, 2004

São Pio X e o Juramento contra o Modernismo

Ainda em comemoração da memória litúrgica de São Pio X, aqui se deixa a transcrição integral do seu "Juramento contra o Modernismo", tendo-se sempre presente que o lema deste blogue é exactamente o combate cultural antimodernista. A título de curiosidade, saliente-se que tal juramento, a que estavam obrigados todos os sacerdotes católicos depois de serem ordenados, foi abolido pelo Papa Paulo VI após o final do Concílio Vaticano II; hoje em dia, apenas os Padres da SSPX o fazem oficialmente:
Eu, ______________, firmemente abraço e aceito cada uma e todas as definições feitas e declaradas pela autoridade inerrante da Igreja, especialmente estas verdades principais que são directamente opostas aos erros deste dia.
Antes de mais nada eu professo que Deus, a origem e fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza pela luz natural da razão a partir do mundo criado (Cf Rom. 1,90), ou seja, dos trabalhos visíveis da Criação, como uma causa a partir de seus efeitos, e que, portanto, Sua existência também pode ser demonstrada.
Segundo: eu aceito e reconheço as provas exteriores da revelação, ou seja, os actos divinos e especialmente os milagres e profecias como os sinais mais seguros da origem divina da Religião cristã e considero estas mesmas provas bem adaptadas à compreensão de todas as eras e de todos os homens, até mesmo os de agora.
Terceiro, eu acredito com fé igualmente firme que a Igreja, Guardiã e mestra da Palavra Revelada, foi instituída pessoalmente pelo Cristo histórico e real quando Ele viveu entre nós, e que a Igreja foi construída sobre Pedro, o príncipe da hierarquia apostólica, e seus sucessores pela duração dos tempos.
Quarto: eu sinceramente mantenho que a Doutrina da Fé nos foi trazida desde os Apóstolos pelos Padres ortodoxos com exactamente o mesmo significado e sempre com o mesmo propósito. Assim sendo, eu rejeito inteiramente a falsa representação herética de que os dogmas evoluem e se modificam de um significado para outro diferente do que a Igreja antes manteve. Condeno também todo erro segundo o qual, no lugar do divino Depósito que foi confiado à esposa de Cristo para que ela o guardasse, há apenas uma invenção filosófica ou produto de consciência humana que foi gradualmente desenvolvida pelo esforço humano e continuará a se desenvolver indefinidamente.
Quinto: eu mantenho com certeza e confesso sinceramente que a Fé não é um sentimento cego de religião que se alevanta das profundezas do subconsciente pelo impulso do coração e pela moção da vontade treinada para a moralidade, mas um genuíno assentimento da inteligência com a Verdade recebida oralmente de uma fonte externa. Por este assentimento, devido à autoridade do Deus supremamente verdadeiro, acreditamos ser Verdade o que foi revelado e atestado por um Deus pessoal, nosso Criador e Senhor.
Além disso, com a devida reverência, eu me submeto e adiro com todo o meu coração às condenações, declarações e todas as proibições contidas na encíclica Pascendi e no decreto Lamentabili, especialmente as que dizem respeito ao que é conhecido como a história dos dogmas.
Também rejeito o erro daqueles que dizem que a Fé mantida pela Igreja pode contradizer a história, e que os dogmas católicos, no sentido em que são agora entendidos, são irreconciliáveis com uma visão mais realista das origens da Religião cristã.
Também condeno e rejeito a opinião dos que dizem que um cristão erudito assume uma dupla personalidade - a de um crente e ao mesmo tempo a de um historiador, como se fosse permissível a um historiador manter coisas que contradizem a Fé do crente, ou estabelecer premissas que, desde que não haja negação directa dos dogmas, levariam à conclusão de que os dogmas são falsos ou duvidosos.
Do mesmo modo, eu rejeito o método de julgar e interpretar a Sagrada Escritura que, afastando-se da Tradição da Igreja, da analogia da Fé e das normas da Sé Apostólica, abraça as falsas representações dos racionalistas e sem prudência ou restrição adopta a crítica textual como norma única e suprema.
Além disso, eu rejeito a opinião dos que mantém que um professor ensinando ou escrevendo sobre um assunto histórico-teológico deve antes colocar de lado qualquer opinião preconcebida sobre a origem sobrenatural da Tradição católica ou a promessa divina de ajudar a preservar para sempre toda a Verdade Revelada; e que ele deveria então interpretar os escritos dos Padres apenas por princípios científicos, excluindo toda autoridade sagrada, e com a mesma liberdade de julgamento que é comum na investigação de todos os documentos históricos profanos.
Finalmente, declaro que sou completamente oposto ao erro dos modernistas, que mantém nada haver de divino na Tradição sagrada; ou, o que é muito pior, dizer que há, mas em um sentido panteísta, com o resultado de nada restar a não ser este fato simples - a colocar no mesmo plano com os fatos comuns da história - o fato, precisamente, de que um grupo de homens, por seu próprio trabalho, talento e qualidades continuaram ao longo dos tempos subsequentes uma escola iniciada por Cristo e por Seus Apóstolos.
Prometo que manterei todos estes artigos fielmente, inteiramente e sinceramente e os guardarei invioladas, sem me desviar em nenhuma maneira por palavras ou por escrito. Isto eu prometo, assim eu juro, para isso Deus me ajude, e os Santos Evagelhos de Deus que agora toco com minha mão.

São Pio X
01/09/1910

São Pio X e o Sillon

Assinalando igualmente a passagem da data de 3 de Setembro, dia da Festa de São Pio X, aqui fica um extracto da Carta Apostólica "Notre Charge Apostolique", sobre os erros do Sillon - grupo francês de tendências liberais e modernistas -, promulgada pelo grande Papa antimodernista em 25 de Agosto de 1910:

"Queremos chamar vossa atenção, Veneráveis Irmãos, sobre esta deformação do Evangelho e do carácter sagrado de Nosso Senhor Jesus Cristo, Deus e Homem, praticada no Sillon e algures. Desde que se aborda a questão social, está na moda, em certos meios, afastar primeiro a divindade de Jesus Cristo, e depois só falar de sua soberana mansidão, de sua compaixão por todas as misérias humanas, de suas instantes exortações ao amor do próximo e fraternidade. Certamente, Jesus nos amou com um amor imenso, infinito, e veio à terra sofrer e morrer, a fim de que, reunidos em redor dele na justiça e no amor, animados dos mesmos sentimentos de mútua caridade, todos os homens vivam na paz e na felicidade. Mas para a realização desta felicidade temporal e eterna, Ele impôs, com autoridade soberana, a condição de se fazer parte de seu rebanho, de se aceitar sua doutrina, de se praticar a virtude e de se deixar ensinar e guiar por Pedro e seus sucessores. Ademais se Jesus foi bom para os transviados e os pecadores, não respeitou suas convicções erróneas por sinceras que parecessem; amou-os a todos para os instruir, converter e salvar. Se chamou junto de si, para os consolar, os aflitos e os sofredores, não foi para lhes pregar o anseio de uma igualdade quimérica. Se levantou os humildes, não foi para lhes inspirar o sentimento de uma dignidade independente e rebelde à obediência. Se seu coração transbordava de mansidão pelas almas de boa vontade, soube igualmente armar-se de uma santa indignação contra os miseráveis que escandalizam os pequenos, contra as autoridades que acabrunham o povo sob a carga de pesados fardos, sem aliviá-la sequer com o dedo. Foi tão forte quão doce; repreendeu, ameaçou, castigou, sabendo e nos ensinando que, muitas vezes, o temor é o começo da sabedoria, e que, às vezes, convém cortar um membro para salvar o corpo. Enfim, não anunciou para a sociedade futura o reinado de uma felicidade ideal, de onde o sofrimento fosse banido; mas, por lições e exemplos, traçou o caminho da felicidade possível na terra e da felicidade perfeita no céu: a estrada real da cruz. Estes são ensinamentos eminentemente sociais, e nos mostram em Nosso Senhor Jesus Cristo outra coisa que não um humanitarismo sem consciência e sem autoridade".

São Pio X

Celebrando a festividade de São Pio X, a presente edição do excelente "Daily Catholic", cuja leitura se recomenda vivamente, é em boa parte dedicada àquele grande Papa; destaque especial para este artigo sobre a sua vida e obra.

sexta-feira, setembro 03, 2004

Fátima, la saga sigue

El Rector del Santuario de Fátima, Monseñor Guerra, sigue meando fuera del tiesto. No contento con las barbaridades ecuménicas que ha cometido y/o dejado cometer, no contento con hacer un edificio “ecuménico” al lado de la Basílica, no contento con promover la oración de budistas e hindúes en la Basílica, ahora se despacha con una carta donde nos tacha a todos los que abominamos del ecumenismo como “ignorantes”.
Parece que Monseñor Guerra no aprendió la lección primera de filosofía cuando estuvo en el Seminario: el principio de no-contradicción. Si A es una aseveración y à su contraria, entonces A y à no pueden ser la misma cosa. ¿No hace falta doctorarse en Filosofía por Salamanca, Coimbra o la mismísima Gregoriana para entender esto? ¿Verdad? El señor Guerra, más que Monseñor (porque el título eclesiástico le queda ancho) no entiende que si se es católico no se puede ser budista, ni hindú, ni ateísta … ni siquiera protestante. O se es lo uno o lo otro. Ambas cosas al mismo tiempo no se puede ser: es metafísica y lógicamente imposible. Esta gentuza que tenemos por clérigos, estos hijos de mala madre que no son más que lobos vestidos con piel de cordero, que no nos enseñan la verdadera doctrina ni promueven la verdadera Fe han caído tan bajo que en sus obcecaciones heréticas ya Dios ha permitido que se les nuble el entendimiento. Ya no es la Teología lo que está en juego, sino la mismísima Filosofía, el pensamiento mínimamente racional y con una dosis de sentido común.
El excelente mensual norteamericano
Catholic Family News publica un artículo de Edwin Faust y cinco respuestas al señorito Guerra que ponen en su sitio a ese herejillo de tres al cuarto que los católicos tenemos que sufrir en una de las Basílicas más queridas de la humanidad. Léanlas porque, de verdad, merece la pena. Y recen para que la Santísima Virgen de Fátima, y también Santa Jacinta y San Francisco Marto, intercedan para que el individuo Guerra recupere (¿o adquiera?) la Fe que corresponde a un católico de verdad.
Rafael Castela Santos

quinta-feira, setembro 02, 2004

D. Januário Torgal Ferreira e o barco do aborto

A propósito da questão do barco do aborto, não deixa de ser revelador e bem sintomático que, num momento crucial em que a unidade de todos os católicos mais do que nunca deveria ser mantida para defesa do ensinamento da Igreja sobre esta matéria, apoiando-se por isso sem quaisquer hesitações a justa decisão do governo de não permitir que a nave homicida atracasse em portos nacionais, surja de novo o Judas Iscariotes do episcopado português, que também responde pelo nome de D. Januário Torgal Ferreira, a criticar tal decisão e a dividir hostes, espalhando à boa maneira modernista a dúvida, a confusão e a ambiguidade neste campo, tudo em nome de uma pretensa liberdade de expressão devida aos aborcionistas. Esqueceu-se ele da proposição 79 do Syllabus, do Beato Pio IX, na qual se condena explicitamente a seguinte asserção:

"É falso que a liberdade de cada culto, e o pleno poder concedido a todos de manifestarem clara e publicamente as suas opiniões e pensamentos, produza mais facilmente a corrupção dos costumes e dos espíritos e contribua para a propagação perniciosa da indiferença".

De resto, estranha-se que a Torgal criatura, tão preocupada com a liberdade de expressão dos apologistas do homicídio de nascituros, não manifeste igual desvelo relativamente a idêntica liberdade dos críticos da ideologia mundialista e multiculturalista, bem como dos fenómenos por ela gerados, maxime, da imigração sem regras.

Mas mais grave, acima de tudo, deplora-se que este bispo, com as suas atitudes públicas, escarneça sistematicamente das palavras de Cristo. Por exemplo:

"Seja este o vosso modo de falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que for além disto procede do espírito do mal" (Mt 5, 37);

"Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má dar bons frutos. Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. Pelos frutos, pois, os conhecereis" (Mt 7, 15-20);

"Mas, se alguém escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, seria preferível que lhe suspendessem do pescoço a mó de um moinho e o lançassem nas profundezas do mar. Ai do mundo, por causa dos escândalos! São inevitáveis, decerto, os escândalos; mas ai do homem por quem vem o escândalo!" (Mt 18, 6-7);

"Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, e o que não é pastor, e a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo e abandona as ovelhas e foge e o lobo arrebata-as e espanta-as porque é mercenário e não lhe importam as ovelhas" (Jo 10, 11-13);

"Conheço as tuas obras: não és frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente. Assim, porque és morno - e não és frio nem quente - vou vomitar-te da minha boca" (Ap 3, 15-16).

terça-feira, agosto 31, 2004

Impressões de férias 5

I) Toledo: tudo parece correr mal. O Alcazar encerrado para obras, a Catedral com a missa de rito hispano-moçárabe atirada para horas impróprias e com o seu interior pejado de andaimes para trabalhos de recuperação - ainda assim, belíssima sacristia recheada de trabalhos de El Greco, de um tempo em que a Igreja não se envergonhava de ser "triunfalista". Salva o dia a contemplação da obra-prima do mesmo El Greco, "O Enterro do Conde de Orgaz";

II) Nesta loja, também na cidade imperial, adquiri uma miniatura em chumbo mais do que politicamente incorrecta: uma figura equestre do Generalíssimo. O vendedor assegura-me ser o artigo com mais saída na sua loja; apenas em Agosto, diz-me ter vendido mais de cinquenta peças semelhantes;

III) Que saudades que eu já tinha de um teclado com um "~" (til); não compreendo por que motivo "nuestros hermanos" criaram uma tecla especial tão-só para a letra "ñ";

IV) A triste verdade é que hoje terminam as férias; amanhã, regressa a rotina do dia-a-dia…

De Jauretche, Castellani y la Encarnación (la grande y la chica)

En estos días estivales, que no de vacaciones para mí, le he estado hincando el diente a un libro del argentino Arturo Jauretche “Los profetas del odio y la yapa”, publicado allá por 1957 e inencontrable salvo en algunos cualificados “alfarrabistas” de la Ciudad de la Santísima Trinidad y Puerto de Nuestra Señora de los Buenos Aires, nombre dado a la actual capital austral por el insigne Juan de Garay.
Este libro analiza con lujo de detalles la vida política y social de la Argentina que transcurre entre los años treinta y mediados de los cincuenta. Desde A Casa de Sarto se ha reivindicado la figura del Padre Leonardo Castellani
repetidamente. Pues bien, Jauretche escribe en paralelo, como proporcionando material y ejemplos suficientes para entender esa metapolítica castellaniana, esa metapolítica profética que desde los artículos que el Padre escribiera para las revista Jauja o su columna Periscopio, les vaticinó a los argentinos con suficiente antelación el triste status quo a que están hoy día sometidos.
Jauretche, un liberal sensato, no entra en asuntos directamente religiosos, pero concluye que el abandono y/o arrinconamiento de los modos tradicionales de una sociedad conlleva su destrozo y voladura. Don Arturo se hubiera quedado estupefacto de la sociedad argentina de hoy día, envilecida por la miseria, la corrupción, la sed materialista nunca colmada y las lacras que conlleva todo ello. Su análisis es más profundo porque da a entender que el abandono del Catolicismo por Argentina ha sido el hacedor de este desaguisado
. Tras la derrota de los federales católicos argentinos a manos de los “asquerosos e inmundos unitarios” liberales, la nación hermana del Plata ha padecido una laicización sin límites. Como la Argentina fue formada en la forja de un orden cristiano que abarcaba no sólo lo religioso, sino lo filosófico, lo jurídico, lo político o lo social y lo cultural - es decir, todas las facetas públicas de una nación - se creo un vacío imposible de suplir. Los pastiches de importación, francesa o inglesa en tiempos pretéritos o cosmopolitista-liberal en tiempos recientes, no pueden tapar el agujero de una amputación metafísica esencial.
La conclusión es que el Catolicismo, como Cristo mismo, es una religión encarnada. Un Cristo desencarnado, como el de Arrio o los monofisitas, es un Cristo falso, herético. Una Argentina desencarnada de su Hispanidad
, es decir, de la manera específica de los hispanos de vivir la Cristiandad, no es sino una caricatura de sí misma. La religión católica acaba por formar e informar forma e informa todos los demás órdenes de la vida humana de un modo orgánico, no teocrático. Concebir cualquier Patria, sea la argentina, la portuguesa o la española, que han sido engendradas por la Santa Madre Iglesia, sin la Encarnación de Cristo en la vida pública de la nación, es condenar la Patria a la perdición, al vasallaje y a la humillación innoble. La Religión Católica, una religión que exige consciencia, es el alma de las naciones católicas. El haber logrado erradicar de las mentes y de las almas argentinas el Catolicismo es la causa última de sus desastres. Jauretche remata:

A la estructura material de un país dependiente corresponde una superestructura cultural destinada a impedir el conocimiento de esa dependencia para que el pensamiento de los nativos ignore la naturaleza de su drama y no pueda arbitrar propias soluciones, imposibles mientras no conozca los elementos sobre los que debe operar y los procedimientos que corresponden, conforme a sus propias circunstancias de tiempo y lugar.
Arturo Jauretche, Los profetas del odio y la yapa

Y sin alma el cuerpo no tiene vida. Es por esto que Argentina agoniza
. Recemos por la resurrección en Cristo Jesús y en la Santísima Virgen de Luján de la Patria hermana austral. Y los demás aprendamos esta dura lección y hagamos cuanto podamos para volver a las coordenadas cristianas en la vida pública y en la privada, por ser auténticos Caballeros de Cristo.
¡Viva Cristo Rey!
Rafael Castela Santos

El ataque nazi a la Iglesia Católica

En estos tiempos donde el la calumnia sobre todo lo noble - empezando por la Iglesia Católica - se han convertido en norma y uso, donde la figura de Pío XII se ha atacado taimada y erradamente, a pesar de haber sido defendida hasta por rabinos ortodoxos, no está de más el exhumar uno de los muchos tesoros que guarda la revista Razón Española, que capitaneara durante muchos años Don Gonzalo Fernández de la Mora (uno de los mejores diplomáticos que ha tenido España el siglo pasado) y que fuera creada por Ramiro de Maeztu, autor este último de la obra maestra Defensa de la Hispanidad.
En este texto de Vega-Hazas que hoy comentamos se ilustran con mucha ecuanimidad una serie de hechos históricos que no dejan lugar a dudas sobre la mentira infame de que la Iglesia apoyó al nazismo.
Subrayaría el dato ya mencionado por el autor acerca de los escasos votos que los católicos dieron al Führer, en contraposición a los protestantes alemanes. Recomiendo a este respecto ojear el casi inencontrable libro “Seréis como dioses”, de Hans Graf Huyn, quien reproduce (páginas 206 y 207) los mapas de Eric von Kuehnelt en “Freiheit oder Gleicheit”, demostrando que el apoyo al nacional-socialismo fue abrumadoramente protestante. Y también me quedo con el hecho de que Israel condecoró a dos hombres que nunca reconocieron su existencia: Pío XII y Franco. Ambos salvaron a docenas de miles de judíos de la persecución nazi. Ambos eran católicos.
Lo único que el artículo no realza suficientemente es la gallarda actitud de los Obispos católicos germanos, Monseñor Faulhaber - de Munich - o Monseñor von Galen, de Münster, o el mismo Von Preysing (Berlín). Estos, junto a otros millares de católicos, se jugaron el tipo por defender la Alemania católica frente al despiadado ataque físico y moral por la secta negnóstica nazi.
Rafael Castela Santos

domingo, agosto 29, 2004

A nave homicida

Constitui uma magnífica notícia a proibição do barco aborcionista atracar em portos nacionais: de facto, em face do ordenamento jurídico nacional, outra não poderia ser a decisão do governo português, pois em causa estava impedir a prática de actos criminosos de aborto cuja efectivação se iniciaria sempre em Portugal, ainda que a sua consumação final se viesse a concretizar em águas internacionais num navio sob pavilhão holandês. Desta maneira, esteve bem o governo, evitando a perpetração de uma monumental fraude, deliberada e intencional, à lei portuguesa, que nenhum direito comunitário cobre.

Aliás, neste caso, estranha-se a pressa com que um certo pantomineiro se apressou a invocar esse direito comunitário para justificar o injustificável, ou seja, a entrada em águas territoriais portuguesas de um abjecto navio assassino, muito mais infame do que qualquer embarcação pirata, olvidando-se das suas actuações em circunstâncias onde tal arguição era certamente bem mais legítima, como, por exemplo, nas das visitas a Portugal de um determinado político francês; outrossim, também não se percebe o que ou quem faz aqui correr um outro figurão que se convenceu (ou alguém convenceu) ser uma sumidade jurídica, embora a promoção que o mesmo tem vindo a receber de há um ano a esta parte em órgãos de comunicação social controlados por um determinado grupo jornalístico - onde o dito cujo destila um ressentimento doentio por todos os poros - ajude a levantar a ponta do véu, remetendo-nos para o foro das agremiações mais ou menos discretas que pela calada vão decretando a chuva e o bom tempo.

quarta-feira, agosto 25, 2004

Impressöes de férias 4

I) Catedral de Almudena: gostei de visitá-la, porquanto é uma obra que consegue preservar com bom gosto a tradiçäo católica, apesar de concluída há relativamente pouco tempo; anoto, no entanto, que no altar dedicado a Säo Pedro Poveda, mártir falecido em 1936, na descriçäo da sua vida, olvidou-se qualquer referëncia aos autores do seu martirio, embora a data em que o mesmo ocorreu diga tudo…

II) Assisti a uma Missa – rito de Paulo VI, mas sem abusos – celebrada num Oratório localizado entre a Calle de Alcalá e a Gran Via, no qual os fiéis podem comungar de joelhos; que este facto seja merecedor de referência, é sintomaticamente ilustrativo do estado em que a Igreja modernista se encontra;

III) O governo Zapatero, pela calada, prepara-se para legalizar cerca de um milhäo de imigrantes entrados clandestinamente em Espanha, boa parte deles islâmicos; nada que já näo houvéssemos previsto neste espaço. Medidas deste tipo, às quais as autoridades políticas recorrem para disfarçar a sua inépcia (ou má fé), longe de acabarem com o fenómeno da imigraçäo ilegal, apenas servem para o estimular sempre cada vez mais;

IV) Seguindo o conselho amigo do Pedro Guedes, desloquei-me à Casa del Libro; excelente livraria, com uma qualidade infelizmente desconhecida em Portugal, e onde os livros políticamente incorrectos näo säo vitímas do lápis azul de algum censor de trazer por casa; local altamente recomendável, pois!

terça-feira, agosto 24, 2004

Impressöes de férias 3

Algures na Costa Vicentina: robalo grelhado na brasa acompanhado com um Bucelas fresco; há momentos que nos reconciliam com a vida. Se a gula é um dos sete pecados capitais, a apreciaçäo da boa mesa é, pelo contrário, uma grande virtude;

Madrid, agora mesmo: os fautores da revoluçäo cultural têm por estas bandas conseguido dar umas passadas de gigante; apesar de tudo, valha-nos a nossa teimosia portuguesa em recusar certas “modernices”.

segunda-feira, agosto 23, 2004

Interregno 2

Estando ausente a semana toda do País, as actualizações deste espaço ao longo da mesma serão esporádicas; o que suceder entretanto, fica reservado para um "Impressões de férias 3".

Jacques Maritain e Julio Meinvielle

Ao ver esta passagem de Jacques Maritain citada pelo Padre Júlio Meinvielle no seu livro "De Lammenais a Maritain", datado de 1945 e publicado em Buenos Aires, lembrei-me de quantas vezes é que já ouvi este tipo de discurso a figurões da Igreja modernista, cujos nomes nem sequer vale a pena referir, de tão conhecidos que são de todos:

"No es acordando a la Iglesia un tratamiento de favor, y buscando atársela con ventajas temporales pagadas con el precio de su libertad, como la ayudaría más el Estado en su misión espiritual, es pidiéndole más, - pidiendo a sus sacerdotes ir a las masas, juntarse a su vida para derramar en ellas el fermento del Evangelio, y para abrir los tesoros de la liturgia al mundo del trabajo y a sus fiestas -, y pidiendo a sus órdenes religiosas cooperar a la obra de assistencia social, de educación de la comunidad civil, y a sus militantes laicos y a sus organizaciones de juventud ayudar el trabajo moral de la nación y desarrollar en la vida social el sentido de la libertad, y de la fraternidad".

Responde Julio Meinvielle:

"Este modo odioso de presentar el problema, proprio de la hipocresía impía de los enemigos de la Religión, es corriente entre los liberales católicos desde los tiempos de Lamennais. Es evidente que la Iglesia cuando reclama el reconocimiento de sus divinos derechos no exige "un tratamiento de favor" y mucho menos exige para sus ministros una "situación social y política privilegiada", que está fuera del ambiente de una época. No exige sino la conformación de la vida individual, familiar, profesional, social y política a las normas de la misma Iglesia, contenidas en el Derecho Canónico y explicadas por el magisterio de los Romanos Pontífices. Que la educación de la juventud se realice cristianamente, de acuerdo a la "Divini illius Magistri" de Pio XI; que el matrimonio y la familia se conformen a la "Casti Connubii"; que los problemas del trabajo y del orden económico se ajusten a las enseñanzas de la "Rerum Novarum" y de la "Quadragesimo Anno"; que el derecho y la vida pública de los pueblos se desarollen en armonía con las grandes directivas enunciadas en el "Syllabus", en la "Inmortale Dei", "Libertas", "Quas Primas" y demás enseñanzas de Magisterio eclesiástico.

Estos Derechos que reclama la Iglesia son simplesmente los derechos de la verdad necesaria para la felicidad eterna y temporal de los hombres. Y como el sacerdócio católico es su depositário auténtico, su reconocimiento comportará asimismo el lugar de preeminencia social que le ha de corresponder en la ciudad cristiana. Porque si la ciudad ha de conformarse a las enseñanzas cuya custodia confió Dios al sacerdote, cómo impedir que ocupe en ella el primer lugar? Lugar de preeminencia que si no es ocupado por el sacerdote, a quien por derecho divino le corresponde, lo será por el periodista, o por el financista internacional o algún otro agente de disolución social".

Impressões de férias 2

Ao ler a "Carta Pastoral sobre os Problemas do Apostolado Moderno", de Dom António de Castro Mayer, apercebo-me definitivamente de que os problemas do clero modernista residem na sua falta de exemplaridade de costumes, de piedade privada e de ortodoxia doutrinária, bem como na perda de noção da dignidade sacerdotal provocada pela sua completa rendição ao mundo. Enveredando por estes caminhos, o desastre tinha forçosamente de acontecer…

sexta-feira, agosto 20, 2004

Sobre el Islam, Estados Unidos y Fátima

Como no podía ser menos, el Islam tiende a imponerse por todo el mundo. Hasta periódico español La Razón, que siempre es exquisito con los musulmanes por su línea editorial abyectamente pro-marroquí, se hace eco de este hecho en un artículo donde narra la brutal expansión del fundamentalismo islámico en los Balcanes. Ocurre, sin embargo, que los católicos nos hemos olvidado de que estas religiones y estos pueblos prosperan por mor de nuestro patético incumplimiento de nuestras obligaciones cristianas.

Ya decía el Padre Julio Meinvielle en su suculenta obra “El Judío en el Misterio de la Historia”, en la estela de Santo Tomás en su Summa Contra Gentiles, que si los judíos habían adquirido más importancia en la historia moderna era en virtud de la dejación de los deberes cristianos por parte de la Cristiandad. Y, de igual manera, los israelitas del Antiguo Testamento pagaban caras sus transgresiones de la Ley y sus idolatrías con las invasiones de los pueblos limítrofes, como los idumeos o los filisteos. A tal punto de que los hebreos llegaron a ser virtualmente esclavizados por Egipto y otros pueblos orientales. Existen pues precedentes históricos de que Israel, ya el viejo ya el nuevo - la Iglesia Católica -, es asediado, vencido y hasta pisoteado por sus enemigos exteriores cuando cesa en el cumplimiento de sus obligaciones para con Dios. Que el Islam está llamado a jugar un papel semejante, si Dios no lo remedia, resulta más que obvio a la luz de los actuales acontecimientos.

En Estados Unidos el fenómeno de “Nation of Islam”, el grupo negro dirigido por el carismático Louis Farrakhan, sigue su activa labor en los guetos norteamericanos. La población negra, vilificada por un sistema de creciente injusticia social y progresivamente empobrecida por un sistema educativo que transforma personas en consumidores, como se ha señalado anteriormente en este blog, encuentra apenas tablas de salvación a las que agarrarse. El Islam, con su núcleo duro y simplista de obligaciones morales, prosigue su incontenible expansión en estas comunidades afroamericanas y se configuran, de facto, como un poderoso caballo de Troya dentro de la cáscara hueca de la civilización occidental, vaciada hoy día de su contenido cristiano. El Profesor Gabriel de Erausquin escribía con tintes proféticos en la revista The Angelus, de febrero de 1996, lo siguiente:

“Is Islam once again the instrument of Providence to scourge a decadent civilization into oblivion? America has rolled down a pathway of degeneration led by capitalism into extremes of self-indulgence. Legalized abortion makes the crime of Herod the behavior of a naughty child, and technology has turned modern war into a calamity without precedent in history, the horrors of which defy imagination and which can be brought to bear upon any nation who dare oppose the game of demand and supply for the benefit of multinational corporations. The magnitude of the injustice inflicted upon the American people by mercenary politicians certainly cries for punishment, but only a madman could desire that punishment to be the destructive spirit of Islam.

Once again, the only force to stand the tide will be Christendom. As then, only the firm recognition and restoration of the social kingship of our Lord Jesus Christ will withstand as an invincible rampart the assaults of barbarism. In the seven centuries of continuous assault by Islam upon Christendom, the soldiers of Christ have stopped the onslaught time and time again. In the shadow of the walls of Vienna, upon the peaks of the Pyrenees, over the waves of the Mediterranean or in the islands of Crete and Cyprus, crusading knights bore the brunt of the fighting without expecting any gain but the possession of their Lord and Captain for eternity. The black man needs to stand up, yes, and if and when he does he will tower over the deserted cities of America as a conqueror. But the standard he chooses will make all the difference in the result. The Crescent or the Cross?”


Europa desde fuera y Estados Unidos desde dentro tienen ya el mismo enemigo: el Islam.

Pero basta ya de hipocresías cobardes y de falta de realismo. Si el castigo de Dios hoy día toma la forma de la media luna es como castigo a nuestros pecados y, más aún si cabe, a nuestras dejaciones y abdicaciones. No habrá freno del Islam mientras que la incredulidad y la tibieza en la minoría todavía practicante sean la tónica de las naciones otrora católicas. El freno al Islam no está en librar inicuas guerras, sino primaria y primordialmente en el corazón de los cristianos. Si a la inmigración musulmana incontrolada que se padece en Europa, y de la cual Portugal o España son terribles ejemplos - y el 11M una terrible constatación de lo que es capaz la quinta columna marroquí -, se respondiera con una población de ardiente espíritu misionero para nada dispuesta a contemporizar con las demandas islámicas y con tolerancia religiosa - pero no la inicua libertad religiosa proclamada urbi et orbi por el Vaticano II -, otro gallo nos cantaría.

Además prácticamente todas las tierras hoy musulmanas del norte de África o el Oriente Medio fueron antaño cristianas. La conversión de los pueblos musulmanes al catolicismo, a Cristo mismo - Camino, Verdad y Vida - es la única solución al drama universal bañado en sangre del cual ya hemos tomado un aperitivo. Fátima, que ostenta el nombre de la advocación mariana más importante de los tiempos modernos y también nombre de la hija del profeta de Alá, está llamada a ejercer un poderoso atractivo sobre los pueblos islámicos. No en vano María se representa sobre una media luna no quebrada. Algún día la herejía dejará se trocará en abrazo de la Santa Religión porque la lucha del católico no es contra hombres, sino “contra Príncipes y Potestades que están en los aires” como nos recuerda San Pablo, el mismo que nos dice que “detrás de cada religión falsa hay un ídolo”.

Entretanto, habiendo renunciado completamente a la receta que la Virgen nos propuso en Fátima (arrepentimiento y oración, primariamente) y habiendo diseñado un sistema de vida inicuo asentado sobre la adoración de Mamonna, sobre el pecado, más aún: sobre los cuatro pecados que claman venganza al Cielo, sufriremos el azote del Islam como justo castigo a nuestros pecados. Y también el de Rusia.

Pero de la Santa Madre Rusia, hoy en las garras del cisma y del comunismo, hablaremos otro día con temor pero con la esperanza cierta de su retorno a la Iglesia Católica.

Rafael Castela Santos

Último Reduto

O "Último Reduto", do amigo Pedro Guedes, acaba de cumprir o primeiro aniversário, pelo que daqui lhe envio as minhas saudações pelo feliz evento! Neste último ano, graças ao labor incansável do seu autor, esse blogue tornou-se um local de visita obrigatório para todos aqueles que se revêem na área ideológica em que genericamente também se insere esta "Casa", assumindo-se como ponto de referência fundamental na divulgação do pensamento da direita politicamente incorrecta, e servindo de modelo exemplar aos restantes blogues congéneres; pela minha parte, é o sítio por onde inicio diariamente as digressões pela blogosfera. Por tudo isto, parabéns ao Pedro Guedes!

quinta-feira, agosto 19, 2004

Impressões de férias 1

I) Dou um salto até Coimbra e aproveito para rever a Universidade, uma das duas que frequentei: deplorável o desmazelo em que as suas instalações se encontram, numa parte provocado pela notória falta de cuidado na preservação das mesmas, noutra causado pelas pinchagens de extrema-esquerda radical que por lá são legião; a isto, acresce o estado de degradação e abandono que a alta da cidade atingiu, com um notável número de prédios arruinados e outros a caminharem a passos acelerados para essa situação, para além de uma população não volante envelhecidíssima, tornando todo o quadro imensamente depressivo. O cotejo com outras cidades universitárias que conheço dá uns tons ainda mais negros ao quadro conimbricense, que, neste campo, não aguenta manifestamente o confronto com Salamanca, Santiago de Compostela, Louvaina ou Oxford, o que é muito triste…

II) Continuando em Coimbra, junto à principal entrada do Museu Machado de Castro, um canteiro cheio de ervas daninhas secas e altíssimas; a monumental Sé Nova, de matriz jesuítica ao estilo do Gésu de Roma, apesar de recentemente restaurada e de estarmos em época alta turística, encerrada a tarde inteira; entro na Sé Velha e sinto que até os edifícios religiosos espelham a decadência da Igreja modernista - os altares laterais, num tempo de concelebrações litúrgicas, em avançada deterioração; o único confessionário existente transformado em improvisado armário de arrumos; as capelas do claustro despojadas de qualquer sinal da sua antiguidade dignidade, completamente degradadas e a cheirarem mal…

III) Aveiro: a falta de brio com que os portugueses tratam o que é seu sobressai, de imediato, na principal avenida da cidade - a Dr. Lourenço Peixinho -, recheada de prédios evidenciando péssima manutenção, quando não pura e simplesmente abandonados. Em plano distinto, belíssimo o Museu desta cidade, em nada inferior ao seu congénere de Valladolid, por sinal, museu nacional espanhol. Mas fica-me uma interrogação: estará o Catolicismo transformado em peça de museu? E é confrangedor reparar que boa parte dos visitantes já não conseguem compreender bem o que contemplam, mesmo quadros tão banais representando cenas da vida de Cristo ou de sua Mãe…

IV) O desordenamento do território português é óbvio um pouco por toda a parte; com as notabilíssimas excepções do Alentejo e dos Açores, talvez do Douro e do Dão, Portugal está desgraçadamente transformado num dos países mais feios da Europa, em não despicienda parte devido ao espírito pato-bravesco que impera na generalidade das autarquias lusas;

V) A terminar, por hoje, um registo diferente: simplesmente vergonhosa a participação da selecção portuguesa no torneio olímpico de futebol; depois da euforia do mês de Junho, neste campo, lá voltamos à nossa penosa realidade do costume…

sábado, agosto 14, 2004

Interregno

Finalmente, começo hoje duas semanas e meia de férias há muito ansiadas; nos próximos quatro dias não actualizarei este espaço. Indirectamente, acabo por seguir o conselho que o Clark me havia dado no blogue do BOS; porém, eu que gosto de satisfazer todos os que visitam esta Casa, deixo ao Clark este sítio que certamente lhe há-de interessar. Também lá bem a Norte ecoa "Introibo ad altare Dei…".